Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Paro cardiopulmonar: dimensiones estructurales de um escenario clínico simulado de alta fidelidad
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Estudios de Validación
Reanimación Cardiopulmonar
Competencia Clínica

Cómo citar

Paro cardiopulmonar: dimensiones estructurales de um escenario clínico simulado de alta fidelidad. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(9), e13114. https://doi.org/10.25248/reas.e13114.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Validar las dimensiones estructurales del diseño del escenario de simulación de alta fidelidad que aborda el paro cardiorrespiratorio, con el enfermero como actor principal en la intervención. Métodos: Estudio metodológico con enfoque cuantitativo, realizado en noviembre y diciembre de 2021, con 30 estudiantes de enfermería, sometidos a un escenario simulado de paro cardíaco estructurado según el modelo The National League Nursing/Jeffries Simulation Theory y con su contenido previamente validado. Después del escenario, respondieron a la Escala de Diseño de Simulación, evaluada en concordancia e importancia y utilizada para validar las dimensiones de este escenario. Resultados: Las dimensiones evaluadas involucraron los cinco dominios abordados por la escala adoptada: objetivos e información, apoyo, resolución de problemas, retroalimentación/reflexión y realismo. En la subescala de concordancia, el promedio global más alto fue en objetivos e información (4,9), seguido de realismo (4,67), retroalimentación (4,64), resolución de problemas (4,60) y apoyo (4,47). En la subescala de importancia, el promedio más alto fue en retroalimentación (4,96), seguido de objetivos (4,95) y realismo (4,90). Los otros dos dominios, referentes a apoyo y resolución de problemas, siguieron con la misma media (4,83). Conclusión: Todos los dominios alcanzaron una puntuación superior a 4,50, lo que confirma que el escenario simulado fue bien implementado y estructurado en términos de dimensiones estructurales.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALMEIDA RGS, et al. Validation for the portuguese language of the simulation design scale. Texto contexto-enferm., 2015; 24(4): 934-40.

American Heart Association - AHA. Guidelines for cardiopulmonary resuscitation and emergency cardiovascular care, 2020. Disponível em: https://cpr.heart.org/-/media/cpr-files/cpr-guidelines-files/highlights/hghlghts_2020eccguidelines_portuguese.pdf. Acessado em: 20 de junho de 2022.

BERGAMASCO EC, et al. Uso da Escala de Satisfação dos Estudantes e Autoconfiança com a Aprendizagem (ESEAA) e da Escala do Design da Simulação (EDS) no ensino de enfermagem: relato de experiência. Revista Sci Med. 2018; 28(3): 1980-6108.

BOOSTEL R, et al. Contribuições da simulação clínica versus prática convencional em laboratório de enfermagem na primeira experiência clínica. Esc. Anna Nery. 2021; 25(3): 2177-9465.

BORTOLATO-MAJOR C, et al. Autoconfiança e satisfação dos estudantes de enfermagem em simulação de emergência. Rev Min Enferm, 2020; 24: e-1336.

CARVALHO DRS, et al. Simulação em saúde: história e conceitos cognitivos aplicados. Rev Inter Educ Saúde, 2021; 5(1): 9-16.

COSTA RRO, et al. Perceptions of nursing students on the structural dimensions of clinical simulation. Sci Med, 2019; 29(1): e32972.

ELSHAMA SS. How to apply Simulation-Based Learning in Medical Education? Iberoam J Med, 2020; 2(2): 79-86.

FLAUSINO DA, et al. Cenário para treinamento por simulação sobre comunicação de notícias difíceis: um estudo de validação. Esc. Anna. Nery, 2022; 26: e20210037.

INACSL Standards of Best Practice: SimulationSM Simulation Design - INACSL Standards Committee. 2016; 12(S): S5-S12.

JANICAS RCSV e NARCHI NZ. Evaluation of nursing students’ learning using real-istic scenarios with and without debriefing. Rev Latino-Am Enfermagem, 2019; 27: e3187.

JEFFRIES PR. The NLN Jeffries simulation theory. Wolters Kluwer, New York: National League for Nursing, 2016; 12.009.

JESUS RF, et al. Cuidados de enfermagem ao paciente com anemia falciforme: ensino baseado em simulação clínica. hu rev, 2021; 47:1-7.

KANEKO RMU e LOPES MHBM. Realistic health care simulation scenario: what is relevant for its design? Revista Escola de Enfermagem USP, 2018; 53:63 e03453.

KURTZ BE e MARTINS W. Analise dos atendimentos a pacientes em parada cardiorrespiratória pelo SAMU. Research, Society and Development, 2022; 11(5): e58311528499.

MESQUITA HCT, et al. Effect of realistic simulation com-bined to theory on self-confidence and satisfaction of nursing professionals. Rev. Esc Anna Nery, 2019; 23(1): 2177-9465.

NASCIMENTO JSG, et al. Simulação clínica: construção e validação de um roteiro de Suporte Básico de Vida em adultos. Ver. Enferm, 2021; 11: 1-25.

NASCIMENTO FC, et al. Validação de cenário para simulação clínica: consulta de enfermagem no pré-natal para adolescente. Rev. Bras. Enferm, 2022; 75(3): e20200791.

NATIONAL LEAGUE FOR NURSING - NLN. Simulation Innovation Resource Center, 2013. Disponível em: https://www.nln.org/education/education/sirc/sirc/sirc. Acessado em: 19 de junho de 2022.

OLIVEIRA TMN, et al. A simulação da reanimação cardiopulmonar e o conhecimento de socorristas: estudo quase-experimental. Revista Mineira de Enfermagem, 2022; 26: 1-7.

PASQUALI L, et al., Testes referentes a construto: Teoria e modelo de construção. In: PASQUALI L, et al. Instrumentação psicológica: Fundamentos e práticas. Artmed, 2010; 165-198 p.

PEREIRA MGN, et al. Applicability of clinical simulation scenario in the teaching of laryngeal mask insertion Aplicabilidad del escenario de simulación clínica en la en-señanza de la inserción de la mascarilla laríngea. Research, Society and Devel-opment, 2022; 11: e97111132819.

PEREIRA M, et al. Modalidades e classificações da simulação como estratégia pedagógica em enfermagem: revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 2021; 14: e8829.

POLIT DF, BECK CT. Fundamentos de pesquisa em enfermagem: avaliação de evidências para a prática da enfermagem. 9ª ed. Editora: Artmed, 2018; 456 p.

RESOLUÇÃO N. 510, de 7 de abril de 2016 – BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Trata sobre as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa em ciências humanas e sociais. 2016. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/cns/2016/res0510_07_04_2016.html. Acessado em: 20 de junho de 2022.

RODRIGUES FL, et al. Avaliação do processo ensino-aprendizagem no ambiente de simulação realística na graduação em enfermagem. Revista Enferm. Foco, 2019; 10(6): 118-124.

RUDOLPH JW, et al. There’s no such thing as “nonjudgmental” debriefing: a theo-ry and method for debriefing with good judgment. Simulation Healthcare, 2006; 18(1): 49-55.

SANTANA ER, et al. Construção e validação de cenário de simulação de transporte intra-hospitalar. Einstein, 2021; 19.

SILVA R e RODRIGUES IDCV. Avaliação do design da simulação por discentes em admissão da gestante em trabalho de parto. Rev Enferm UFPI, 2021; 10: e763.

ZANDOMENIGHI RC e MARTINS EAP. Análise epidemiológica dos atendimentos de parada cardiorrespiratória. Rev enferm UFPE on line, 2018; 12(7): 1912-1922.