Resumen
Objetivo: Verificar la influencia de la terapia de juego en la depresión, la imagen corporal y la calidad de vida en adultos jóvenes. Métodos: Se trata de un estudio de intervención, longitudinal y cuantitativo, en el que participaron 10 voluntarios, con síntomas autopercibidos de depresión, de ambos sexos, con edad media de 21,6± 1,50 años, sometidos a 12 sesiones de gameterapia, 5x/semana, con duración de 45 minutos, evaluada pre y postratamiento por el Patient Health Questionnaire 9 y la escala de depresión Hamilton-D21, imagen corporal por la escala Stunkard y calidad de vida por el Medical Outcome Study 36- ítem. Se utilizó la prueba de normalidad de Shapiro-Wilk, seguida de la prueba T y Anova (p≤ 0,05). Resultados: Se observó a través de los cuestionarios PHQ-9 y Escala de Hamilton que los voluntarios, en el pretratamiento, presentaron síntomas depresivos altos, así como una calidad de vida comprometida (SF-36), sin embargo, valores medios más bajos fueron analizados en el período post tratamiento (p≤ 0,05), indicando una mejoría significativa en relación a la intervención, sin embargo, no hubo diferencia significativa en la imagen corporal (p >0,05). Conclusión: La terapia de juego como abordaje fisioterapéutico puede ser considerada una conducta positiva para adultos jóvenes con depresión, actuando satisfactoriamente sobre los trastornos emocionales y físicos de esta patología, así como sobre la calidad de vida.
Referencias
BENTO S, et al. Use of digital game therapy among elderly persons undergoing dialytic treatment: cognitive aspects and depressive symptoms. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2018; 21(4): 447-455.
CHEIK N, et al. Effects of the physical exercise and physial activity on the depression and anxiety in elderly. Rev Bras Ciênc Mov, 2003; 11: 45-52.
COSTA EL, SANTOS CCT. Gameterapia na reabilitação de pacientes com paralisia cerebral. Revista Coleta Científica, 2021; 5(10): 60-68.
DORES AR, et al. Realidade virtual na reabilitação: por que sim e por que não? uma revisão sistemática= Virtual reality and rehabilitation: why or why not? a systematic literature review. 2012.
GONÇALVES CO, et al. Influência da atividade física na imagem corporal: Uma revisão bib liográfica. Motricidade, 2012; 8(2): 70-82.
GREEN CS, BAVELIER D. Learning, attentional control and action video games. Current Biology, 2015.
GRIFFITHS MD, et al. Videogames as Therapy: An Updated Selective Review of the Medical and Psychological Literature. International Journal of Privacy and Health Information Management (IJPHIM), 2017; 5(2): 71-96.
GUJRAL S, et al. Efeitos do exercício na depressão: possíveis mecanismos neurais. Psiquiatria Hospitalar Geral, 2017; 49: 2-10.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa nacional de saúde: 2013. Acesso e utilização dos serviços de saúde, acidentes e violências: Brasil, grandes regiões e unidades da federação. 2015. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv94074.pdf. Acessado em: 29/07/2022.
JOCA SRL, et al. Estresse, depressão e hipocampo. Brazilian Journal of Psychiatry, 2003; 25: 46-51.
JUNIOR CRP, et al. Estratégias não farmacológicas utilizadas na redução da depressão em idosos: revisão sistemática. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2018; 8.
LIEBERMAN DA. 2006. Dance games and other exergames: what the research says. Disponível em: https://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/summary?doi=10.1.1.403.8924.
LINS NCL, et al. Impacto do videogame ativo na autopercepção da imagem corporal e no desenvolvimento de comportamentos de risco para compulsão alimentar em adolescentes com excesso de peso. Research, Society and Development, 2020; 9(10).
MACIEL FB, CRAHIM SCSF. Utilização de videogames na melhoria das condições de saúde físico-mental de pacientes crônicos e de intervenção médica prolongada. Revista Mosaico, 2019; 10: 1.
MADDISON R, et al. Energy expended playing video console games: an opportunity to increase children’s physical activity?. Pediatric exercise science, 2007; 19(3): 334-343.
MARCIANO IA, et al. Efeitos da intervenção fisioterapêutica associada à realidade virtual na reabilitação de pacientes pós-AVE. Repositório Universitário da Ânima, 2021.
MELO GEL, et al. A utilização do xbox 360 kinect como auxílio no tratamento de pessoas com depressão. Revista de Educação, Saúde e Ciências do Xingu, 2019; 2: 1.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Depressão: causas, sintomas, tratamentos, diagnóstico e prevenção. 2019. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/d/depressao-1 Acessado em: 26 de março de 2020.
MORGADO F, et al. Análise dos instrumentos de avaliação da imagem corporal. Fitness & performance journal, 2009; 8(3): 204-211.
NICIDA DP, MACHADO KS. O uso de duas escalas de silhueta na avaliação da satisfação corporal de adolescentes: revisão de literatura. InterfacEHS, 2014; 9(2).
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE. Folha informativa - Depressão. 2018. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5635:folha-informativa-depressao&Itemid=1095. Acessado em: 26 de março de 2020.
ORLEY JH, et al. Quality of life assessment: international perspectives: proceedings of the joint meeting organized by the World Health Organization and the Foundation IPSEN in Paris, July 2-3 1993. 1994.
PEREIRA EF, et al. Qualidade de vida: abordagens, conceitos e avaliação. Revista brasileira de educação física e esporte, 2012; 26: 241-250.
PEROBELLI AO, et al. Diretrizes Clínicas em Saúde Mental. Secretaria de Estado da Saúde do Espirito Santo. 1º edição, 2018.
ROSENBERG D, et al. Exergames for subsyndromal depression in older adults: a pilot study of a novel intervention. The American Journal of Geriatric Psychiatry, 2010; 18(3): 221-226.
SANTOS AJN, et al. Depressão em adolescentes e sua relação com a imagem corporal. Multidisciplinary Reviews, 2019; 1.
SANTOS IS, et al. Sensibilidade e especificidade do Patient Health Questionnaire-9 (PHQ-9) entre adultos da população geral. Cadernos de Saúde Pública, 2013; 29: 1533-1543.
SILVA GA, LANGE ESN. Imagem corporal: A percepção do conceito em indivíduos obesos do sexo feminino. Psicol. Argum., 2010; 28(60): 43-54.
SILVA RO, et al. Quality of life assessment with the SF-36 instrument during the COVID-19 pandemic: A pilot study. Research, Society and Development, 2021.
SLOMP FM, et al. Uso da escala de hamilton para verificação do grau de ansiedade em professores da rede pública de ensino no município de Guarapuava-PR. Brazilian journal, 2021; 7(12).
STELLA F, et al. Depressão no idoso: diagnóstico, tratamento e benefícios da atividade física. Motriz. Journal of Physical Education, 2002; 90-98.
TAN B, et al. Aerobic demands of the dance simulation game. International journal of sports medicine, 2002; 23(2): 125-129.
VIANA RB, et al. O uso dos exergames nos protocolos de reabilitação em diversas populações clínicas. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde/Brazilian Journal of Health Research, 2018; 20 (3): 132-140.
VIANA RB, LIRA CAB. Exergames: o novo testamento para a prática de exercício físico. Praxia-Revista online de Educação Física da UEG, 2020.
