Resumen
Objetivo: Trazar el perfil de las teleconsultas en especialidades. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo quien analizo la cantidad de una serie de tiempo de tres años, en el que se analizaron las Teleconsultas realizadas por la Red de Teleassistência de Minas Gerais (RTMG). RTMG es una asociación de siete universidades públicas, que ofertas servicios especializados mediante de las teleconsultas y tele-electrocardiografía. Resultados: Se realizaron 8.415 teleconsultas, la categoría profesional que más utilizó fueron enfermeras con 52,4%, y médicos 26,6. En el período fueron solicitado 81 áreas de salud, especialidad más solicitada fue Dermatología 11,2%. El mayor porcentaje se relacionó con factores que influyen en el estado de salud, con 27,6%. El contenido principal fue la necesidad de “orientación” para varias áreas, como la vacunación. En 126 municipios, el 62,7% tiene una población de hasta 10 mil habitantes, dentro de la escala promedio del Índice de Desarrollo Humano (IDH). Conclusión: Los resultados descritos demuestran la importancia del programa para mejorar la atención en la APS y los indicadores planteados pueden apoyar las actividades de formación de los profesionales de la salud que utilizan el servicio.
Referencias
BARBORA IA, SILVA MJP. Nursing care by telehealth: what is the influence of distance on communication?. Revista Brasileira de Enfermagem, 2017; 70: 928-934.
BRASIL. 2015. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. A Atenção Primária e as Redes de Atenção à Saúde / Conselho Nacional de Secretários de Saúde. – Brasília: CONASS, 2015. Disponível em: https://www.conass.org.br/biblioteca/A Atenção Primária e as Redes de Atenção à Saúde. Acessado em: 30 de outubro de 2018.
BRASIL. Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais Resolução SES/MG Nº 5.246, de 13 de abril de 2016. Estabelece as normas gerais de adesão, execução, acompanhamento, controle e avaliação da concessão de incentivo financeiro para cofinanciamento da Atenção Primária à Saúde para o exercício de 2016. Disponível em: http://www.saude.mg.gov.br/images/documentos/resolu%C3%A7%C3%A3o_5246.pdf. Acessado em: 15 de agosto de 2018.
BRASIL. Surto de febre amarela já é o mais mortal da história de Minas Gerais. Estado de Minas. 2018. Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG). 2018. Disponível em: https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/02/07/interna_gerais,936391/surto-de-febre-amarela-ja-e-o-mais-mortal-da-historia-em-minas-gerais.shtml. Acessado em: 30 de outubro de 2018.
DAMASCENO RF, CALDEIRA AP. Fatores associados à não utilização da teleconsultoria por médicos da Estratégia Saúde da Família. Ciência & Saúde Coletiva [online], 2019; v. 24, n. 8, pp. 3089-3098.
DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (DATASUS). 2018 Classificação Internacional de Doenças (CID-10). Disponível em: http://www.datasus.gov.br/cid10/V2008/cid10.htm. Acessado em: 15 de agosto de 2018.
FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO (FJP). 2018. Índice Mineiro de Responsabilidade Social (IMRS). Disponível em:http://imrs.fjp.mg.gov.br/Consultas/Resultado. Acessado em: 30 de outubro de 2018.
GONÇALVES LAP, et al. A interação entre médicos e enfermeiras em um contexto hospitalar. Ciência & Saúde Coletiva [online], 2019; v. 24, n. 3, pp. 683-692.
IBM CORP. 2010. IBM SPSS Statistics para Windows, Versão 19.0. Armonk, NY: IBM Corp. Disponível em: https://www.ibm.com/br-pt/analytics/ spss-statistics-software. Acessado em: 30 de outubro de 2018.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). 2018. Indíce de Desenvolvimento Humano (2010). Disponível em:https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/por-cidade-estado-estatistica. Acessado em: 15 de agosto de 2018.
KATZ N, et al. Acesso e regulação ao cuidado especializado no Rio Grande do Sul: a estratégia Regula SUS do Telessaúde RS-UFRGS. Ciência & Saúde Coletiva [online], 2020; v. 25, n. 4.
LAPÃO LV, et al. Atenção Primária à Saúde na coordenação das Redes de Atenção à Saúde no Rio de Janeiro, Brasil, e na região de Lisboa, Portugal. Cien Saude Colet, 2017; 22(3): 713-724.
LUCENA BEB, et al. Telessaúde como ferramenta de apoio à atenção primária à saúde: um olhar sobre as teleconsultorias em cardiologia. Revista Brasileira de Inovação Tecnológica em Saúde, 2015; [S. l.], v. 5, n. 1.
MAEYAMA MA, CALVO MCM. A Integração do Telessaúde nas Centrais de Regulação: a Teleconsultoria como Mediadora entre a Atenção Básica e a Atenção Especializada. Revista Brasileira de Educação Médica, 2018; 42(2), 63-72.
MARCOLINO MS, et al. A Rede de Teleassistência de Minas Gerais e suas contribuições para atingir os princípios de universalidade, equidade e integralidade do SUS - relato de experiência. Revista Eletrônica de Comunicação, Informação e Inovação em Saúde, 2013; 7(2).
MARCOLINO MS, et al. A telessaúde como ferramenta de apoio à Atenção Primária em Saúde: a experiência da Rede de Teleassistência de Minas Gerais. RevMed Minas Gerais, 2017; 27:e-1855.
MEDRONHO RA, BLOCH KV, LUIZ RR, WERNECK GL. (eds.). Epidemiologia. Atheneu, São Paulo, 2009, 2ª Edição.
OLIVEIRA TCDA, SALES MLHDA. A implantação do programa telessaúde na atenção básica. Rev. enferm. UFPE on line, 2017; 11(6): 2380-2388.
ORGANIZAÇÃO PANAMERICANA DE LA SALUD (OPAS). 2016. Marco de implementación de um servicio de telemedicina. Washington. Disponível em: http://iris.paho.org/xmlui/bitstream/handle/123456789/28413/9789275319031_spa.pdf?sequence=6. Acessado em: 15 de agosto de 2018.
Rede de Teleassistência de Minas Gerais (RTMG). 2018. Disponível em: http://www.telessaude.hc.ufmg.br/. Acessado em: 14 de junho de 2018.
STRYMISH J, et al. Electronic Consultations (E-consults): Advancing Infectious Disease Care in a Large Veterans Affairs Healthcare System. Clinical infectious diseases: an official publication of the Infectious Diseases Society of America, 2017; 64(8), 1123–1125.
VINHAL WC; ARAÚJO DV; ARANHA RN. Histórico da normatização da telessaúde e os impactos da regulação da teleconsultoria na atenção primária em Minas Gerais. Revista de Saúde Digital e Tecnologias Educacionais. [online], volume 5, n. 2. Fortaleza, julho de 2020, p. 58-71.
YARAK S, et al. A Teledermatologia na Prática Médica. Revista Brasileira de Educação Médica, 2017; 41(2), 346-355.
WORLD HEALTH ORGANIZATION (WHO). 2018. Ìndice de Desenvolvimento Humano (2010). Disponível em: https://www.paho.org/bra/. Acessado em: 30 de outubro de 2018.
