Resumen
Objetivo: Analizar la distribución del servicio de resonancia magnética en el estado de Pernambuco. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo y transversal, desarrollado con datos secundarios de equipos de resonancia magnética del Registro Nacional de Establecimientos de Salud y exámenes de resonancia magnética del Sistema de Información Ambulatorio, considerando el año 2022. Para comparar la distribución de equipos y la provisión de exámenes, se utilizaron los parámetros de atención del SUS presentes en la Ordenanza de Consolidación nº 1/2017. Resultados: Pernambuco presentó una cantidad de equipamiento cercana a lo necesario, sin embargo, los exámenes fueron realizados un 75% por debajo de lo recomendado por el parámetro de necesidad. La distribución geográfica mostró, excepto en las Regiones Sanitarias I y XII, la concentración de equipos en un solo municipio de la región, estando la mayoría ubicados en proveedores privados. La capacidad utilizada de los equipos fue inferior al 50% en casi todo el estado. Consideraciones finales: Aumentar el uso de la capacidad de los equipos de resonancia magnética en Pernambuco es una necesidad, considerando la oferta insuficiente de exámenes y la distribución inadecuada de los equipos en todo el estado.
Referencias
ALENCAR CAC, et al. Tomografia computadorizada e ressonância magnética no Brasil: estudo epidemiológico sobre distribuição dos equipamentos, frequência de realização dos exames e comparação entre setores público e privado. Radiol Bras. 2024;57:e20230094.
ARAÚJO PNB, et al. Mapeamento dos Equipamentos e Exames de Diagnóstico por Imagem no Estado de São Paulo. Tekhne e Logos, 2016; 7(2): 121-135.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 968, de 11 de dezembro de 2002. 2002. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2002/prt0968_11_12_2002.html. Acessado em: 08 de abril de 2024.
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2016/res0510_07_04_2016.html. Acesso em: 18 julho 2023.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Regulação, Avaliação e Controle de Sistemas. Critérios e Parâmetros Assistenciais para o Planejamento e Programação de Ações e Serviços de Saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde. Brasília, Ministério da Saúde, 2017.
ESPOSTI CDD, et al. Desigualdades sociais e geográficas no desempenho da assistência pré-natal de uma Região Metropolitana do Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2020; 25(5): 1735-1750.
FERREIRA SS, et al. Indicações de exames de ressonância magnética das mamas em um centro de referência no diagnóstico e tratamento de câncer de mama no Brasil. Radiologia Brasileira, 2021; 54(2): 83-86.
FILHO DBF. Desigualdade de renda e vulnerabilidade social em Pernambuco: uma análise exploratória. Revista Ciência&Trópico, 2019; 43(1): 45-57.
FUNCIA FR. Subfinanciamento e orçamento federal do SUS: referências preliminares para a alocação adicional de recursos. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24(12): 4405-15.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Panorama - Pernambuco. 2024. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pe/panorama. Acessado em: 14 de abril de 2024.
LIMA LD, et al. Arranjos regionais de governança do Sistema Único de Saúde: diversidade de prestadores e desigualdade espacial na provisão de serviços. Cadernos de Saúde Pública, 2019; 35(Suppl 2): e00094618.
MACEDO AS, et al. A ressonância magnética como ferramenta essencial nos diagnósticos de patologias: uma revisão sistemática da literatura. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2024; 7(15): e151318.
MACHADO CSR, LIMA ACC. Distribuição espacial do sus e determinantes das despesas municipais em saúde. Revista Econômica do Nordeste, 2021; 52(4): 121-145.
MAZZOLA AA, et al. Segurança em imagem por Ressonância Magnética. Revista Brasileira de Física Médica, 2019; 13(1): 76-91.
MELO EA, et al. A regulação do acesso à atenção especializada e a Atenção Primária à Saúde nas políticas nacionais do SUS. Physis, 2021; 31(1): e310109.
OLIVEIRA RAD, et al. Barreiras de acesso aos serviços em cinco Regiões de Saúde do Brasil: percepção de gestores e profissionais do Sistema Único de Saúde. Cadernos De Saúde Pública, 2019; 35(11): e00120718.
PERNAMBUCO. Secretaria de Saúde do Estado de Pernambuco. Plano Diretor de Regionalização. 2011. Disponível em: https://portal.saude.pe.gov.br/sites/portal.saude.pe.gov.br/files/pdrconass-versao_final1.doc_ao_conass_em_jan_2012.pdf. Acesso em: 23 julho 2023.
PEREIRA RSF et al. Diagnóstico e acompanhamento evolutivo dos meningiomas através da ressonância magnética. Revista Brasileira Militar de Ciências, 2021; 7(17): 8-16.
PESAPANE F, et al. Disparities in breast cancer diagnostics: how radiologists can level the inequalities. Cancers (Basel). 2023;16: 130.
POZZO L, et al. O SUS na medicina nuclear do Brasil: avaliação e comparação dos dados fornecidos pelo Datasus e CNEN*. Radiol Bras. 2014;47(3):141–148
KIRST C, DARSIE C. Notas sobre a saúde pública, a saúde coletiva e o estabelecimento e funcionamento do Sistema Único de Saúde, Asklepion: Informação em Saúde, 2021; 1(2): 91-112.
SANTOS EES, et al. Distribuição de equipamentos de diagnóstico por imagem no âmbito do SUS: um panorama do estado da Bahia, Brasil. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, 2019; 21(4): 75-83.
SILVA JFM, et al. A relação público-privada em uma região de saúde: influências sobre a organização da oferta e da demanda de média complexidade no Sistema Único de Saúde em pequenos municípios. Saúde e Sociedade, 2020; 29(4): e200019.
SILVA AH, et al. Ressonância magnética no diagnóstico da Alzheimer precoce. Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde, 2023; 5(1).
STRAUB M, et al. O conflito público-privado no SUS: a atenção ambulatorial especializada no Paraná. Saúde Debate, 2021; 45(31): 1033-1048.
