Resumen
Objective: To understand the influence of physical exercise on immunometabolism and atherosclerosis. Bibliographic review: Physical activity and lifestyle changes have positive effects on vascular endothelium function and microvascular reactivity in obese individuals. In this sense, physical activity should be performed at least for a duration equal to 150 minutes per week, if the intensity is moderate, or 75 minutes if the intensity is vigorous, to prevent or control non-communicable chronic pathologies associated with lifestyle. Exercise performed chronically is a factor that prevents the development of atherosclerosis, and for exercise to bring this benefit, attention must be paid to the type, duration and frequency. Aerobic activity is more efficient in this process and can significantly increase the patient's life expectancy. Considerations final: The high rates of obesity and atherosclerosis impair the homeostasis of immunometabolism, requiring healthy lifestyle habits such as the regular practice of physical exercise, which helps in controlling these health problems, as well as preventing them.
Referencias
ALVIM RO, et al. Rigidez Arterial: Aspectos Fisiopatológicos e Genéticos. International Journal of Cardiovascular Sciences, 2017; 30(5): 433-41.
ANTUNES BM, et al. Imunometabolismo e Exercício Físico: Uma nova fronteira do conhecimento. Motri Ribeira de Pena, 2017; 13(1): 85-98.
BLANKE AO, VARA MFF. Doença arterial coronariana e exercício físico: uma revisão de literatura. Saúde e Desenvolvimento, 2019; 14(8): 50-72.
CARNEIRO TR e REHFELD MBCV. Reabilitação cardiovascular e educação em saúde: uma revisão sistemática. Revista Científica Faculdade Unimed, 2022; 3(3): 16-33.
FALUDI AA, et al. Atualização da diretriz brasileira de dislipidemias e prevenção da aterosclerose – 2017. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2017; 109(2): 1-76.
GAMBETTA JC, et al. Importância do diagnóstico e tratamento precoce. Revista Uruguaia de Cardiologia, 2019; 34(3): 208-238.
GASQUES LS, et al. Obesidade genética não sindrômica: histórico, fisiopatologia e principais genes. Arquivos ciências saúde UNIPAR, 2022; 26(2): 159-174.
GONÇALVES PRT, et al. Aterosclerose e sua relação com as doenças cardiovasculares. Revista Saúde em Foco, 2018; (10): 711-717.
LAURIANO J, et al. Perfil de pacientes ambulatoriais com risco cardiovascular e com doença arterial coronariana em Juína-MT. Saúde e Desenvolvimento Humano, 2021; 9(2): 1-13.
LIANG S, et al. Os LncRNAs estão envolvidos no processo de Aterosclerose em diversos níveis. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2022; 118: 1134-1140.
LOPES GGA, et al. Obesidade metabolicamente benigna: um resumo conceitual. Revista de APS, 2020; 23: 225-227.
MARIANI JUNIOR J. Relação da Adiponectina com as Características da Placa Aterosclerótica ao Ultrassom Intravascular com Radiofrequência e Desfechos Cardiovasculares. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2018; 111: 354-355.
MARTELLETO GKS, et al. Principais fatores de risco apresentados por pacientes obesos acometidos de COVID-19: uma breve revisão. Brazilian Journal of Development, 2021; 7(2): 13438-13458.
MARTELLI A, et al. Aterosclerose e lesões do endotélio vascular e as perspectivas clínicas na utilização das células progenitoras endoteliais no seu reparo. Brazilian Journal of Health Review, 2021; 4(1): 3207-3223.
MARTINS APB. É preciso tratar a obesidade como um problema de saúde pública. Revista de Administração de Empresas, 2018; 58: 337-341.
MASSA KHC, et al. Análise da prevalência de doenças cardiovasculares e fatores associados em idosos, 2000-2010. Revista Ciência e Saúde Coletiva, 2019; 24(1): 105-114.
MIKAEL LR, et al. Envelhecimento Vascular e Rigidez Arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2017; 109: 253-258.
MOTA WP, et al. Obesidade e COVID-19: uma revisão da fisiopatologia e exames laboratoriais. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(11): e9102.
NUNES JS. Fisiopatologia da diabetes mellitus tipo 1 e tipo 2. Portugal (Porto), 2018; 100: 8-12.
OLIVEIRA GGP, et al. Estilo de vida como fator de prevenção da aterosclerose. Cadernos da Medicina-UNIFESO, 2019; 2(2): 143-154.
PEREIRA V, et al. Fatores genéticos, epigenómicos, metagenómicos e cronobiológicos da obesidade. Acta Portuguesa de Nutrição, 2019; 17: 22-26.
REIS SC. Uma revisão bibliográfica sobre aterosclerose. Revista Eletrônica Acervo Científico, 2019; 3: e444.
RIBEIRO ML, SPOLADOR HFS. Saúde, renda e obesidade: uma análise para os estados brasileiros. Brazilian Journal of Health Economics, 2022; 14(1): 1-19.
SILVA FMA, et al. Consumo de frutas e hortaliças associado a outros comportamentos de risco entre adolescentes do Nordeste brasileiro. Revista Paulista de Pediatria, 2016; 34(3): 309-315.
SOARES BT, et al. Efeito do exercício físico sobre a dislipidemia. Revista de Atenção à Saúde, 2018; 16(58): 12-16.
SOUSA JR, RIBEIRO JK. A Aterosclerose, suas Causas e a Importância da Adiponectina. Saúde e Desenvolvimento Humano, 2019; 7(3): 49-55.
SWINBURN BA, et al. The Global Syndemic of Obesity, Undernutrition, and Climate Change: The Lancet Commission report. The Lancet, 2019; 393: 791-846.
