Resumen
Objetivo: Comprender la percepción de los cuidadores familiares en la prevención de lesiones por presión en ancianos. Métodos: Estudio exploratorio, descriptivo, con abordaje cualitativo, realizado entre octubre de 2020 y febrero de 2021. La muestra estuvo conformada por 50 familiares cuidadores de ancianos hospitalizados en el sector de consultorio médico. La recolección de datos se llevó a cabo a través de entrevistas. El material fue procesado utilizando el software Interface de R pourles Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires. Resultados: De los 50 cuidadores entrevistados, el grupo de edad entre 31 y 45 años representó el 52%, hijos de ancianos (54%), casados (56%), secundaria completa (42%), no trabajaban en la salud área (46%), renta entre uno y tres salarios mínimos (50%), el tiempo medio de prestación de cuidados en términos de días fue de 358,76 días (DE±678,6). Las charlas fueron organizadas en cinco clases, que incluyeron aspectos relacionados con la lesión, como comprensión de la causa, dificultades en el cuidado, experiencias adquiridas, cuidados y orientación recibida en el manejo de la lesión por presión. Conclusión: Los resultados de esta investigación permitieron identificar varios vacíos de los cuidadores en su cotidiano en relación al cuidado del anciano.
Referencias
ANVISA. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Nota técnica GVIMS/GGTES Nº 03/2017: Práticas seguras para prevenção de lesão por pressão em serviços de saúde. Brasília. 2017. Disponível em: https://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/alertas/item/nota-tecnica-gvims-ggtes-03-2017 https://proqualis.net/sites/proqualis.net/files/LPP.pdf. Acessado em: 29 de junho de 2021.
ARAÚJO TM, et al. Avaliação de risco para úlcera por pressão em pacientes críticos. Revista de enfermagem da UERJ, 2011; 19: 58-63.
ASCARI RA, et al. Úlcera por pressão: um desafio para a enfermagem. Enfermagem. Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research, 2014; 6(1): 11-16.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Protocolo para prevenção de úlcera por pressão. 2013. Disponível em: http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2014/julho/03/PROTOCOLO-ULCERA-POR-PRESS--O.pdf https://proqualis.net/sites/proqualis.net/files/000002429jFPtGg.pdf. Acessado em: 13 de fevereiro de 2021.
CAI S, et al. Obesidade e úlceras de pressão entre residentes de lares de idosos. Medical Care, 2013; v. 51(6): 478-486.
CAMARGO BV e JUSTO AM. Tutorial para uso do software IRaMuTeq (Interface de R pour les Analyses Multidimensionnelles de Textes et de Questionnaires). UFSC. 2016. Disponível em: http://www.iramuteq.org/documentation/fichiers/Tutorial%20IRaMuTeQ%20em%20portugues_17.03.2016.pdf. Acessado em: 10 de março de 2021.
EPUAP. European Pressure Ulcer Advisory Panel. National Pressure Injury Advisory Panel. Pan Pacific Pressure Injury Alliance. Prevenção e tratamento de úlceras/lesões por pressão: guia de consulta rápida. 2019. Disponível em: https://www.epuap.org/wp-content/uploads/2020/11/qrg-2020-brazilian-portuguese.pdf. Acessado em: 12 de março de 2021.
FRANÇA SPS, et al. Risco de desenvolvimento de úlcera por pressão em idosos. Revista de Enfermagem UFPE On Line, 2013; 7(1): 755-62.
HYUN S, et al. Body mass index and pressure ulcers: improved predictability of pressure ulcers in intensive care patients. American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine, 2014; 23(6): 494-500.
JIANG Q, et al. The incidence, risk factors and characteristics of pressure ulcers in hospitalized patients in China. International Journal of Clinical and Experimental Pathology, 2014; 7(5): 2587–2594.
KARAHAN A, et al. Factors affecting wound healing in individuals with pressure ulcers: a retrospective study. Ostomy Wound Manage, 2018; 64(2): 32-9.
LOUREIRO LSN, et al. Sobrecarga em cuidadores familiares de idosos: associação com características do idoso e demanda de cuidado. Revista Brasileira de Enfermagem, 2014; 67(2): 227-232.
MATOS SDO, et al. Prevenção de úlcera por pressão: saberes de cuidadores formais de pessoas idosas institucionalizadas. Revista de Enfermagem UFPE On Line, 2016; 10(11): 3869-3874.
MOORE Z, et al. A randomised controlled clinical trial of repositioning, using the 30° tilt, for the prevention of pressure ulcers. Journal of Clinical Nursing, 2011; 20: 2633–2644.
MORAES JT, et al. Conceito e classificação de lesão por pressão: atualização do National Pressure Ulcer Advisory Panel. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2016; 6(2): 2292-306.
NPUAP. National Pressure Ulcer Advisory Panel. Pressure Injury Staging Illustrations. 2016. Disponível em:https://www.npuap.org/resources/educationaland-clinical-resources/pressure-injury-staging-illustrations/><. 2016 . Acessado em: 28 de janeiro de 2021.
ROGENSKI NMB e KURCGANT P. Avaliação da concordância na aplicação da Escala de Braden interobservadores. Acta Paulista de Enfermagem, 2012; 25(1): 24-28.
SANTOS CT, et al. Diagnóstico de enfermagem risco de úlcera por pressão: validação de conteúdo. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2016; 24: 2693.
SILVA MV e FIGUEIREDO MLF. Idosos institucionalizados: uma reflexão para o cuidado de longo prazo. Enfermagem em Foco, 2012; 3(1): 22-24.
TESTON EF, et al. Necessidades de educação em saúde experienciadas. Revista Enfermagem UERJ, 2012; 20(2): 720-725.
VASCONCELOS JMB e CALIRI MHL. Ações de enfermagem antes e após um protocolo de prevenção de lesões por pressão em terapia intensiva. Escola Anna Nery, 2017; 21(1): e20170001.
VIEIRA DS, et al. O cuidado interdisciplinar ao paciente com úlcera por pressão. Revista de enfermagem da UFPE, 2016; 10(7): 2428-2435.
WADA A, et al. Úlceras por pressão. Revista de Medicina, 2010; 89(3/4): 170-177.
ZAMBONATO BP, et al. Associação das sub-escalas de Braden com o risco do desenvolvimento de úlcera por pressão. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2013; 34(1): 21-28.
