Resumen
Objetivo: Investigar las prácticas de atención ofrecidas a personas con ansiedad por profesionales de los ámbitos de Atención Primaria de Salud y Atención Psicosocial. Métodos: Estudio cualitativo, descriptivo y exploratorio. Los participantes incluyeron profesionales de un equipo de Centro de Atención Psicosocial (CAPS) —que actuaban como profesionales de referencia para los usuarios del servicio— y enfermeros de Unidades Básicas de Salud (UBS/Atención Primaria). Se realizaron entrevistas en profundidad y notas de campo, seguidas de un análisis temático basado en el marco metodológico de Minayo. Resultados: Se identificaron cinco temas: acogida y escucha activa en las UBS para la atención de usuarios con ansiedad; derivaciones desde las UBS para la atención de usuarios con ansiedad; actividad física, meditación, técnicas de respiración, yoga y Reiki para el manejo de la ansiedad en las UBS; actividad física (baile), meditación, técnicas de respiración, musicoterapia y salidas recreativas para la atención de usuarios con ansiedad en el CAPS; y acogida, escucha, talleres y grupos terapéuticos en el CAPS. Conclusión: Se identificaron diversas prácticas de salud mental para la atención de la ansiedad tanto en el CAPS como en las unidades de Atención Primaria correspondientes. Las prácticas integrativas y complementarias, como estrategia para el manejo de la ansiedad, contribuyen a la reducción de los síntomas a la vez que ofrecen una atención individualizada y un enfoque más humanizado.
Referencias
ALVES SV, et al. Uma revisão narrativa do apoio matricial em saúde mental entre as equipes CAPS-ESF no cenário brasileiro. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2024; 34: e34008.
ARAÚJO EA. Saúde mental na Atenção Primária à Saúde do município do Rio de Janeiro: desafios para a promoção de um cuidado integral. 2024. 117 p. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2024.
BAO L, et al. Impact of humanized nursing care on negative emotions and quality of life of patients with mental disorders. American Journal of Translational Research, 2021; 13(11): 13123-13131.
COMISSÃO NACIONAL DE ÉTICA EM PESQUISA (Brasil). Ofício Circular nº 2, de 24 de fevereiro de 2021. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2021.
CONTRERAS-MOLINA M, et al. Efecto de la musicoterapia sobre la ansiedad y el dolor en el paciente crítico politraumatizado. Enfermería Intensiva, 2021; 32(2): 79-87.
COSTA CO, et al. Prevalência de ansiedade e fatores associados em adultos. Jornal Brasileiro de Psiquiatria, 2019; 68: 92-100.
CUNHA JHS, et al. O efeito da auriculoterapia em indivíduos com ansiedade em seguimento na Atenção Primária à Saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 2025; 78: e20240186.
DELLA CORTE J, et al. Impacto da atividade física sobre os níveis de ansiedade durante a pandemia de COVID-19. Revista Brasileira de Fisiologia do Exercício, 2022; 21(1): 61-76.
ESLABÃO AD, et al. Avaliação do acesso e acolhimento no centro de atenção psicossocial. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2023; 15: e11983.
FERREIRA SK, et al. Centros de Atenção Psicossocial e formação profissional para oferta das práticas integrativas e complementares: estudo com profissionais ofertantes dos serviços. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, 2024; 28: e230523.
FEUERSCHUETTE AP, et al. Avaliação da satisfação de usuários do CAPS em uma capital do Sul do Brasil. Revista Psicologia e Saúde, 2024; e1652485.
FROTA IJ, et al. Transtornos de ansiedade: histórico, aspectos clínicos e classificações atuais. Journal of Health and Biological Sciences, 2022; 10(1): 1-8.
GALARÇA AMSS, et al. Práticas de cuidado empregadas nos jovens e adultos com quadros de ansiedade: uma revisão integrativa. Journal of Nursing and Health, 2024; 14(3): e1426260.
GOMES NAS, et al. Psicoeducação: proposta de intervenção para a redução da ansiedade em universitários. In: GONÇALVES J (org.). Perspectivas em Psicologia. Brasil: Editora Lógica Psicológica, 2024; 37-43.
GUSMÃO MI, et al. Acolhimento na atenção primária à saúde na percepção da equipe multiprofissional. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2021; 13: 1590-1595.
HARRISON L, et al. The Effectiveness of Mindfulness-Based Interventions for Anxiety Disorders in Adults: A Systematic Narrative Review. BJPsych Open, 2022 ; 8(suppl. 1) : s53.
LÓPEZ-FERNÁNDEZ RA, et al. Técnicas de liberação emocional (EFT) para reduzir os níveis de ansiedade em estudantes de inglês como língua estrangeira. RECIE: Revista Caribeña de Investigación Educativa, 2022; 6(2): 68-84.
MINAYO MC e GUERRIERO IC. Reflexividade como éthos da pesquisa qualitativa. Ciência & Saúde Coletiva, 2014; 19(1): 1103-1112.
MORE P, et al. Development, validation, and feasibility of a generic yoga-based intervention for generalized anxiety disorder. Complementary Therapies in Medicine, 2021; 63: 102776.
OGUCKI OE, et al. Cognitive Behavioral Therapy for Anxiety Disorders: outcomes from a multi-state, multi-site primary care practice. Journal of Anxiety Disorders, 2021; 78: 1-10.
OLIVEIRA KMA, et al. Cuidados de enfermagem frente ao transtorno de ansiedade. Higia: Revista de Ciências da Saúde e Sociais Aplicadas do Oeste Baiano, 2020; 5: 1.
PAULINO BLP e YOEM RHC. Práticas integrativas no tratamento da ansiedade. Pubsaúde, 2022; 10: a353.
TÁCUNA-CALDERÓN A, et al. Estrategias de la Organización Mundial de la Salud en medicina tradicional y reconocimiento de sistemas de medicina tradicional. Revista del Cuerpo Médico Hospital Nacional Almanzor Aguinaga Asenjo, 2020; 13(1): 101-102.
TONG A, et al. Critérios consolidados para relatar pesquisa qualitativa (COREQ): uma lista de verificação de 32 itens para entrevistas e grupos focais. International Journal for Quality in Health Care, 2007; 19(6): 349-357.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. Anxiety disorders. Geneva: WHO, 2025. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/anxiety-disorders. Acesso em: 5 jun. 2024.
