Resumen
Objetivo: Analizar el perfil epidemiológico de los flavivirus Zika y Dengue en la región Norte de Brasil de 2017 a 2021. Métodos: Se utilizó la plataforma DATASUS para verificar los casos de Zika y Dengue en la región Norte de Brasil, abarcando cada estado que la representa en un intervalo de 5 años (2017 a 2021). Resultados: Se observó una discrepancia en los valores individuales de cada estado de la región a lo largo de los años para ambas enfermedades. Para Zika, el estado de Tocantins tuvo la mayor caída de casos (3261 casos en 2017 y 747 casos en 2021), mientras que el estado de Acre mostró un aumento (293 casos en 2017 y 609 casos en 2021). Este mismo aumento de casos en Acre se observó para Dengue (1860 casos en 2017 y 15430 casos en 2021), ya su vez, el estado de Pará mostró una disminución (7864 casos en 2017 y 5616 casos en 2021). Conclusión: Hay disparidad en el mantenimiento de las enfermedades en los estados durante los años, con foco en el subregistro como posible causa.
Referencias
AGUMADU VC e RAMPHUL K. Zika virus: a review of literature. Cureus, 2018; 10(7): e3025.
ÁVILA NMC. Revisión bibliográfica sobre los virus Zika, Dengue y Chikungunya y sus métodos de diagnóstico. Monografia (Programa Bacteriología y Laboratorio Clínico) – Facultad de Ciencias de la Salud, Bogotá, 2022; 59p.
BORGES HCBG, et al. Avaliação dos testes rápidos para diagnóstico da dengue no Brasil, Revista Visa em Debate, 2021; 9(1): 82-90.
BOYER S, et al. An overview of mosquito vectors of Zika Virus, Microbes and Infection, 2018; 20(11-12): 646-60.
BRASIL. Secretaria de Vigilância em Saúde – Guia de vigilância em saúde – Brasília – DF, 2021; 1126p.
BRIZZI ACB, et al. Microcefalia e Zika Vírus: cenário do perfil epidemiológico do brasil nos anos de 2015 a 2021, Brazilian Journal of Development, 2022; 8(11): 73048–73059.
CANGIRANA JF e RODRIGUES GMM. Diferenças entre dengue clássica e hemorrágica e suas respectivas medidas profiláticas, Revista Liberum Accessum, 2020; 1(20): 30-38.
COSTA EMS, et al. Avaliação da implantação do programa de controle da dengue em dois municípios fronteiriços do estado de Mato Grosso do Sul, Brasil, 2016. Epidemiol. Serv. Saude, 2018; 27(4): e2017478.
DICK GWA, et al. Zika virus (I). Isolations and serological specificity, Trans R Soc Tropical Med Hygiene, 1952; 46(5): 509-20.
DINO TS, et al. Zika: o surto de especulações, Revista Interdisciplinar do Pensamento Científico, 2018; 4(2): 258-276.
DUFFY MR, et al. Zika virus outbreak on Yap Island, Federated States of Micronesia, N Engl J Med, 2009; 360: 2536-2543.
GONÇALVES CWM, et al. Estudo epidemiológico da dengue em um estado do norte do Brasil, Revista Amazônia Science & Health, 2020; 8(3): 83-90.
GUTIÉRREZ-BUGALLO G, et al. Vector-borne transmission and evolution of Zika virus, Nat Ecol Evol, 2019; 3(4): 561-569.
HIGUERA A e RAMÍREZ JD. Molecular epidemiology of dengue, yellow fever, Zika and Chikungunya arboviruses: An update, Acta Trop, 2018; 190: 99-111.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/9103-estimativas-de-populacao.html?edicao=31451&t=destaques. Acessado em: 30 de novembro de 2022.
ICTV. INTERNATIONAL COMMITTEE ON TAXONOMY OF VIRUSES (ICTV). Disponível em: https://ictv.global/taxonomy/taxondetails?taxnode_id=202103123. Acessado em: 27 de setembro de 2022.
LISBOA TR, et al. Relação entre incidência de casos de arboviroses e a pandemia da COVID-19, Revista Interdisciplinar de Ciência Aplicada, 2022; 6(10): 31–36.
LITOVIC MN, et al. Yellow fever, Revista da Associação Médica Brasileira, 2018; 64(2): 106-113.
MACNAMARA FN. Zika virus: a report on three casos of human infefction during an epidemic of jaundice in Nigeria, Trans R Soc Med Hyg, 1954; 48(2): 139-45.
MERLE H, et al. Ocular manifestations of emerging arboviroses: Dengue fever, Chikungunya, Zika virus, West Nile virus, and yellow fever, J Fr Ophtalmol, 2018; 41(6): e235-e243.
OLIVEIRA RM e OLIVEIRA LRM. Epidemiologia da Dengue: análise em diversas regiões do Brasil, EsSEx: Revista Científica, 2019; 2(2): 32-44.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DE SAÚDE (OPAS). Disponível em: https://www.paho.org/pt/topicos/dengue. Acessado em: 30 de novembro de 2022.
RICO-HESSE R, et al. Virus Taxonomy, The ICTV Report on Virus Classification and Taxon Nomenclature, 2019.
SANTOS NSO, et al. Virologia Humana. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2015; 606p.
SILVA MBA, et al. Perfil das arboviroses Dengue, Chikungunya e Zika no Distrito Sanitário III do Município de Recife (Brasil), Revista Brasileira de Meio Ambiente, 2021; 9(1): 39-50.
SOUSA MBC, et al. Índices das arboviroses na região Norte do Brasil no ano de 2019 na perspectiva do desenvolvimento sustentável, Informe GEPEC, 2021; 25(1): 100-122.
WHO – WORLD HEALTH ORGANIZATION. ARTHROPOD-BORNE AND RODENT-BORNE VIRAL DISEASES. World Health Organization Technical Report Series 1985.
YAN G, et al. Distinguishing Zika and Dengue viruses through simple clinical assessments, Singapore, 2018; 24(8): 1565-1568.
