Resumen
Objetivo: Caracterizar el perfil de atención y analizar la acogida en una Unidad de Salud de la Familia (USF). Métodos: Se trata de un estudio transversal y observacional, realizado en el interior de Paraíba, entre septiembre y octubre de 2022. La muestra estuvo compuesta por 214 usuarios, determinados por criterios de inclusión y exclusión. Los datos fueron recolectados a través de un cuestionario, y el análisis se realizó mediante estadística inferencial y descriptiva. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación. Resultados: La muestra está compuesta en su mayoría por pacientes del sexo femenino (72,0%), con una edad media de 35,74 años, con instrucción primaria incompleta (40,7%) y desempleados (30,8%). La queja más prevalente fue el cuadro de dolor (22,8%) y las consultas fueron mayoritariamente programadas (62,6%). Los hombres buscaron más consultas por demanda espontánea (34,0%), mientras que las mujeres buscaron por actividad programática (29,2%). Ambos géneros calificaron mayoritariamente la recepción como excelente (66,4%). Conclusión: Así, se observa que los hombres todavía rara vez buscan el servicio de salud, siendo necesario mejorar la calidad de la atención para garantizar el acceso de toda la población.
Referencias
BRASIL. Cadernos de Atenção Básica, n. 28, volume 1. 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_demanda_espontanea_cab28v1.pdf. Acessado em: 19 de outubro de 2022.
CABRAL DMC, et al. Estudo do acolhimento de uma Unidade Básica de Saúde na cidade de São Paulo. Revista APS, 2012; 15(3): 238-244.
CAMARGO DS e CASTANHEIRA ERL. Ampliando o acesso: o acolhimento por equipe como estratégia de gestão da demanda na atenção primária à saúde. Interface - Comunicação, Saúde, Educação, 2020; 24: 17-34.
CHÁVEZ GM, et al. Acesso, acessibilidade e demanda na estratégia saúde da família. Escola Anna Nery,2020; 24(4): 1-9.
CHÁVEZ GM, et al. A inter-relação da demanda e acessibilidade na Estratégia Saúde da Família. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2020; 30(3): 1-20.
DANTAS RCO e RONCALLI AG. Protocolo para indivíduos hipertensos assistidos na Atenção Básica em Saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24(1): 295-306.
FARIAS DN, et al. Interdisciplinaridade e interprofissionalidade na Estratégia Saúde da Família. Trabalho, Educação e Saúde, 2018; 16(1): 141-162.
FARIAS QLT, et al. Acolhimento com classificação de risco na Estratégia Saúde da Família: implantação a partir do arco de maguerez. Brazilian Journal Of Health Research, 2020; 22(1): 106-112.
FREITAS JLGS. Análise do acolhimento à demanda espontânea baseado no perfil de atendimentos da atenção básica. Monografia – Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, 2016; 60p.
JÚNIOR CDS, et al. Saúde do homem na atenção básica: fatores que influenciam a busca pelo atendimento. Revista Ciência Plural, 2022; 8(2): e26410.
KRUG SBF, et al. Trabalho, sofrimento e adoecimento: a realidade de agentes comunitários de saúde no sul do brasil. Trabalho, Educação e Saúde, 2017; 15(3): 771-788.
LUCENA LN, et al. Avaliação da satisfação do usuário com o acolhimento na estratégia de saúde da família no Recife (PE). Revista Ciência Plural, 2018; 4(2): 21-37.
MARTINS ACT, et al. O Projeto AcolheSUS na Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24(6): 2095-2103.
MOURA RA, et al. Atendimento à demanda espontânea na Estratégia Saúde da Família: práticas e reflexões de um processo em construção. Revista de Saúde Coletiva, 2022; 32(1): e320103.
OLIVEIRA PP, et al. Experience of men in the context of Primary Health Care. Investigación y Educatión en Enfermería, 2015; 33(2): 227-236.
ROSSATO K, et al. Acolhimento com classificação de risco na Estratégia de Saúde da Família: percepção da equipe de enfermagem. Revista de Enfermagem da Ufsm, 2018; 8(1): 144-156.
SCHOLZE AS. Acolhimento com classificação de risco para a Estratégia Saúde da Família: a prática em uma unidade docente-assistencial. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2014; 9(31): 219-226.
SILVA TF e ROMANO VF. Percepções a respeito do acolhimento na atenção primária no município do Rio de Janeiro. Rev. Aten. Saúde, 2016; 14(49): 5-10.
SOUZA PCB, et al. Exame clínico e suas implicações para a efetividade do processo de enfermagem. Rev. Fam., Ciclos Vida Saúde Contexto Soc., 2018; 6(3): 471-478.
VAZ CAM, et al. Contribuições do enfermeiro para a saúde do homem na atenção básica. Revista de Iniciação Científica e Extensão, 2018; 1(2): 122-126.
VIANA ECLO, et al. Acolhimento na Estratégia de Saúde da Família: uma proposta de reorganização do acesso. Revista Brasileira de Tecnologias Sociais, 2018; 5(1): 2-9.
