Resumen
Objetivo: Comprender cómo los profesores de cursos de Fisioterapia entienden la interdisciplinariedad y la formación interprofesional, a partir de las Directrices Curriculares Nacionales y los Proyectos Pedagógicos de los cursos, para actuar en el Sistema Único de Salud. Métodos: Se trata de un estudio de caso con abordaje cualitativo y fue realizado con docentes de instituciones de enseñanza superior del estado de Paraíba, entre los años 2020 y 2021. Se realizaron dos grupos focales que orientaron las entrevistas individuales, vía Google Meet. La organización y sistematización de la información recolectada siguió los procedimientos de análisis de contenido temático. Resultados: Los participantes tienen dificultad para conceptualizar la interdisciplinariedad, tienen poca experiencia en su proceso de formación sobre prácticas interdisciplinares y acción interprofesional. Sin embargo, son capaces de identificar las debilidades existentes durante su propio proceso de formación. En cuanto a los documentos de curso, son superficiales en cuanto a su contenido y dificultad para llevarlos a cabo, así como la necesidad de reformular los planes de estudio y mejorar sus prácticas docentes. Conclusión: Los participantes conocen el proceso de formación de los fisioterapeutas, tienen un conocimiento superficial sobre los documentos del curso, identifican debilidades en su propia formación con falta de conocimiento de las prácticas interdisciplinarias y la interprofesionalidad, lo que implica directamente el desempeño profesional.
Referencias
ABENSUR PLD. A contribuição dos referenciais freireanos para a docência universitária na saúde: uma possibilidade de formação? Colóquio Web Currículo: contexto, aprendizado e conhecimento. Pesquisa em Currículo, 2014; (8).
BARROS CMP e DIAS AMI. A formação pedagógica de docentes bacharéis na educação Superior: construindo o Estado da Questão. Rev. Edu. Questão, 2016; 54(40): 42-74.
BREHMER LCF e RAMOS FRS. Experiências de integração ensino-serviço no processo de formação profissional em saúde: revisão integrativa. Rev. Eletr. Enf. [Internet], 2014; 16(1): 228-37.
CAMARA AMCS, et al. Educação interprofissional no Programa PET-Saúde: a percepção de tutores. Interface [Internet], 2015; 19(suppl 1).
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO (BRASIL). Diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em fisioterapia. In: Almeida, Márcio. Diretrizes curriculares nacionais para os cursos universitários da área de saúde. Londrina: Rede Unida; 2003; 30-6.
COSTA MV. The interprofessional education in Brazilian context: some reflections. Interface, 2016; 20(56):1 97-8.
CYRINO EG e TORALLES PML. Trabalhando com estratégias de ensino-aprendizado por descoberta na área da saúde: a problematização e a aprendizagem baseada em problemas. Cad. Saúde Pública, 2004; 20(3).
FARIAS DN, et al. Interdisciplinaridade e interprofissinalidade na estratégia saúde da família. Trab. Edu. Saúde, 2018; 16(1): 141-62.
FEUERWERKER LCM. Educação dos profissionais de saúde hoje: problemas, desafios, perspectivas e as propostas do Ministério da Saúde. Rev ABENO, 2003. 3(2): 24-7.
GIBBS GR. Análise de dados qualitativos. Porto Alegre: Artmed; 2009.
MASETTO MT. Competência pedagógica do professor universitário. São Paulo: Summus; 2003.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (BRASIL). Conselho Nacional de Educação Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES 4, de 19 de fevereiro de 2002. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Fisioterapia. Diário Oficial União, 2002 Seção1: 11-12. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/CES042002.pdf. Acessado em: 22 de setembro de 2022.
MINISTÉRIO DA SAÚDE (BRASIL). Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde: o que se tem produzido para o seu fortalecimento? [Internet] Brasília : Ministério da Saúde; 2018. Disponível em:https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_educacao_permanente_saude_fortalecimento.pdf. Acessado em: 29 de abril de 2020.
MONTEIRO AR. Profissão docente: profissionalidade e autorregulação. São Paulo: Cortez; 2015.
NUIN JJB e FRANCISCO EIF. Manual de educação interprofissional em saúde. Rio de Janeiro: Elsevier; 2019.
REEVES S, et al. Interprofessional education: effects on professional practice and healthcare outcomes (update). Cochrane Database Syst Rev., 2013; 28(6).
ROCHA VM. Aprendendo a aprender: fazeres da ABENFISIO no processo de formação do fisioterapeuta. Caderno de Edu, Saúde e Fisiot., 2014; 1(1).
SILVA JAM, et al. Educação interprofissional e prática colaborativa na Atenção Primária à Saúde. Rev. Esc. Enferm. USP, 2015; 49(2).
STAMBERG CS. A interdisciplinaridade e o ensino de ciências na prática de professores do ensino fundamental. Experiências em Ensino de Ciências, 2016; 11(3): 1-11.
UMBELINO M e ZAMBINI FO. A importância da interdisciplinaridade na formação docente. In: Seminário Internacional de Educação Superior 2014. Formação e Conhecimento, 2014.
ZWARENSTEIN M, et al. Interprofessional collaboration: effects of practice-based interventions on professional practice and healthcare outcomes. Cochrane Database Syst Rev., 2009; 8(3).
