Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Factores asociados al aumento de las infecciones de transmisión sexual en el público anciano
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Salud del Anciano
Enfermedades de Transmisión Sexual
Enfermería

Cómo citar

Factores asociados al aumento de las infecciones de transmisión sexual en el público anciano. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(3), e11813. https://doi.org/10.25248/reas.e11813.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Identificar los factores asociados al aumento de las Infecciones de Transmisión Sexual (ITS) en la población anciana. Métodos: Se trata de una revisión integrativa de la literatura, donde se buscaron artículos publicados entre 2017 y 2022, en inglés, español y portugués por fuentes electrónicas: Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Scientific Electronic Library Online (SciELO) y National Library of Medicine and Institutos Nacionales de Salud (PUBMED). Resultados: Luego de la lectura y análisis de los artículos, se seleccionaron 19 estudios. Los resultados fueron agrupados por similitud, constituyendo cuatro categorías de análisis: Factores asociados al aumento de ITS; Actuación de los profesionales de la salud en la prevención de las ITS; Correlación entre la ausencia de medidas preventivas y el aumento de las ITS y las ITS predominantes en este público. Consideraciones finales: Se considera que tales evidencias contribuirán a una mejor comprensión de la compleja relación entre factores culturales, modelos de atención y estigmatización de la sexualidad de este público con el aumento de las ITS. El reconocimiento de esos factores es fundamental para ampliar el acceso a la información, las prácticas educativas justas y la formación de los profesionales de la salud, posibilitando la implementación de políticas públicas emancipatorias.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALBUQUERQUE JS, et al. Prevalência de infecções sexualmente transmissíveis em idosos do Brasil. Research, Society and Development, 2022, 11(14): e360111436387.

ANDRADE J, et al. Vulnerabilidade de idosos a infecções sexualmente transmissíveis. Acta Paulista de Enfermagem, 2017; 30(1): 8-15.

ANDRADE NP, et al. Educação sexual como estratégia na prevenção de infecções sexualmente transmissíveis em idosos: revisão integrativa. Realize Editora, Campina Grande, CONEDU, 2019.

BASTOS LM, et al. Avaliação do nível de conhecimento em relação à Aids e sífilis por idosos do interior cearense, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2018; 23(8): 2495-2502.

BORGES JPM, et al. Evolução do perfil epidemiológico da aids entre idosos no brasil desde 2009 até 2019. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(10): e9148.

BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis. HIV/aids. 2020. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/publico-geral/o-que-e-hiv/tratamento-para-o-hiv. Acessado em: 21 de dezembro de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Hepatite B. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais/hepatite-b-1. Acessado em: 27 de dezembro de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Hepatite C. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/h/hepatites-virais/hepatite-c-1. Acessado em: 27 de dezembro de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. O que são infecções sexualmente transmissíveis. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/i/infeccoes-sexualmente-transmissiveis-ist-1#:~:text=As%20Infec%C3%A7%C3%B5es%20Sexualmente%20Transmiss%C3%ADveis%20(IST,uma%20pessoa%20que%20esteja%20infectada. Acessado em: 23 de março de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Caderneta de saúde da pessoa idosa. 4. ed. Brasil: Brasília, 2017. Disponível em: https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/setembro/27/CADERNETAPESSOA-IDOSA-2017-Capa-miolo.pdf. Acessado em: 03 de maio de 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Sífilis: entenda o que é, qual a prevenção e o tratamento disponível no SUS. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2022/outubro/sifilis-entenda-o-que-e-qual-a-prevencao-e-o-tratamento-disponivel-no-sus. Acesso em: 26 dez. 2022.

COELHO WV, et al. Fatores associados à sexualidade do idoso na atenção primária à saúde. Rev. Enferm. UFPE online, 2021; 15(1): 1-14.

CORDEIRO LI, et al. Validação de cartilha educativa para prevenção de HIV/Aids em idosos. Revista Brasileira de Enfermagem, 2017; 70(4): 775-782.

COSTA MS, et al. Knowledge, beliefs, and attitudes of older women in HIV/AIDS prevention. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71(1): 40-46.

DANTAS DV, et al. Sexualidade e qualidade de vida na terceira idade. Revista Brasileira de Pesquisa em Saúde, Vitória, 2018; 19(4): 140–148.

FERREIRA CO, et al. Vulnerabilidade a infecções sexualmente transmissíveis em idosos usuários de um centro de testagem e aconselhamento. Arq. Cienc. Saúde UNIPAR, Umuarama, 2019; 23(3): 171-180.

FERREIRA LC, et al. Fatores associados ao aumento de infecções sexualmente transmissíveis em idosos. Revista Brasileira Interdisciplinar de Saúde - ReBIS, Brasília, 2021; 3(2): 22-8.

FILEBORN B, et al. Safer Sex in Later Life: Qualitative Interviews with Older Australians on Their Understandings and Practices of Safer Sex. J Sex Res. 2018; 55(2): 164-177.

IBGE – INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Projeção da população do Brasil e das Unidades da Federação. [S. l.], 25 mar. 2022. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/apps/populacao/projecao/index.html?utm_source=portal&utm_medium=popclock&utm_campaign=novo_popclock. Acessado em: 25 de março de 2022.

JUNIOR PSS e MENDES PN. Sexualidade do idoso: intervenções do enfermeiro para a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis. Research, Society and Development. Itajubá, 2020; 9(12): e27491210760.

LIMA JS, et al. O conhecimento dos idosos acerca das infecções sexualmente transmissíveis. Caderno de Graduação - Ciências Biológicas e da Saúde - UNIT - Alagoas, 2021; 6(3): 31.

MONTE CF, et al. Idosos frente a infecções sexualmente transmissíveis: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, 2021; 4(3): 10804-10814.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Resumo: Relatório mundial de envelhecimento e saúde. Genebra: OMS, 2015. Disponível em: https://sbgg.org.br/wp-content/uploads/2015/10/OMS-ENVELHECIMENTO-2015-port.pdf. Acessado em: 24 de março de 2022.

RODRIGUES CFC, et al. Atividade sexual, satisfação e qualidade de vida em pessoas idosas. Revista Eletrônica de Enfermagem, Goiânia, Goiás, Brasil, 2019; 21: 57337.

REN J, et al. Sunset Without AIDS: protocol for a randomized controlled trial of a brief video-based intervention to improve the ability of AIDS prevention in elderly men, 2022; 23: 146.

ROSA RJS, et al. Infecções sexualmente transmissíveis em idosos: revisão integrativa da literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13: e9052.

ROTHER ET. Revisão sistemática X revisão narrativa. Acta Paulista de Enfermagem, 2007; 20(2): v-vi.

SALES LB, et al. Fatores associados à propagação de infecções sexualmente transmissíveis entre idosos no Brasil: uma revisão da literatura. Revista Eletrônica da Faculdade Evangélica de Ceres, 2021; 10(1): 26-45.

SANTOS FMG, et al. Idoso e HIV: um desafio para o enfermeiro nas estratégias de prevenção. BIUS – Boletim Informativo Unimotrisaúde em Sociogerontologia, 2020; 15(9): 1-10.

SILVA DL, et al. Estratégias de prevenção a IST realizadas por enfermeiros na atenção primária a saúde: uma revisão integrativa. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, 2021; 4(2): 4028-4044.

SOUZA MO, et al. Sexualidade na terceira idade: uma visão da equipe multiprofissional. Realize Editora, Campina Grande, CIEH, 2017; 5: 1-6.