Resumen
Objetivo: Conocer la percepción de los profesionales enfermeros sobre la aplicabilidad de la Política Nacional de Humanización en el sector de neonatología. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo-exploratorio, de abordaje cualitativa, realizado a través de entrevista con 20 (veinte) enfermeros en ambientes de neonatología en un hospital de referencia materno infantil en la región Norte de Brasil. El análisis de los dados se realizó mediante el Análisis de Contenido con la ayuda del software IRAMUTEQ a través del método de Reinert. Resultados: Por medio del análisis fue definido seis categorías, atendiendo al objetivo propuesto: Prácticas humanizadas en neonatología, humanización en el contexto institucional y profesional, relevancia de la humanización en el contexto neonatal, desarrollos y obstáculos para la humanización en neonatología, método kanguru como norte del cuidado humanizado al recién nacido y la Política Nacional de Humanización en la integralidad del cuidado. Conclusión: Se ha observado que los enfermeros perciben los cambios que se producen en la asistencia, promovidos por la Política Nacional de Humanización en el ambiente neonatal, desde el contexto institucional hasta el profesional, que se realiza a través de la prestación de asistencia tanto al recién nacido como a su familia, además de la creación de un ambiente acogedor. Sin embargo, sigue presentando sus desafíos diarios en las rutinas de cuidado.
Referencias
ACAUAN LV, et al. Utilização do software iramuteq® para análise de dados qualitativos na enfermagem: um ensaio reflexivo. Revista Mineira de Enfermagem, 2020; 24: e1326.
AGUIAR ZN. SUS: Sistema Único de Saúde – antecedentes, percurso, perspectivas e desafios. 2nd ed. Martinari. São Paulo. 2015; 15-40.
BARDIN L. Análise dos dados. São Paulo: Edições 70, 2016; 125-131p.
BOTÊLHO SM, et al. Representações sociais de profissionais sobre suas práticas educativas em saúde para mães de prematuros. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(7): e6961.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização. Ministério da Saúde, 2013.
CARVALHO BC de. Atuação da equipe de enfermagem no cuidado ao paciente grave. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2018; 17: e36.
COSTA JVS, et al. Humanização da Assistência Neonatal na Ótica dos Profissionais da Enfermagem. Revista de Enfermagem da UFPE, 2019; 13: e242642.
COSTA R, et al. Acolhimento na unidade neonatal: percepção da equipe de enfermagem. Revista de enfermagem da UERJ, 2012; 20(3): 349.
FERREIRA LB e ARTMANN E. Discursos sobre humanização: profissionais e usuários em uma instituição complexa de saúde. Revista Ciência e Saúde Coletiva, 2018; 23(5): 1437-1450.
GOMES MP, et al. Mothers’ knowledge of premature newborn care and application of Kangaroo Mother Care at home. Revista Brasileira de Enfermagem, 2021; 74(6): e20200717.
LUZ RT, et al. Importância da presença dos pais durante o internamento neonatal. Revista de Enfermagem da UFPE, 2019; 13: e239790.
MARTINS CP e LUZIO CA. Política Humaniza SUS: ancorar um navio no espaço. Revista Interface – Comunicação, Saúde e Educação, 2017; 21(60): 13-22.
MARTINS FR, et al. Necessidades de qualificação do processo de trabalho da enfermagem em UTI pediátrica. Revista Multidisciplinar e de Psicologia, 2019; 13(43): 322-328.
MESQUITA D da S, et al. Acolhimento de enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal segundo binômio pais-filhos: estudo de revisão integrativa da literatura. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2019; 11(13): e980.
MICHELAN VCA e SPIRI WC. Percepção da humanização dos trabalhadores de enfermagem em terapia intensiva. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71(2): 372-8.
MINISTÉRIO DA SAÚDE (BR). Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União, Brasília, DF. 12 dez 2012. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2013/res0466_12_12_2012.html. Acessado em: 01 de janeiro de 2017.
NASCIMENTO JS, et al. Humanização na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal: Revisão de Literatura. Caderno de Graduação - Ciências Biológicas e da Saúde. 2017; 4(1): 23-30.
NASCIMENTO LCN, et al. Theoretical saturation in qualitative research: an experience report in interview with schoolchildren. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71(1): 228-33.
PAULA VG, et al. Acolhimento: um olhar inclusivo da Política Nacional de Humanização como estratégia de inclusão social. Revista Educação: Saberes e Prática, 2018; 7: 1.
POLIT DF e BECK CT. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: avaliação de evidências para a prática de enfermagem. Porto Alegre, Artmed, 2018; 9.
ROCHA MCP, et al. Assistência humanizada na terapia intensiva neonatal: ações e limitações do enfermeiro. Saúde em Revista, 2015; 15(40): 67-84.
SOARES SSS, et al. Ensino do Iramuteq para uso em pesquisas qualitativas segundo vídeos do YouTube: estudo exploratório-descritivo. Escola de Enfermagem da USP, 2022; 56: e20210396.
SOUZA SC, et al. Fortalecimento do vínculo entre a família e o neonato prematuro. Revista de Enfermagem da UFPE, 2019; 13(2): 298-306.
SOUZA VRS, et al. Tradução e validação para a língua portuguesa e avaliação do guia COREQ. Revista Acta Paulista de Enfermagem, 2021; 34.
