Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Desigualdades raciales en la adecuación del acceso a la atención prenatal en Brasil entre 2014-2019
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Atención Prenatal
Acceso a Servicios de Salud
Desigualdad Racial en Salud
Embarazo
Población Negra

Cómo citar

Desigualdades raciales en la adecuación del acceso a la atención prenatal en Brasil entre 2014-2019. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(9), e13682. https://doi.org/10.25248/reas.e13682.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Estimar la prevalencia y asociación de la variable color/raza con el acceso adecuado a la atención prenatal en Brasil. Métodos: Estudio transversal basado en datos de los años 2014-2019. Se estimaron características sociodemográficas, gestacionales y perinatales por color/raza blanca, parda y negra. Se realizó análisis de Poisson para verificar la asociación entre color/raza y la categoría más que adecuada. Resultados: Todas las características recolectadas difieren estadísticamente entre los grupos raciales. En todos prevaleció el más que adecuado estado prenatal y con los años esta prevalencia fue creciendo, pero con diferencias y desfases significativos. En las otras categorías de adecuación prenatal, las mujeres morenas y negras tuvieron las peores estimaciones que las mujeres blancas. La asociación positiva entre color/raza y atención prenatal más que adecuada fue verificada en los análisis de regresión. Conclusión: A pesar de la mejora en la adecuación del acceso a la atención prenatal en Brasil, hubo desigualdades raciales.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ASSIS SG, et al. O tema da adolescência na saúde coletiva - revisitando 25 anos de publicações. Ciência & Saúde Coletiva. 2020; 25:4831–4842.

BERNARDES ACF, et al. Inadequate prenatal care utilization and associated factors in São Luís, Brazil. BMC Pregnancy and Childbirth. 2014; 14(1): 266.

BRASIL. Ministério da Saúde. Banco de dados do Sistema Único de Saúde-DATASUS. 2019: 1.

BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução de 7 de abril de 2016. Trata sobre as diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisa em ciências humanas e sociais. Diário Oficial da União. Brasília – DF. 2016; 510: 10.

CUNHA ACS, et al. Efeitos psicossociais da gravidez na adolescência: um estudo transversal. Brazilian Journal of Development. 2020; 6(7): 47412–47424.

DANTAS DS, et al. Qualidade da assistência pré-natal no Sistema Único de Saúde. Revista Enfermagem da UFPE. 2018; 1365–1371.

DOMINGUES RMSM, et al. Adequação da assistência pré-natal segundo as características maternas no Brasil. Rev Panamericana de Salud Pública. 2015; 140–147.

GARCIA, ÉM, et al. Risco gestacional e desigualdades sociais: uma relação possível? Ciência & Saúde Coletiva. 2019; 24: 4633–4642.

GOMES RNS, et al. Avaliação da influência do abandono da assistência pré-natal na mortalidade fetal e neonatal. Revista Pesquisa. Univ Fed Estado RJ. 2017; 416–421.

GUIMARÃES WSG, et al. Acesso e qualidade da atenção pré-natal na Estratégia Saúde da Família: infraestrutura, cuidado e gestão. Caderno de Saúde Pública. 2018; 34.

HOLANDA SM, et al. Influência Da Participação Do Companheiro No Pré-Natal: Satisfação De Primíparas Quanto Ao Apoio No Parto. Texto & Contexto Enfermagem. 2018; 27.

LEAL MC, et al. Progress in childbirth care in Brazil: preliminary results of two evaluation studies. Caderno de Saúde Pública. 2019; 35.

LEAL MC, et al. Assistência pré-natal na rede pública do Brasil. Revista de Saúde Pública. 2020; 54.

LEAL MC, et al. Saúde reprodutiva, materna, neonatal e infantil nos 30 anos do Sistema Único de Saúde (SUS). Ciência & Saúde Coletiva. 2018; 23: 1915–1928.

LUZ LA, et al. Avaliação da qualidade da Atenção Pré-Natal no Brasil. Saúde em Debate. 2018; 42: 111–126.

MALLMANN MB, et al. Evolução das desigualdades socioeconômicas na realização de consultas de pré-natal entre parturientes brasileiras: análise do período 2000-2015. Epidemiologia Serviço em Saúde. 2018; 27.

MENDES LMC, et al. Adesão tardia e as representações sociais relacionadas à assistência pré-natal. Revista Brasileira em Promoção da Saúde. 2021; 34: 7–7.

MENDES RB, et al. Avaliação da qualidade do pré-natal a partir das recomendações do Programa de Humanização no Pré-natal e Nascimento. Ciência & Saúde Coletiva. 2020; 25: 793–804.

NASCIMENTO TLC, et al. Fatores associados à variação espacial da gravidez na adolescência no Brasil, 2014: estudo ecológico de agregados espaciais. Epidemiologia Serviço em Saúde. 2021; 30.

NUNES ADS, et al. Acesso à assistência pré-natal no Brasil: análise dos dados da Pesquisa Nacional de Saúde. Revista Brasileira em Promoção da Saúde. 2017; 30(3).

OLIVEIRA BMC; KUBIAK F. Racismo institucional e a saúde da mulher negra: uma análise da produção científica brasileira. Saúde em Debate. 2019; 43: 939–948.

PEIXOTO S. Manual de assistência pré-natal / Sérgio Peixoto. São Paulo: Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). 2014; 2.

SANTOS LAV, et al. História gestacional e características da assistência pré-natal de puérperas adolescentes e adultas em uma maternidade do interior de Minas Gerais, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva. 2018; 23: 617–625.

SILVA EP, et al. Avaliação do pré-natal na atenção primária no Nordeste do Brasil: fatores associados à sua adequação. Revista de Saúde Pública. 2019; 53.

SILVA FS. Mulheres negras e brancas: análise do acesso às consultas de pré-natal no Estado do Rio Grande do Sul, 2016. 2018; 35.

SILVA JC, et al. Etnicidade: influência nos desfechos adversos perinatais. Brazilian Journal of Development. 2021; 7(7): 73443–7356.

THEOPHILO RL, et al. Vulnerabilidade de mulheres negras na atenção ao pré-natal e ao parto no SUS: análise da pesquisa da Ouvidoria Ativa. Ciência & Saúde Coletiva. 2018; 23: 3505–3516.

TOMASI E, et al. Qualidade da atenção pré-natal na rede básica de saúde do Brasil: indicadores e desigualdades sociais. Caderno de Saúde Pública. 2017; 33.

TOMASI YT, et al. Do pré-natal ao parto: um estudo transversal sobre a influência do acompanhante nas boas práticas obstétricas no Sistema Único de Saúde em Santa Catarina, 2019. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2021; 30(1).

TSUNECHIRO MA, et al. Avaliação da assistência pré-natal conforme o Programa de Humanização do Pré-natal e Nascimento. Revista Brasileira de Saúde Matererno Infantil. 2018; 18: 771–780.