Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Actividades colectivas en la Atención Primaria de Salud de Maranhão, Brasil: impacto y recuperación pos pandémica
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Atención primaria de salud
COVID-19
Educación en salud
Promoción de la salud
Sistemas de información en salud

Cómo citar

Actividades colectivas en la Atención Primaria de Salud de Maranhão, Brasil: impacto y recuperación pos pandémica. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(7), e24533. https://doi.org/10.25248/reas.e24533.2026

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar la evolución de las actividades colectivas y de los participantes en la Atención Primaria de Salud de Maranhão entre 2018 y 2025, con énfasis en el impacto de la pandemia de COVID-19 y en la recuperación pos-pandémica. Métodos: Estudio cuantitativo, ecológico, retrospectivo y descriptivo-analítico, basado en una serie temporal de datos públicos del Sistema de Información en Salud para la Atención Básica. Se analizaron registros mensuales de Maranhão, Nordeste y Brasil, considerando actividades colectivas, participantes, promedio por actividad e indicadores de impacto y recuperación. Resultados: En Maranhão, las actividades aumentaron un 38,5% entre 2018 y 2019, disminuyeron un 65,0% en 2020 y alcanzaron 274.849 registros en 2025, un 77,0% más que en 2018. Los participantes pasaron de 5.193.564 en 2018 a 5.066.691 en 2025, por debajo del nivel prepandémico. El promedio por actividad se redujo de 33,5 a 18,4. Conclusión: La recuperación pospandémica se produjo con un aumento significativo de las actividades, pero sin una recomposición proporcional del número de participantes, lo que sugiere una posible reconfiguración del cuidado colectivo.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BENCHIMOL EI, et al. The REporting of studies Conducted using Observational Routinely-collected health Data (RECORD) Statement. PLoS Medicine, 2015; 12(10): e1001885.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Diário Oficial da União, 2013.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510, de 7 de abril de 2016. Diário Oficial da União, 2016.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria nº 2.436, de 21 de setembro de 2017. Diário Oficial da União, 2017.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 2.979, de 12 de novembro de 2019. Diário Oficial da União, 2019.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 3.493, de 10 de abril de 2024. Diário Oficial da União, 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Sistema de Informação em Saúde para a Atenção Básica - SISAB. Nota técnica explicativa: Relatório de Saúde - Atividade Coletiva. Brasília: Ministério da Saúde, 2021a.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. e-SUS Atenção Primária. Ficha de Atividade Coletiva. Brasília: Ministério da Saúde, 2021b.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Primária à Saúde. Manual instrutivo do financiamento da Atenção Primária à Saúde. Brasília: Ministério da Saúde, 2021c.

CARVALHO FFB, et al. Oferta e participação nas práticas corporais e atividades físicas na Atenção Primária no Brasil: análise de 2014 a 2022. Ciência & Saúde Coletiva, 2025; 30(1): e09492023.

COSTA NR, et al. A avaliação de desempenho da atenção primária: balanço e perspectiva para o programa Previne Brasil. Saúde em Debate, 2022; 46(spe8): 8-20.

DUTRA RP, KNUTH AG. Práticas corporais e atividades físicas desenvolvidas na Atenção Primária à Saúde no Brasil entre 2013 e 2021. Physis, 2025; 35(1): e350119.

FACCHINI LA, et al. Qualidade da Atenção Primária à Saúde no Brasil: avanços, desafios e perspectivas. Saúde em Debate, 2018; 42(spe1): 208-223.

FITTIPALDI ALM, et al. Educação em saúde na atenção primária: as abordagens e estratégias contempladas nas políticas públicas de saúde. Interface, 2021; 25: e200806.

GIOVANELLA L, et al. A contribuição da Atenção Primária à Saúde na rede SUS de enfrentamento à COVID-19. Saúde em Debate, 2020; 44(spe4): 161-176.

HARZHEIM E, et al. “Previne Brasil”: bases da reforma da Atenção Primária à Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2020; 25(4): 1189-1196.

MACINKO J, MENDONÇA CS. Estratégia Saúde da Família, um forte modelo de Atenção Primária à Saúde que traz resultados. Saúde em Debate, 2018; 42(spe1): 18-37.

MEDINA MG, et al. Atenção primária à saúde em tempos de COVID-19: o que fazer? Cadernos de Saúde Pública, 2020; 36(8): e00149720.

SARTI TD, et al. Qual o papel da Atenção Primária à Saúde diante da pandemia provocada pela COVID-19? Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2020; 29(2): e2020166.

TASCA R, et al. Recomendações para o fortalecimento da atenção primária à saúde no Brasil. Revista Panamericana de Salud Pública, 2020; 44: e4.

VON ELM E, et al. The Strengthening the Reporting of Observational Studies in Epidemiology (STROBE) Statement: guidelines for reporting observational studies. PLoS Medicine, 2007; 4(10): e296.