Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Electrocardiograma como aliado en el diagnóstico de hipertrofia ventricular izquierda
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Hipertrofia ventricular izquierda
Electrocardiograma
Insuficiencia cardiaca

Cómo citar

Electrocardiograma como aliado en el diagnóstico de hipertrofia ventricular izquierda. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(8), e13255. https://doi.org/10.25248/reas.e13255.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Presentar datos sobre la hipertrofia ventricular izquierda (HVI), abordando sus factores de riesgo, sus signos, síntomas, diferenciación entre HVI patológica y fisiológica y las principales pruebas utilizadas en su diagnóstico, con énfasis en el electrocardiograma. Revisión bibliográfica: La HVI es una condición que, dependiendo de su etiología, tiene la posibilidad de ser grave. Puede que no manifieste síntomas al principio, pero durante su progresión a la fase crónica trae muchas complicaciones cardiovasculares. Apuntando al factor patológico, el individuo iniciará un declive clínico exuberante que compromete la salud y la calidad de vida, pudiendo conducir a la muerte según todos los artículos estudiados. Consideraciones finales: La HVI es una condición crónica y grave, que puede estar asociada a varias etiologías, incluida la congénita. Por otro lado, existe la necesidad de un diagnóstico precoz y medidas preventivas para evitar las complicaciones de este grave problema de salud. Aunque se han realizado estudios recientes en esta área, el electrocardiograma sigue siendo un instrumento fundamental en la práctica diaria del cardiólogo. Sin embargo, su sensibilidad diagnóstica es todavía relativamente limitada, apesar de su utilidad para identificar la HVI.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALMEIDA RCM, et al. Padrões de Remodelamento Ventricular Esquerdo na Atenção Primária à Saúde. Arq. Bras. de Cardiol., 2020; 114(1): 59-65.

BAPTISTA A, et al. Screening for Fabry Disease in Left Ventricular Hypertrophy: Documentation of a Novel Mutation. Arq Bras Cardiol., 2015; 105(2):139-144.

BARBOSA GF, et al. Impacto da hipertrofia miocárdica na função ventricular. Revista Corpus Hippocraticum, 2020; 2(1):1-7.

BARBERATO SH, et al. Posicionamento sobre Indicações da Ecocardiografia em Adultos – 2019. Arq Bras Cardiol., 2019; 113(1):135-181.

BRANDÃO AA e NOGUEIRA AR. Manual de hipertensão arterial. Rio de Janeiro: SOCERJ, 2018. 108 p.

BAZAN SGZ, et al. Hypertrophic Cardiomyopathy: A Review. Arq Bras Cardiol., 2020; 115(5): 927-935.

BERTOLUCI C, et al. Echocardiography on Prehypertension and Stage I Hypertension. Arq. Bras. de Cardiol., - Imagem Cardiovascular, 2019; 32(2):96-102.

BRANDÃO AA e SPINETI PPM. What does the Cardiologist Expect from the Echocardiogram in Hypertension? Arq Bras Cardiol: Imagem cardiovasc. 2020; 33(3): 1-3.

BREIGEIRON MK, et al. Estenose aórtica: tecnologia de intervenção multidisciplinar. Revista da Sociedade de Cardiologia do Rio Grande do Sul, 2015; 28:1-8.

CARNEIRO ACC, et al. Quando a ressonância magnética importa para a avaliação das cardiopatias. Rev Soc Cardiol Estado de São Paulo 2017; 27(2): 131–42.

CASALE PN, et al. Improved sex-specific criteria of left ventricular hypertrophy for clinical and computer interpretation of electrocardiograms: validation with autopsy findings. Circulation. 1987; 75(3):565-72.

COLOMBO CSSS e FRANCISCO RC. O coração de atleta na mulher. Rev. Soc. Cardiol, 2014; 24(1): 66-70.

CUNHA CLP. Electrocardiographic Diagnosis of Left Ventricular Hypertrophy. Arq Bras Cardiol., 2021; 117(5): 932-933.

ESKERUD I, et al. Left ventricular hypertrophy contributes to myocardial ischemia in non-obstructive coronary artery disease (the MicroCAD study). Int J Cardiol., 2019; 286: 1-6.

FAGUNDES RR, et al. Relação entre Velocidade de Onda de Pulso e Biomarcadores Cardiovasculares em Pacientes com Fatores de Risco. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2020; 115(6): 1125–1132.

FERNANDES, VA. Participação da tonina na resistência à hipertrofia cardíaca induzida. Tese (Ciências Biológicas) - Instituto de Ciências Biológicas. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2017; 111 p.

HUANG C, et al. Prevalence of and risk factors for abnormal left ventricular geometrical patterns in hypertensive subjects administered irbesartan. J Clin Lab Anal., 2021; 35(3): e23688.

KIMURA RS, et al. Cardiomiopatia Hipertrófica e Morte Súbita Cardíaca. Perspectivas Médicas, 2016; 27(2): 23-27.

KUROGI EM, et al. Relação entre capacidade funcional, desempenho e sintomas em pacientes internados com insuficiência cardíaca. Rev Bras Enferm. 2020; 73(4): e20190123.

LEVY D, et al. Determinants of sensitivity and specificity of electrocardiographic criteria for left ventricular hypertrophy. Circulation, 1990; 81(3): 815-20.

LEVY D, et al. Left ventricular mass and incidence of coronary heart disease in an elderly cohort. The Framingham Heart Study. Ann Intern Med., 1989; 110(2): 101-7.

LOPES A, et al. Prevalence of Cardiovascular Complications in Individuals with Sickle Cell Anemia and Other Hemoglobinopathies: A Systematic Review. Arq Bras Cardiol., 2022; 119(6): 893-899.

MACEDO, LPG. et al. Hipertensão arterial sistêmica e hipertrofia ventricular esquerda: correlação entre parâmetros eletro- e ecocardiográficos. Revista Brasileira de Hipertensão, 2022; 29(1): 6-9.

MILLER DH, et al. Electrocardiographic recognition of left atrial enlargement. J Electrocardiol, 1983; 16(1): 15-22.

MOEHLECKE M, et al. O coração na obesidade: Mecanismos e consequências. Rev. Soc. Cardiol. Estado de Säo Paulo, 2014; 24(4): 36-43.

MORENO PPM, et al. Correlação entre cardiopatias hipertensivas e aterosclerose na artéria aorta. Rev. Eletr. Enferm., 2017; 19 :a52.

NARITA M, et al. Novel Electrocardiographic Criteria for the Diagnosis of Left Ventricular Hypertrophy in the Japanese General Population. Int Heart J, 2019; 60(3): 679-687.

NASCIMENTO NW e BRAGA MS. Insuficiência Cardíaca: conhecimento de pacientes em tratamento ambulatorial. J Health Sci Inst, 2015; 33(2): 156-9.

NEVES, AMT. Mecanismos etiopatogénicos da hipertrofia ventricular esquerda na hipertensão arterial. Dissertação (Mestrado integrado em Medicina) – Departamento de Ciências Biológicas. Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, Covilhã, Portugal, 2020; 63 p.

NETO ACA e FERNANDES F. O que o Cardiologista Espera do Ecocardiograma na Amiloidose? Arq. Bras. de Cardiol., imagem cardiovasc, 2020; 33(2): [eCARD01].

POVOA FF, et al. Desempenho do Eletrocardiograma no Diagnóstico da Hipertrofia Ventricular Esquerda em Hipertensos Idosos e Muito Idosos. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, 2021; 117(5): 924-31.

PRADOS VO, et al. Evaluation of the left ventricle in patients with COPD and nocturnal hypoxemia. J Bras Pneumol., 2020; 46(6): e20190136.

ROCHA GES, et al. Prevalência de hipertrofia ventricular esquerda e fatores associados em pacientes hipertensos ambulatoriais. Perspectivas Médicas, 2016; 27(1): 5-14.

ROMHILT DW e ESTES EH JR. A point-score system for the ECG diagnosis of left ventricular hypertrophy. Am Heart J. 1968; 75(6): 752-8.

SAYIN BY e OTO A. Left Ventricular Hypertrophy: Etiology-Based Therapeutic Options. Cardiology and Therapy, 2022; 11(2): 203-230.

SOKOLOW M e LYON TP. The ventricular complex in left ventricular hypertrophy as obtained by unipolar precordial and limb leads. Am Heart J., 1949; 37(2): 161-86.

WANG D, et al. Performance of Electrocardiographic Criteria for Echocardiographically Diagnosed Left Ventricular Hypertrophy in Chinese Hypertensive Patients. Am J Hypertens., 2020; 33(9): 831-836.