Resumen
Objetivo: Realice el análisis del perfil epidemiológico y la detección del cáncer de cuello uterino en las unidades de salud del municipio de Vitória do Xingu-PA desde 2017 hasta 2022, a través de un análisis de datos de SISCAN. Métodos: Se trata de un estudio epidemiológico poblacional, de enfoque cuantitativo, de carácter descriptivo y analítico. El estudio se llevó a cabo mediante la recopilación de datos secundarios, y el público objetivo seleccionado fueron mujeres que se realizaron el examen citopatológico entre 2017 y 2022, y que estaban registradas en el SISCAN. Resultados: Los resultados muestran un total de 3.849 exámenes realizados, de los cuales 3.835 se realizaron con fines de detección durante el período especificado. Del total general, el 96,17% arrojó resultados satisfactorios, el 1,35% fueron insatisfactorios y el 2,48% de las muestras fueron rechazadas, siendo posible analizar 161 exámenes con resultados alterados por unidad de salud. Conclusión: Se hace evidente la importancia del monitoreo epidemiológico de los resultados del seguimiento del cáncer de cuello uterino y la participación positiva de los equipos de salud en la construcción de estrategias para la detección temprana a través del examen de Papanicolao.
Referencias
BARROS AMMS, et al. Perfil epidemiológico dos casos de câncer do colo uterino no estado de Sergipe. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2022; 15: e10043.
BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes brasileiras para o rastreamento do câncer do colo do útero / Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Coordenação de Prevenção e Vigilância. Divisão de Detecção Precoce e Apoio à Organização de Rede. Rio de Janeiro: INCA, 2016; 2.
BRASIL. Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva. Detecção precoce de câncer durante a pandemia de Covid-19 (Nota técnica . DIDEPRE/CONPREV/INCA – 30/3/2020) [Internet]. Brasília: Ministério da Saúde, 2021; 2.
BRASIL. Instituto Nacional do Câncer. Ministério da Saúde. Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil. Rio de Janeiro, 2022; 1.
CARVALHO PG, et al. Trajetórias assistenciais de mulheres entre diagnóstico e início de tratamento do câncer de colo uterino. Saúde Debate, 2018; 42(118): 687- 701.
CHAVES AA, et al. Erros comuns cometidos no exame preventivo (papanicolau) que acarretam no comprometimento do diagnóstico. Revista Científica Multidisciplinar Núcleo do Conhecimento, 2020; 5(11): 08-47-54.
COSTA TB, et al. Fragilidades na prevenção do câncer de colo de útero durante a pandemia por covid-19. Revista Capim Dourado: Diálogos em Extensão, 2021; 4(3): 53-75.
FERNANDES NFS, et al. Acesso ao exame citológico do colo do útero em região de saúde: mulheres invisíveis e corpos vulneráveis. Caderno de Saúde Pública, 2019; 35(10).
FERREIRA MCM, et al. Detecção precoce e prevenção do câncer do colo do útero: conhecimentos, atitudes e práticas de profissionais da ESF. Ciências e Saúde Coletiva, 2022; 27(8).
FILHO JLP, et al. Rastreamento do câncer do colo do útero na cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil. Research, Society and Development, 2021; 10(16): e388101623501.
FREITAS VCA, et al. Citopatológico do colo uterino e adequabilidade da amostra: ensaio clínico randomizado controlado. Acta Paul Enferm., 2023; 36.
IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cidades e Estados, Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/pa/vitoria-do-xingu.html. Acessado em: 23 de abril de 2023.
LOPES VA e RIBEIRO JM. Fatores limitadores e facilitadores para o controle do câncer de colo de útero: uma revisão de literatura. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 3431-3442.
NETO CFMA, et al. Análise do perfil epidemiológico dos exames citopatológico do colo do útero em Altamira no período de 2014 a 2020: dados a partir do SISCAN. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2023; 27(2): 813-828.
OLIVEIRA IG, et al. O impacto da pandemia da COVID-19 nos exames de rastreamento do câncer no Brasil: um estudo comparativo dos cânceres de mama, próstata e colo de útero. J Bras Econ Saúde, 2022; 14(3): 217-23.
RIGON FP, et al. Dados do programa do câncer do colo do útero na pandemia covid-19. Arquivos de Ciências da Saúde da UNIPAR, 2022; 26(3): 794-808.
RIBEIRO CM, et al. Efeitos de curto prazo da pandemia de COVID-19 na realização de procedimentos de rastreamento, investigação diagnóstica e tratamento do câncer no Brasil: estudo descritivo, 2019-2020. Epidemiologia e Serviços de Saúde, RESS – Revista do SUS, 2021; e2021405.
SANCHES TT, et al. Evolução do sistema público de saúde no Brasil frente ao estágio atual da prevenção do câncer de colo uterino em mulheres jovens e adolescentes. Revista de la Facultad de Medicina, 2017; 115-120: 65(1).
SANTOS MO. Estimativa de Câncer no Brasil, 2023-2025. Revista Brasileira de Cancerologia, 2023; 69(1): e-213700.
SILVA GA, et al. Avaliação das ações de controle do câncer de colo do útero no Brasil e regiões a partir dos dados registrados no Sistema Único de Saúde. Cad. Saúde Pública, 2022; 38(7): e00041722.
SOUZA GRM, et al. Perfil do rastreamento do câncer do colo do útero em Campo Grande, Mato Grosso do Sul: um estudo avaliativo do período 2006-2018. Epidemiologia e Serviços de Saúde. RESS – Revista do SUS, 2022; 31(2).
