Resumen
Objetivo: Analizar la evolución socioepidemiológica de los casos de lepra en la Mesorregión de Marajó de 2001 a 2020. Métodos: Estudio ecológico transversal, utilizando datos del SINAN. Resultados: Se analizaron 2.906 casos. La caracterización socioepidemiológica predominó en adultos (38%), sexo masculino (59,6%), mestizo/color (73%), con enseñanza primaria incompleta (58,4%), residentes urbanos (54,5%). En la caracterización clínica predomina la clasificación multibacilar (63,3%) y borderline (40,9%). Se destacaron el grado 0 de discapacidad física (63,1%) y la curación (35,1%). La salida predominante fue por cura (76%) y el 14% abandonó el tratamiento. Predominó la no realización de la baciloscopía en 45,1% y la no realización ocurrió en 26,4%. Predominó el régimen terapéutico de 12 dosis con 57,7% y sin modalidad de detección predominó la demanda espontánea (58,9%). En los indicadores predominó el coeficiente de detección anual “Muy Alto”. Prevaleció el coeficiente en <15 años “hiperextremo” y “alto” en 2020. En la proporción de grado 2emic o “Medio”. La relación de curación progresó a "Bueno". La tasa de deserción se redujo a "regular". El grado 2 evaluado evolucionó a “Bueno”. Conclusión: Los indicadores apuntan a una mejoría en los servicios de salud, pero la epidemiología indica que la lepra permanece activa en Marajó.
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