Resumen
Objetivo: Plantear las dificultades y la percepción de docentes de escuelas municipales de un municipio de Minas Gerais sobre el abordaje del tema "uso de drogas en el contexto escolar". Métodos: trata de un estudio cualitativo, descriptivo e interpretativo, realizado con 17 docentes de un municipio ubicado en la Zona da Mata Mineira. Para comprender las dificultades y percepciones de los docentes en el abordaje del tema “uso de drogas” en el contexto escolar, el material utilizado fue la grabación y transcripción del curso, con 4 módulos, desarrollado con los participantes. Se utilizó el análisis de contenido propuesto por Bardin L (2016). El estudio fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación. Resultados: En cuanto al perfil sociodemográfico, 15 (88,2%) eran del sexo femenino, 8 (47,1%) estaban casados y tenían una edad media de 45 años. De los testimonios en cuanto al nivel de conocimiento sobre el tema de drogas se encontró que la mayoría de los docentes tienen bajo conocimiento, dificultad en el abordaje del tema y poca formación. Conclusión: Se concluye que existe una gran necesidad de formación docente en el tema de “drogas” y apoyo de otros espacios y segmentos de la sociedad.
Referencias
ALMEIDA CS et al. Fatores associados ao uso de álcool por adolescentes. Texto Contexto Enferm, 2021; 30:1-16.
ANJOS ML. Uma reflexão sobre a prevenção do consumo de drogas nas escolas. Dissertar, 2019; 1(32).
ATAIDE PC e NUNES IML. Feminização da Profissão Docente: as representações das professoras sobre a relação entre ser mulher e ser professora do ensino fundamental. Rev Educação e Emancipação, 2016; 167-88.
BARBOSA A, et al. Relações e condições de trabalho dos professores paulistas (1995-2018). Cad Pesqui, 2020; 50:790-812.
BARBOSA A. Implicações dos baixos salários para o trabalho dos professores brasileiros. Rev Educ e Políticas em Debate, 2012;1(2).
BARDIN L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2016.
BÉRIA JU, et al. Percepções e demandas de professores sobre educação preventiva ao abuso de álcool e outras drogas. Holos, 2017; 4: 357-70.
BESERRA MA et al. Prevalencia de violência en la escuela y uso de alcohol y otras drogas entre adolescentes. Rev Latino-am Enfermagem., 2019; 27:1-13.
BOGDAN RC e BIKLEN SK. Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto (Portugal): Porto Editora, 1994.
BRASIL. Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006. Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas; define crimes e dá outras providências. Diário Oficial da União. 23 ago 2006.
BRASIL. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 jun 2014, Ed. Extra.
BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n. 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprovam diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, Diário Oficial da União, 12 dez. 2012.
BRASIL. Ministério da Saúde. OPAS/OMS e UNODC expressam preocupação com as ações sobre drogas em São Paulo. 2017.
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: terceiro e quarto ciclo do ensino fundamental. Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF; 1998.
CARLINI EA, et al. V Levantamento Nacional sobre o consumo de drogas psicotrópicas entre estudantes do ensino fundamental e médio da rede pública de ensino nas 27 capitais brasileiras: 2004. São Paulo. 2005.
CAVALCANTE DCC e CASTRO DP. O Papel da Escola na Prevenção ao Uso de Drogas. Rev Saúde Educação 2018; 3(Suplemento): 36-36.
CAVALCANTE LPL. Uso de álcool e outras drogas em escolas públicas: percepção e ações dos professores. Brasília. Dissertação de Mestrado [Mestrado em Ciências e Tecnologias em Saúde] – Universidade de Brasília; 2019.
COELHO FJF e MONTEIRO S. Desafios e Potencialidades de um Curso On-line Sobre Drogas. EaD em Foco. 2019; 9(1):1-11.
COELHO FJF, et al. História, Ciência e reflexões: uma proposta transdisciplinar da inclusão de debates sobre drogas na escola. In: Scientiarum História IX-9º Congresso de História das Ciências das Técnicas e Epistemologia; 2016; Rio de Janeiro, Brasil. HCTE/UFRJ; 2016.
CORRÊA LM, et al. Desempenho escolar e vulnerabilidade ao uso de substâncias: articulações entre educação e saúde. Mostra de Extensão, Ciência e Tecnologia da Unisc 2020; 1: 235.
DALBOSCO C. Representações sociais de educadores sobre situações problema relacionadas ao uso de álcool e outras drogas no contexto escolar. Brasília. Tese [Doutorado em Psicologia Clínica e Cultura] – Universidade de Brasília; 2011.
DIAS OS e GOI MEJ. Revisão de literatura: Intervenções sobre saúde e educação no contexto escolar. Res, Soc Dev., 2021; 10(9):1-20.
FEDIUK FA, et al. Metodologias ativas e ágeis na escola e em redes sociais como forma de conscientização e prevenção ao uso de drogas. Revista Intersaberes, 2020; 15(34).
HIRATA G, et al. Professores: quem são, onde trabalham, quanto ganham. Ensaio, 2019; 27: 179-203.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pesquisa nacional de saúde do escolar: 2015 / IBGE, Coordenação de População e Indicadores Sociais. IBGE Coord. Rio de Janeiro: IBGE; 2016.
JONES SC e MAGEE CA. Exposure to alcohol advertising and alcohol consumption among Australian adolescents. Alcohol., 2011; 46(5): 630-7.
JUNIOR WAR, et al. Prevenção ao uso de drogas no ambiente escolar através do processo de sensibilização e conscientização. Carpe Diem, 2016; 14(1): 31-42.
MALTA DC et al. Uso de substâncias psicoativas em adolescentes brasileiros e fatores associados: Pesquisa Nacional de Saúde dos Escolares 2015. Rev. bras. epidemiol., 2018; 21:1-16.
MATIJASCIC M. Professores da educação básica no brasil: condições de vida, inserção no mercado de trabalho e remuneração. Texto para Discussão; 2017.
MINAYO MCS. Análise qualitativa: Teoria, passos e fidedignidade. Cienc Saude Coletiva 2012; 17(3): 621-6.
PEREIRA APD e SANCHEZ ZM. Drug use prevention: factors associated with program implementation in Brazilian urban schools. BMC public health., 2018; 18(1): 1-10.
PEREIRA APD, et al. Fatores associados à implantação de programas de prevenção ao uso de drogas nas escolas. Rev Saúde Pública., 2016; 50(44):1-10.
PEREIRA APD, et al. Fatores associados à implantação de programas de prevenção ao uso de drogas nas escolas. Rev Saude Publica., 2016; 50:44.
PEREIRA NA e TAVARES M. Percepções sobre o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD). Cad Fucamp, 2017; 16(26): 35-57.
PINTO AFR e ROCHA LEV. Evolução e dinâmica territorial da criminalidade violenta no estado de Minas Gerais. In: XIX Enaber; 2021 out 20-22; Brasil. Associação Brasileira de Estudos Regionais; 2021.
REIS TG e OLIVEIRA LCM. Padrão de consumo de álcool e fatores associados entre adolescentes estudantes de escolas públicas em município do interior brasileiro. Rev Bras Epidemiol., 2015; 18:13–24.
RIBEIRO J e CALIMAN G. Práticas utilizadas para a prevenção ao uso de drogas no cotidiano da sala de aula e da escola. In: WESCHENFELDER VI. Perspectivas para a educação contemporânea. [S. l.]: GKA EDU, 2020.
RODOVALHO HOP. Trabalho de conclusão de curso: Perfil epidemiológico dos usuários do centro de atenção psicossocial de álcool e outras drogas – CAPSAD – em Cajazeiras – PB.2018.
RONZANI TM e SILVEIRA PS (Ed.). Prevenção ao uso de álcool e outras drogas no contexto escolar. Juiz de Fora: UFJF, 2014.
SANTOS J. Abuso de drogas e rendimento escolar de jovens: contribuições para a educação profissional. Braz J Dev. 2021; 7(6): 55159-80.
SILVA PMC, et al. Multiprofessional training on drugs in the school context: training, health and education. J Health Npeps., 2019; 4(1): 182-199.
SILVA PMC, et al. Percepções, dificuldades e ações de professores frente às drogas na escola. Educ Pesqu, 2018; 44: 1-16.
ZIMMERMANN KAC e BOFF ETDO. Um panorama sobre a utilização de drogas e a sexualidade na adolescência. Salão do Conhecimento, 2021; 7(7).
