Resumen
Objetivo: Construir y validar un escenario simulado interprofesional centrado en habilidades de comunicación al abordar la donación de órganos en pacientes con muerte encefálica. Métodos: Estudio metodológico, descriptivo, siguiendo las etapas de construcción y validación (apariencia y contenido). El marco teórico utilizado fue el protocolo SPIKES. La etapa de validación fue realizada por expertos con experiencia en simulación clínica y atención a pacientes críticos. Los criterios de inclusión fueron profesionales con experiencia en la temática, según los criterios de Fehring R (1987). Se excluyeron profesionales que no posean información de contacto electrónico en sus currículos Lattes. Las invitaciones para los jueces se realizaron por correo electrónico, y la recolección de datos se llevó a cabo mediante un cuestionario elaborado en Google Forms. La investigación fue aprobada por el Comité de Ética en Investigación (CEP) bajo el número de dictamen 7.062.230. Se realizaron pruebas estadísticas, buscando un Índice de Validez de Contenido (IVC) igual o superior a 0,80. Resultados: Participaron en el estudio 21 jueces que evaluaron tres instrumentos, todos obtuvieron un IVC igual o superior a 0,95. Conclusión: El estudio fue exitoso, los profesionales de salud contribuyeron a mejorar los instrumentos y a optimizar la comunicación sobre donación de órganos dentro del entorno simulado.
Referencias
AGNESE BL, et al. Communicating bad news in the practice of nursing: an integrative review. Journal Einstein (São Paulo), 2022; 20: 1-8.
ALMEIDA ML, et al. Simulação interprofissional na formação em saúde: desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Educação Médica, 2021; 45(2): 112-118.
ALVES MP, et al. Fatores que influenciam no cuidado dos familiares de pacientes em morte encefálica. Revista Enfermagem UFPI [internet], 2021; 10(1): 822-822.
BAILE WF, et al. SPIKES—A six-step protocol for delivering bad news: Application to cancer care. Journal of Oncology Practice, 2020; 16(3): 279-285.
BRASIL. Decreto n° 9.175. Lei n° 9.434: disposição de órgãos, tecidos, células e partes do corpo humano para fins de transplante e tratamento. 2017. Disponível em https ://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2017/de creto/d9175.htm. Acesso em 12 de setembro de 2024.
CFM. Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM n° 2.173 de 15 de dezembro de 2017. Critérios do diagnóstico de morte encefálica. Disponível em https ://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2017/2173. Acesso em 15 de setembro de 2024.
COFEN. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN nº 710, de 17 de agosto de 2022. Dispõe sobre a atuação do enfermeiro no exercício da tele-enfermagem. Disponível em: https ://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-710-2022/. Acesso em 28 de Outubro de 2024.
DIAS LM, et al. Health students’ perception of organ donation in Brazil: an integrative review. Research, Society and Development, 2022; 11(5): 1-8.
FABRI RP, et al. Construção de um roteiro teórico-prático para simulação clínica. Revista Escola Enfermagem USP [Internet], 2017; 51(1): 3218.
FEHRING R. Métodos para validar diagnósticos de enfermagem. Heart and Lung, Universidade Marquette, 1987; 16(6): 625-9.
FLAUSINO DA, et al. Cenário para treinamento por simulação sobre comunicação de notícias difíceis: um estudo de validação. Escola Anna Nery, 2022; 26(1): 20210037.
ISIDORO FGR, et al. Formação interprofissional na graduação em saúde: revisão sistemática de estratégias educativas. Revista Brasileira de Educação Médica, 2022; 46(1): 113.
JUNIOR GAP e GUEDES HTV. Simulação em saúde para ensino e avaliação: conceitos e práticas. São Carlos: Editora Cubo, 2021; 1: 126-136.
KNIHS NS, et al. Comunicação da morte encefálica junto aos pais de crianças e adolescentes: estratégias de cuidado. Revista Brasileira de Enfermagem. 2022; 75(3): 20210943.
KUMPUNEN E, et al. Effectiveness of SPIKES protocol in communicating bad news: A systematic review. BMJ Supportive & Palliative Care, 2021; 11(1): 53-60.
MORAIS TR e MORAIS MRA. Importância da Educação na promoção da doação de órgãos. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 2015; 25(3): 251-252.
PARANÁ. Secretaria de Estado da Saúde do Paraná. Manual para notificação, diagnóstico de morte encefálica e manutenção do potencial doador de órgãos e tecidos. 2023. Disponível em https ://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2023-05/manual_de_morte_encefalica _cet-pr-2023.pdf. Acesso em 12 de setembro de 2024.
SANTOS JR, et al. Simulação interprofissional em programas de residência médica: uma análise. Jornal Brasileiro de Medicina, 2022: 35(4): 230-238.
SILVA LR. Os efeitos positivos da terapia aba na intervenção de crianças autistas. Absoulute Review, 2024; 19(1): 198-202.
SILVA RP e FERREIRA ML. A eficácia da simulação interprofissional em atendimentos de emergência. Revista de Ensino de Ciências e Matemática, 2022; 12(3): 45-56.
SOUZA RC, et al. Avaliando a simulação interprofissional: uma revisão sistemática. Caderno Brasileiro de Ensino de Física, 2023; 43(1): 1-14.
