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Dinâmica territorial e vulnerabilidade socioambiental: um estudo sobre a doença de Chagas aguda na região do baixo Tocantins, Amazônia Paraense
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Palavras-chave

Doença de Chagas
Epidemiologia
Saúde Pública
Análise Espacial

Como Citar

Dinâmica territorial e vulnerabilidade socioambiental: um estudo sobre a doença de Chagas aguda na região do baixo Tocantins, Amazônia Paraense. (2026). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 26(7), e24005. https://doi.org/10.25248/reas.e24005.2026

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Resumo

Objetivo: Analisar a ocorrência da doença de Chagas aguda em quatro municípios da Região do Baixo Tocantins e sua relação com fatores socioeconômicos, demográficos e ambientais, no estado do Pará, no período de 2015 a 2024. Métodos: Este estudo ecológico utilizou dados obtidos em bases oficiais do governo brasileiro. As análises de significância estatística foram realizadas com teste não paramétrico qui-quadrado e a análise espacial com as técnicas de Kernel e Moran, sendo os resultados expressos em mapas temáticos e coropléticos. Resultados: Foram confirmados 752 casos da doença. Os municípios de Abaetetuba e Cametá apresentaram as maiores prevalências no período de estudo.  Foi observado um padrão sazonal, com maiores quantitativos no segundo semestre. O maior percentual de casos ocorreu em indivíduos adultos, pardos, de baixa escolaridade, com provável contaminação oral em ambiente domiciliar e desfecho de cura. A distribuição da doença não ocorreu de forma homogênea, com clusters urbanos e rurais. Foram identificadas diferentes relações espaciais entre as variáveis estudadas e a ocorrência da doença. Conclusão: A antropozoonose de estudo configura-se como uma condição social, econômica e ambiental determinada, bem como a sua disseminação pode ser considerada um produto socioambiental do modelo de desenvolvimento exploratório implantado no estado do Pará.

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