Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Refugiados en Brasil y trastorno de estrés postraumático: una mirada a la salud, la inclusión y el bienestar
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Trastorno de Estrés Postraumático
Refugiados
Salud Mental
Políticas Públicas
Desigualdades en Salud

Cómo citar

Refugiados en Brasil y trastorno de estrés postraumático: una mirada a la salud, la inclusión y el bienestar. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25(5), e20463. https://doi.org/10.25248/reas.e20463.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir la prevalencia del Trastorno de Estrés Postraumático (TEPT) en refugiados, factores de riesgo, barreras para acceder a servicios de salud mental, así como limitaciones de los criterios de diagnóstico tradicionales y alternativas de afrontamiento. Revisión de la literatura: El trastorno de estrés postraumático es una condición común entre los refugiados, influenciada por la exposición a traumas durante el proceso migratorio, como la violencia, las pérdidas familiares y culturales y la adaptación a nuevos entornos socioculturales. Los estudios indicar que factores como el tiempo de exposición al trauma, la edad, el género y el apoyo social influyen en la prevalencia y gravedad del trastorno de estrés postraumático en esta población. Persisten desafíos en la reintegración, incluidas las barreras lingüísticas, la discriminación y el estigma social, que pueden afectar negativamente el acceso al tratamiento y la calidad de vida de los refugiados con trastorno de estrés postraumático. Consideraciones finales: La implementación de políticas públicas culturalmente sensibles y basadas en evidencia es esencial para mitigar los impactos del PTSD y promover la inclusión y el bienestar de los refugiados en Brasil.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALREFAIE A, DOWRICK C. Causas e fatores de risco do transtorno de estresse pós-traumático em adultos frequenter de asilo e refugiados. Psychiatry International. 2021;2(4):410-423.

Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Mental health in refugee camps: a global assessment. Genebra: ACNUR; 2023.

American Psychiatric Association (APA). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2023.

ATROOZ F, et al. Education and socioeconomic status as predictors of refugee mental health: insights from a study of Jordan-based Syrian refugee sample. Frontiers in public health, 2024;12: 1432205.

BAPOLISI AM, et al. Post-traumatic stress disorder, psychiatric comorbidities and associated factors among refugees in Nakivale camp in southwestern Uganda. BMC Psychiatry. 2020; 20(1): 53.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acessado em: 12 de janeiro de 2025.

BRASIL. Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997: define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951 e determina outras providências. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9474.htm. Acessado em: 15 de janeiro de 2025.

BRYANT RA. Post-traumatic stress disorder: A state-of-the-art review of evidence and challenges. World Psychiatry, 2019; 18(3): 259-269.

BURBACK L, et al. Treatment of Posttraumatic Stress Disorder: A State-of-the-art Review. Current neuropharmacology, 2024; 22(4):557-635.

CARVALHO LA, et al. Serviços de saúde mental para imigrantes e refugiados na cidade de São Paulo: contribuições para um debate. Travessia – Revista do Migrante, 2018; 84: 55–68.

DUDEN, GS, et al. Atendimento psicológico com refugiados no Brasil. Estudos de Psicologia, 2024; 28(1): 128-140.

ECHEVERRIA KSSA, FIGUEIREDO, VCN. Sofrimento Invisível: Ansiedade e Estresse Pós-Traumático em migrantes internacionais na fronteira Brasil- Bolivia. Revista ParaOnde!?, 2024; 18 (22): 21-37.

GOUVEIA EAH, et al. Competência cultural: uma resposta necessária para superar as barreiras de acesso à saúde para populações minorizadas. Revista Brasileira de Educação Médica, 2019; 43(1): 82-90.

HASSAN G, et al. Mental health and psychosocial wellbeing of Syrians affected by armed conflict. Epidemiology and psychiatric sciences, 2021;30(1):1-13.

HOLLIFIELD M, et al. Acupuncture for Combat-Related Posttraumatic Stress Disorder: A Randomized Clinical Trial. JAMA psychiatry, 2024; 81(6), 545–554.

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA). Refugiados no mercado de trabalho brasileiro: desafios e perspectivas. Texto para Discussão, n. 2893. Brasília: IPEA; 2023.

JESUS WM. Operações de ajuda humanitária: desafios na Operação Acolhida. Revista Forças Terrestres, 2024; 28(138).

KINSMAN LM, et al. Exercise and PTSD. Current topics in behavioral neurosciences, 2024; 67: 241-262.

MARTIN D, et al. Imigração, refúgio e saúde: perspectivas de análise sociocultural. Revista Saúde e Sociedade, 2018; 27(1):26-36.

MELLOR R, et al. Prevalence, predictors and associations of complex post-traumatic stress disorder with common mental disorders in refugees and forcibly displaced populations: a systematic review. European journal of psychotraumatology, 2020; 12(1): 1863579.

MORRIS SE, CUTHBERT BN. Research Domain Criteria: cognitive systems, neural circuits, and dimensions of behavior. Dialogues in Clinical Neuroscience, 2012; 14(1):29-37.

NIJDAM MJ, et al. Toward staging differentiation for posttraumatic stress disorder treatment. Acta psychiatrica Scandinavica, 2022; 147(1):65-80.

OBERG C, SHARMA H.Post-Traumatic Stress Disorder in Unaccompanied Refugee Minors: Prevalence, Contributing and Protective Factors, and Effective Interventions: A Scoping Review, Children. 2023; 10 (6):941.

PATANE M, et al. Prevalence of mental disorders in refugees and asylum seekers: a systematic review and meta-analysis. Global Mental Health, 2022; 9, 250–263.

Prevalence of mental disorders in refugees and asylum seekers: a systematic review and meta-analysis. Global Mental Health. 2022;9:250-263.

Projeto de Lei 01-00142/2016: institui a Política Municipal para a População Imigrante, dispõe sobre seus objetivos, princípios, diretrizes e ações prioritárias, bem como sobre o Conselho Municipal de Imigrantes. Disponível em: https://www.saopaulo.sp.leg.br/iah/fulltext/projeto/PL0142-2016.pdf. Acessado em 19 de fevereiro de 2025.

SAITO T, et al. Risk and resilience in trajectories of post-traumatic stress symptoms among first responders after the 2011 Great East Japan Earthquake: 7-year prospective cohort study. The British Journal of Psychiatry. 2022; 221(5):668-675.

SANTANNA H, SHRESTHA S. Efeitos do mercado de trabalho da crise dos refugiados venezuelanos no Brasil. Arxiv preprint. 2024; 1.

SILVA GJ, et al. Observatório das Migrações Internacionais; Ministério da Justiça e Segurança Pública/Departamento das Migrações. Brasília, DF: OBMigra; 2024.

TENORIO YCA, et al. Comparação entre políticas públicas de acolhimento para refugiados pós-gueras: impactos socioculturais, mentais e de saúde. Revista de Políticas Públicas, 2024; 28 (2): 178-2865.

THAKUR A, et al. A Review on Post-traumatic Stress Disorder (PTSD): Symptoms, Therapies and Recent Case Studies. Current molecular pharmacology, 2022; 15(3): 502–516.

TULLI M, et al. Immigrant mothers' perspectives of barriers and facilitators in accessing mental health care for their children. Journal of transcultural nursing: official journal of the Transcultural Nursing Society. 2020; 31(6):598-605

Unifesp. São Paulo ganha primeiro ambulatório médico do SUS para refugiados. Portal Unifesp; 2024. Disponível em:https://portal.unifesp.br/destaques/sao-paulo-ganha-primeiro-ambulatorio-medico. Acesso em fevereiro de 2025.

VALLEJO- MARTIN M, et al. Mulheres refugiadas com história de trauma: vulnerabilidade de gênero em relação ao transtorno de estresse pós-traumático. International journal of environmental research and public health. 2021; 18(9):4806.

VEESER J, et al. Post-traumatic stress disorder in refugee minors in an outpatient care center: prevalence and associated factors. European Child & Adolescent Psychiatry. 2023; 32(3):419-426.

VENTURA DFL, YUJRA VQ. Saúde de migrantes e refugiados. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz; 2019, 116 pg.

World Health Organization (WHO). Global report on refugee mental health: focus on migration routes. Geneva: WHO Press; 2023. Disponível em: https://www.who.int/publications/i/item/9789240081840. Acessado em 23 de fevereiro de 2025.

YAYAN EL, et al. Mental health problems of Syrian refugee children: Post-traumatic stress, depression and anxiety. Journal of Pediatric Nursing. 2019; 51:27-32.