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Análisis clínico-epidemiológico de los casos de sífilis congénita en la ciudad de Altamira-PA
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Palabras clave

Sífilis congénita
Atención prenatal
Tratamiento

Cómo citar

Análisis clínico-epidemiológico de los casos de sífilis congénita en la ciudad de Altamira-PA. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(4), e11660. https://doi.org/10.25248/reas.e11660.2023

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Resumen

Objetivo: Analizar el perfil clínico-epidemiológico de los casos de sífilis congénita del 2017 al 2021 en el Municipio de Altamira - PA. Métodos: Se trata de un estudio cuantitativo, descriptivo y ecológico, con datos recolectados del Sistema de Información de Enfermedades de Declaración Obligatoria (Sinan), realizado en Altamira - PA, con gestantes residentes en el municipio y sus respectivos recién nascidos (RN’s). El análisis fue por estadística descriptiva y prueba exacta de Fisher. Resultados: La tasa de incidencia de sífilis varía a lo largo de los años, con la mayor incidencia en el 2018, con una tasa de 0,012. El 94,3% indica que la sífilis gestacional se atenúa en edades entre 15 y 34 años. El 66,7% de los casos de sífilis durante el embarazo fueron en madres con menos de ocho años de escolaridad. El 86% de ellas realizó control prenatal, pero el 87,4% no realizó el tratamiento de la sífilis gestacional o lo hizo de forma inadecuada, y sus parejas no fueron atendidas o el tratamiento fue inadecuado, lo que podría derivar en el proceso de reinfección. Conclusión: Aunque la mayoría de los diagnósticos de sífilis gestacional ocurren en el control prenatal, el 87,4% no se sometió al tratamiento o lo hizo de forma inadecuada, lo que deriva en sífilis congénita por transmisión vertical.

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