Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Investigación de factores de riesgo preestablecidos para la pérdida de audición en el anciano
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Ancianos
Presbiacusia
Factores de riesgo
Hipoacusia

Cómo citar

Investigación de factores de riesgo preestablecidos para la pérdida de audición en el anciano. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(3), e12452. https://doi.org/10.25248/reas.e12452.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Investigar los factores de riesgo preestablecidos para hipoacusia en ancianos, considerando la conversión de los diversos factores de riesgo reportados en la literatura. Métodos: Se refiere a un estudio de cohorte transversal, desarrollado en un hospital de Acre. El proyecto fue aprobado por el Comité de Ética de la Universidade Veiga de Almeida CEP/UVA nº (12546113.8.0000.5291). La muestra estuvo compuesta por 100 ancianos que asisten al grupo de ancianos en la ciudad de Rio Branco Acre. Resultados: Entre los muchos hallazgos, concluimos que a medida que aumenta el rango de edad de los ancianos, aumenta la ocurrencia de hipoacusia neurosensorial, sin referirse específicamente a la presbiacusia. En cuanto al factor sexo, los resultados mostraron una proporción significativamente mayor de hombres en el grupo con audición alterada. Los demás factores investigados no encontraron diferencia entre ancianos con audición normal y alterada. Conclusión: Además de la edad avanzada y el género masculino, que fueron confirmados como tales, ningún hábito o enfermedad, identificados en las últimas dos décadas, se evidencia como factor de riesgo para PA en la madurez.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ADEBOLA SO, et al. Otologic and audiologic characteristics of type 2 diabetics in a tertiary health institution in Nigeria. Brazilian Journal of Otorhinolaryngology, 2016; 82: 567-573.

AGUIAR IP, et al. Queixas auditivas e vestibulares em pessoas idosas com doenças crônicas não transmissíveis. Revista Saúde & Ciência, 2020; 9(2): 93-101.

BARALDI GS, et al. Evolução da perda auditiva no decorrer do envelhecimento. Revista Brasileira de Otorrinolaringologia, 2007; 73: 64-70.

BARBOSA HJC, et al. Perfil clínico epidemiológico de pacientes com perda auditiva. Journal of Health & Biological Sciences, 2018; 6(4): 424-430.

BRASIL. Secretaria Nacional Antidrogas (SENAD). I Levantamento nacional sobre os padrões de consumo de álcool na população brasileira, 2007.

CAMARGO C, et al. Percepção de idosos sobre a restrição da participação relacionada à perda auditiva. Distúrbios da Comunicação, 2018; 30: 736-747.

CASTILHOS CC e BARBA MC. Avaliação audiológica e função cognitiva em idosos institucionalizados. Revista de Iniciação Científica da ULBRA, 2018; 1: 16.

COSTA-GUARISCO LP, et al. Percepção da perda auditiva: utilização da escala subjetiva de faces para triagem auditiva em idosos. Ciência & saúde coletiva, 2017; 22: 3579-3588.

CRUICKSHANKS KJ, et al. Smoking, central adiposity, and poor glycemic control increase risk of hearing impairment. Journal of the American Geriatrics Society, 2015; 63(5): 918-924.

CRUZ MS, et al. Deficiência auditiva referida por idosos no Município de São Paulo, Brasil: prevalência e fatores associados (Estudo SABE, 2006). Caderno de Saúde Pública, 2012; 28: 1479-1492.

DEAL JÁ, et al. Hearing impairment and physical function and falls in the atherosclerosis risk in communities (ARIC) hearing pilot study. Journal of the American Geriatrics Society, 2016; 64(4): 906.

FUESS VLR e CERCHIARI DP. Estudo da hipertensão arterial sistêmica e do diabetes mellitus como fatores agravantes da presbiacusia. International Archives of Othorinolaryngology, (2003): 116-121.

GLOBAL BURDEN OF DISEASE (GBD). Hearing loss prevalence and years lived with disability, 1990–2019: Findings from the Global Burden of Disease Study 2019. The Lancet, 2021; 397(10278): 996–1009.

GLOBAL BURDEN OF DISEASE (GBD). Global, regional, and national incidence, prevalence, and years lived with disability for 328 diseases and injuries for 195 countries, 1990–2016: A systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016. The Lancet, 2017; 390(10100): 1211–1259.

IBGE. Coordenação de População e Indicadores sociais. Projeções da populaçãO: Brasil e unidades da federação: revisão 2018. 2. ed. - Rio de Janeiro: IBGE, 2018.

LILJAS AEM, et al. Sensory Impairments and Cardiovascular Disease Incidence and Mortality in Older British Community-Dwelling Men: A 10-Year Follow-Up Study. J Am Geriatr Soc, 2016; 64: 442-444.

MAGGI SM, et al. Taxas de prevalência de deficiência auditiva e comorbidades em pessoas idosas: O Estudo do Vêneto. Jornal da Sociedade Americana de Geriatria, 2015.

MARTINS JJ, et al. Políticas públicas de atenção à saúde do idoso: reflexão acerca da capacitação dos profissionais da saúde para o cuidado com o idoso. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, 2019; 10: 371-382.

MARTINS KVV e CÂMARA MFS. Fatores de Risco para Perda Auditiva em idosos. Revista Brasileira Promoção a Saúde, 2012; 25(2): 176-181.

MENESES C, et al. Prevalência de Perda Auditiva e fatores associados na população idosa de Londrina, Paraná: estudo preliminar. Revista CEFAC, 2010; 12: 384-392.

ODA DTMK e MARTINELLI MC. Efeito do treinamento musical em idosos candidatos ao uso de próteses auditivas. Distúrbios da Comunicação, 2021; 33(1): 88-102.

OLIVEIRA LM, et al. Loneliness in senescence and its relationship with depressive symptoms: an integrative review. Rev bras geriatr gerontol, 2020; 22.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE (OMS). World report on hearing. Geneva: World Health Organization, 2021.

PARK JA e SUH MJ. Hazardous Alcohol Consumption and the Risk of Hearing Impairment in Adults Based on the Korean National Health and Nutrition Survey: A Retrospective Study. Journal of Audiology & Otology, 2019; 23(2): 63.

PORTMANN M e PORTMANN C. Tratado de Audiometria Clínica. 6ª ed. São Paulo: Roca; 1993.

QUARANTA N, et al. Epidemiology of age related hearing loss: A review. Hearing, Balance and Communication, 2015; 13(2): 77-81.

ROGHA M, et al. Cigarette smoking effect on human cochlea responses. Advanced Biomedical Research, 2015; 4.

ROLIM LP, et al. Interação entre diabetes mellitus e hipertensão arterial sobre a audição de idosos. CoDAS, 2015; 27: 428-432.

RUSCHEL CV, et al. A eficiência de um programa de reabilitação audiológica em idosos com presbiacusia e seus familiares. Revista Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, 2007; 12: 95-98

RUSSO IP. Reabilitação de deficientes auditivos adultos, in Tratado de Audiologia. Ed. Santos, 2012.

SOUZA CS, et al. Estudos de fatores de risco para presbiacusia em indivíduos de classe socioeconômica média. Jornal Brasileiro de Otorrinolaringologia, 2009; 75: 530-536.

SOUZA EC, et al. Riscos de quedas em idosos e a COVID-19: Um alerta de saúde e proposta de exercícios funcionais. Revista Brasileira de Atividade Física & Saúde, 2020; 25: 1-7.

TEIXEIRA AR, et al. Relação entre deficiência auditiva, idade, gênero e qualidade de vida de idosos. Arquivos Internacionais de Otorrinolaringologia, 2008; 62-70.

VERAS RP e MATTOS, LC. Audiologia do envelhecimento: revisão da literatura e perspectivas atuais. Revista Brasileira de otorrinolaringologia, 2007; 73: 128-134.

XU XM, et al. Degree centrality and functional connections in presbycusis with and without cognitive impairments. Brain Imaging and Behavior, 2022; 16(6): 2725-2734.

YIKAWE SS, et al. Cardiovascular risk factors and hearing loss among adults in a tertiary center of Northwestern Nigeria. World Journal of Otorhinolaryngology-Head and Neck Surgery, 2018; 4(04): 253-257