Resumen
Objetivo: Analizar las prácticas de enfermería para promover la lactancia materna exclusiva para niños de cero a seis meses en la perspectiva de mujeres embarazadas durante la atención prenatal en la atención primaria de salud en una unidad básica en el norte de Brasil. Métodos: Se realizó una investigación cualitativa de tipo investigativo-descriptivo. Resultados: Participaron del estudio 29 gestantes en el tercer trimestre del embarazo. Del análisis de contenido surgieron dos categorías temáticas: “Orientaciones de enfermería sobre la importancia de la lactancia materna” y “Acciones de enfermería durante el prenatal relacionadas con la lactancia materna en los primeros seis meses de vida”. Un número expresivo de mujeres realizó consultas de prenatal en menor cantidad que la recomendada para el último trimestre de gestación, recibiendo poca orientación de la enfermera relacionada con la lactancia materna además de la relación con la sobrecarga de trabajo del profesional. Conclusión: En la atención primaria, las estrategias dinámicas que incentivan esta práctica contribuyen a una mayor seguridad materna, minimizan la búsqueda de información en el espacio virtual, sin evidencia científica, con beneficios directos para la madre y el niño y consecuente minimización de la morbimortalidad infantil.
Referencias
AYOAMA EA, et al. A importância do aleitamento materno nos seis primeiros meses de vida do recém-nascido. ReBIS- Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde, 2020; 2 (2): 60-65.
BARBOSA DRF, REIS RP. O enfermeiro no incentivo ao aleitamento materno. Revista Eletrônica Estácio Recife, 2020; 6(1):1-10.
BARRA DCC, et al. Métodos para desenvolvimento de aplicativos móveis em saúde: revisão integrativa da literatura. Texto Contexto Enferm; 2017, 26(4):1-1.
BRASIL. Ministério da Saúde. Pesquisa inédita revela que índices de amamentação cresceram no Brasil. 2020. Disponível em: https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/47311-pesquisa-inedita-revela-que-indices-de-amamentacao-cresceram-no-brasil. Acessado em: 12 de setembro de 2021.
BRASIL. Resolução nº 466 de 12 de dezembro de 2012. Disponível em: http://www.conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acessado em: 10 de Junho de 2021.
BRASIL. Resolução CNS nº 580, de 22 de março de 2018. Prevê resolução complementar tratando das especificidades éticas das pesquisas de interesse estratégico para o SUS. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2018/Reso580.pdf. Acessado em: 10 de Junho de 2021.
BURATTO RR. Amamentação: conhecimento das puérperas sobre os benefícios. Trabalho de Conclusão do Curso, apresentado para obtenção do grau de Bacharel no Curso de Enfermagem da Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC. Criciúma, 2018.
DALMASO MS, BONAMIGO AW. A pesquisa on-line sobre amamentação: entre o senso comum e a OMS na era digital. Revista Eletrônica De Comunicação, Informação E Inovação Em Saúde; 2019, 13(4): 324-326.
FEITOSA MEB, et al. Breastfeeding: causes and consequences of early weaning. Research, Society and Development, 2020; 9(7): e856975071.
GAÍVA MAM, et al. Percepção das mulheres sobre pré-natal e parto. Esc Anna Nery; 2017, 21(4): e20170018.
GIORDANI RCF, et al. Maternidade e amamentação: identidade, corpo e gênero. Ciencia & Saude Coletiva; 2018, 23(8): 2731-2729.
GONÇALVES TBO. Gestação de primíparas: superando dificuldades e barreiras. Enfermagem da Escola de Ciências Sociais e da Saúde na Pontifícia Universidade Católica de Goiás. Goiânia, 2021.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Porto Velho. Taxa de mortalidade infantil. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/ro/porto-velho/pesquisa/39/30279?tipo=ranking. Acessado em: 10 de agosto de 2021.
MINAYO MCS. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 34ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
OLIVEIRA FS, et al. A eficácia da educação em saúde na prevenção do trauma mamilar na amamentação: revisão sistemática. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 2020; 20(2): 333-345.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). OMS quer elevar as taxas de amamentação no mundo até 2025. Disponível em: https://www.primeiros1000dias.com.br/oms-quer-elevar-taxas-amamentacao. Acesso em: 12 de agosto de 2021.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Quadro de pontuação global de amamentação, 2018: permitindo que as mulheres amamentem por meio de melhores políticas e programas. 2018. Disponível em:
https://www.who.int/nutrition/publications/infantfeeding/global-bf-scorecard-2018.pdf?ua=1. Acessado em: 12 de agosto de 2021.
QUEIROZ MVO, et al. Grupo de gestantes adolescentes: contribuições para o cuidado no pré-natal. Rev Gaúcha Enferm. 2017; 37(esp): e2016-0029.
RAMOS AE, et al. Conhecimento sobre aleitamento materno e alimentação complementar dos profissionais de saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71(6): 3129-3136.
REYES JCL, et al. Mortalidade neonatal e fatores associados em recém-nascidos internados em uma unidade de assistência neonatal. Arch Argent Pediat., 2018; 116(1): 42-48.
RIBEIRO S, et al. “Bom gestar”: implementação de um grupo para gestantes. Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social, 2019; 7(2): 263-269.
SILVA DD, et al. Promoção do aleitamento materno no pré-natal: discurso das gestantes e dos profissionais de saúde. REME. Rev Min Enferm. 2018, 22: e-1103.
SILVA VM, TONON TCA. Nurse’s performance in the breastfeeding process. Research, Society and Development, 2020; 9(10): e7819109158.
SONG GEH. Orientações recebidas pelas gestantes sobre amamentação durante o pré-natal e sua repercussão no puerpério imediato. Universidade Federal de Santa Catarina, 2020.
SOUZA NM. A importância da educação em saúde para adesão do aleitamento materno exclusivo no município de são luís na Unidade Básica de Saúde Dr. Antônio Carlos Sousa Reis Cidade Olímpica I. Universidade Federal do Ceará, 2018.
SOUZA DR, et al. Aleitamento materno e os motivos do desmame precoce no município de Porto Velho/RO. Revista Eletrônica Acervo Saúde; 2019, Sup.31: e1087.
SOUZA KM, et al. A assistência pré-natal dentro do programa de saúde da família: uma revisão integrativa sobre o papel do profissional de enfermagem. Revista Científica Interdisciplinar; 2021, 3 (6): 234-237.
FUNDO DE EMERGÊNCIA INTERNACIONAL DAS NAÇÕES UNIDAS (UNICEF). Bebés e mães em todo o mundo são vítimas da falta de investimento no aleitamento materno. 2017. Disponível em: https://www.unicef.org/angola/comunicados-de-imprensa/bebes-e-maes-todo-o-mundo-sao-vitimas-da-falta-de-investimento-no#:~:text=O%20Quadro%20de%20Resultados%20Mundiais,acima%20de%2060%20por%20cento. Acessado em: 10 de abril de 2022.
