Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Tamizaje de manifestaciones clínicas post-procedimientos en el sector de la hemodinámica
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Tamizaje
Manifestaciones Clínicas
Procedimientos
Hemodinamia

Cómo citar

Tamizaje de manifestaciones clínicas post-procedimientos en el sector de la hemodinámica. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(1), e11662. https://doi.org/10.25248/reas.e11662.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Rastrear las manifestaciones clínicas de pacientes sometidos a procedimientos en el laboratorio de hemodinámica de un hospital privado de São Luís - MA. Métodos: Estudio descriptivo con abordaje cuantitativo, con participantes de ambos sexos, mayores de 20 años. Se preguntó a los participantes sobre dolor local, sensación de pesadez en el miembro, presencia de hematomas, hiperemia, equimosis, limitación del movimiento, orientación al alta y reevaluación. Los datos se analizaron utilizando el software IBM SPSS Statistics. Resultados: Muestra con 147 pacientes, su variable general fue 69,4% de sexo masculino, 37,4% edad entre 41 a 49 años, ingresados ​​electivamente 71,4%, la vía de acceso fue la radial tradicional con 73,5%. Manifestaciones clínicas: el 93,2% no refirió dolor, el 100% no refirió pesadez y sin limitación de movimiento, el 85,5% no presentó hematomas, el 90,5% no presentó hiperemia y el 93,2% no presentó equimosis, el 96,6% recibió instrucciones de alta y el 100% no volvió para reevaluación. Conclusión: Con estos datos en la mano, es necesario realizar un seguimiento diario de las manifestaciones clínicas de los pacientes sometidos a procedimientos en el sector de hemodinámica como forma de tamizaje de complicaciones relacionadas con los procedimientos realizados en este sector.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANDREAZZI MF, et al. Oferta e utilização de serviços de hemodinâmica no estado do Rio de Janeiro, Brasil. Rev. Col. Bras. Cir, 2014; 41(5): 357-365.

BRANT LCC, et al. Variações e diferenciais da mortalidade por doença cardiovascular no Brasil e em seus estados, em 1990 e 2015: estimativas do Estudo Carga Global de Doença. Rev Bras Epidemiol. 2017: 116-128.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Rastreamento / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 2010. Disponível em : https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/caderno_atencao_primaria_29_rastreamento.pdf . Acessado em 29/10/2022

BRASIL, Portaria 449 de 15 de Abril de 1999. Artigo 2. Ministério da Saúde.https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2016/prt0449_29_04_2016.html Acessada em 29/10/2022

BRASIL, Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Portaria nº210 de 15 de junho de 2004. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2004.

BULECHEK GM, et al. NIC Classificação das intervenções de enfermagem. 6. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.

CAMPOS MPA, et al. Complicações na sala de recuperação pós-anestésica: uma revisão integrativa. Revista SOBECC, 2018; 23(3): 160–168.

CANEVARO L. Aspectos Físicos e Técnicos da Radiologia Intervencionista, RJ, 2009

CHENG KY, et al. Access site complications and puncture site pain following transradial coronary procedures: a correlational study. Int J Nurs Stud., 2013; 50(10): 1304-13.

CIETO BB, et al. Recursos e inovações de enfermagem para a alta: revisão integrativa. Rev Min Enferm., 2014; 18(3): 752-7.

COSTA, GR, et al. Atuação do enfermeiro no serviço de hemodinâmica: uma revisão integrativa. R. Interd., 2014; 7(3): 157-164.

GONÇALVES PRT, et al. Aterosclerose e sua relação com as doenças cardiovasculares. Revista Saúde em Foco – Edição nº 10 – Ano: 2018.

LIPTROTT S, et al. Acceptability of telephone support as perceived by patients with cancer: a systematic review. Eur J Cancer Care (Engl)., 2018; 27(1): e12643.

LUCENA KDT, et al. Assistência aos pacientes submetidos a cateterismo cardíaco em uma urgência hospitalar. Rev enferm UFPE on line., Recife, 2016; 10(1): 32-9.

MIRANDA FA, et al. Políticas públicas em saúde relacionadas ao diagnóstico precoce e rastreamento do câncer bucal no Brasil. SANARE (Sobral, Online). 2019; 18(2): 86-95.

MUSSI FC, TEIXEIRA JRB. Fatores de risco cardiovascular, doenças isquêmicas do coração e masculinidade. Revista Cubana de enfermaria, 2018; 34(2).

NEVES MIS. Eventos Hemorrágicos no doente submetido a Cateterismo Cardíaco. Lisboa: Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa, 2017.

NOBREGA ERA, Hemostasia da artéria radial pós cateterismo cardíaco: comparação randomizada do tempo de compressão e avaliação das complicações vasculares. ATTENA. Repositório da UFPE, 2016.

PIVA CD, et al. Desconfortos Relatados Pelos Pacientes Após Cateterismo Cardíaco Pelas Vias Femoral ou Radial. Revista Brasileira de Cardiologia Invasiva. 2014.

REAL JV, et al. Estimativa do Produto Dose-Área em Procedimentos de Cardiologia Intervencionista: Uma Revisão de Literatura. Revista Brasileira de Física Médica. 2016.

REICH R, ALMEIDA MA. Nível de complicação: acesso vascular – um novo resultado de enfermagem para avaliação de pacientes pós-procedimentos percutâneos. Porto Alegre, 2016.

RIBAS PD. Análise do perfil dos usuários de procedimentos endovasculares na região centro-sul fluminense no ano de 2014. Repositório UFFR, institucional, 2016.

RONZANI TM, et al. Implantação de rotinas de rastreamento do uso de risco de álcool e de uma intervenção breve na atenção primária à saúde: dificuldades a serem superadas. Cad. Saúde pública, Rio De Janeiro, 2005; 21(3).

RUGGIRI JC, et al. Implementing post-discharge 48-hour scripted call for patients with heart failure: an evidence-based practice quality improvement project. Medsurg Nurs. 2019

SAMPAIO MS, SANTANA PS. A enfermagem frente as complicações do cateterismo cardíaco. Bahia. 2016.

SANTOS TL, et al. Orientações de alta hospitalar para o desempenho do autocuidado após a cirurgia cardíaca: revisão integrativa. Rev baiana enferm. 2020; 34: e-35284.

SANTOS ACPS, et al. Complicações vasculares e fatores relacionados a sua ocorrência após procedimentos hemodinâmicos percutâneos. Rev. Enferm. UFSM, Santa Maria, 2020; 10: 1-16.

SANTOS GS, CUNHA ICKO. Avaliação da capacidade funcional de idosos para o desempenho das atividades instrumentais da vida diária: um estudo na atenção básica à saúde. Rev Enferm Cent-Oeste Min. [Internet]. 2013.

SILVA TKC, et al. Comparação de rastreamento e estado de ansiedade entre estudantes de enfermagem. Saúde Coletiva (Barueri), 2021; 11(60): 4762–4773.

SOARES MMS. cateterismo cardíaco via femoral: Descrição clínica e complicações associadas. Revista enfermagem UFPE Recife, 2017; 11(Supl. 3): 1473-80.

SOUZA MS, et al. Perfil de Pacientes submetidos ao cateterismo cardíaco: Subsídio para Prevenção de Fatores de Risco Cardiovasculares. Cogitare Enferm., 2014; 19(2): 304-8.

SOUZA RH. Estimativa da incidência de complicações vasculares em pacientes submetidos a procedimentos cardiológicos percutâneos: coorte prospectiva (resultados preliminares). Repositório Digital. UFGRS, Porto Alegre, 2020

SOUZA VS, CORGOZINHO MM. A enfermagem na avaliação e controle da dor pós-operatória. Rev. Cient. Sena Aires. 2016; 5(1): 70-8.

STEINKIRCH CV, et al. - Avaliação dos Aneurismas Intracranianos Tratados no Instituto de Neurologia de Curitiba. J Bras Neurocirurg, 2017; 28(3): 159-166.

ZUKOWSKI CN, et al. Acesso radial vs femoral em pacientes com idade avançada submetidos à intervenção coronária percutânea. Rev Bras Cardiol Intensiva, 2017.