Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Dificultades para actuar en la red de combate a la violencia contra las mujeres en el sur de Bahia
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Violencia contra la Mujer
Personal de Salud
Servicios de Salud de la Mujer
Políticas
Planificación y Administración en Salud

Cómo citar

Dificultades para actuar en la red de combate a la violencia contra las mujeres en el sur de Bahia. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(10), e14105. https://doi.org/10.25248/reas.e14105.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar las dificultades enumeradas por profesionales para el trabajo en la Red de Enfrentamiento a la Violencia contra la Mujer en el Sur de Bahía. Métodos: Estudio cualitativo, descriptivo y exploratorio, realizado con 12 profesionales que actúan en instituciones de la Red de Enfrentamiento a la Violencia contra la Mujer. Los datos fueron recogidos por medio de entrevista semiestructurada, a través de grabación por aparato digital, entre noviembre de 2022 y febrero de 2023 y analizados por medio de la técnica de contenido temática propuesta por Bardin. Resultados: Las dificultades enumeradas por los profesionales están relacionadas a insuficiencia de recursos, baja calificación profesional, alta demanda social, morosidad en la atención y poca articulación en la red. Conclusión: Hay necesidad de mayor captación de recursos financieros, materiales y humanos, mejoras en la articulación de los servicios y en la capacitación profesional además de apoyo continuo de los gestores nacionales, estatales y municipales para ampliar los servicios de atención a la mujer víctima de violencia.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ARBOIT J, et al. Violence against women in Primary Health Care: Potentialities and limitations to identification. Atencion Primaria. 2020; 52(1): 14-21.

BARDIN L. Análise de Conteúdo. São Paulo. 2016; 70(3): 141p.

BRASIL. Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. 2011. Disponível em: https://direito.mppr.mp.br/arquivos/File/politica_nacional_enfrentamento_a_violencia.pdf. Acessado em: 08 de abril de 2023.

BRASIL. Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. 2011. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/omv/copy_of_acervo/outras-referencias/copy2_of_entenda-a-violencia/pdfs/rede-de-enfrentamento-a-violencia-contra-as-mulheres. Acessado em: 08 de abril de 2023.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de 2012. 2012. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/Reso466.pdf. Acessado em: 24 de abril de 2022.

BRASIL. Presidência da República. Secretaria de Políticas para as Mulheres. Plano Nacional de Políticas para as Mulheres 2013-2015. 2013. Disponível em: https://oig.cepal.org/sites/default/files/brasil_2013_pnpm.pdf. Acessado em: 19 de setembro de 2022.

BRASIL. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 510, de 07 de abril de 2016. 2016. Disponível em: https://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2016/Reso510.pdf. Acessado em: 24 de abril de 2022.

BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. 1º Semestre de 2022 - Painel de Dados da Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/ondh/painel-de-dados/primeiro-semestre-de-2022. Acessado em: 21 abr. 2022.

BORTH LC, et al. Network to combat violence against rural women: articulation and communication of services. Rev bras enferm. 2018; 71(3): 1212-9.

CARNEIRO JB, et al. Conditions that interfere in the care of women in situation of conjugal violence. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2021; 25(5): 1-8.

CAVALCANTI ECT e OLIVEIRA RC. Políticas públicas de combate à violência de gênero: a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres. Rev Pesquisa Interdisciplinar. 2019; 2(2): 192-206.

GOMES ICR, et al. Representações sociais de mulheres em relação à assistência policial prestada nas situações vivenciadas de violência doméstica. Enfermería Actual de Costa Rica. 2020; 39: 100-12.

GOMES ICR, et al. Representações sociais de mulheres em situação de violência doméstica sobre assistência jurídica. Rev Cuidarte. 2020; 11(1): 1-17.

HEISLER ED, et al. Women In Situations Of Violence: (Re) Thinking The Listening, Bonding And Home Visiting. Reme: Journal of Nursing. 2018; 12(1): 265-72.

JOHAS BCM e VIANA MR. Mapeando a rede de enfrentamento à violência contra as mulheres em Teresina-Piauí. Research, Society and Development. 2022; 11(11): e577111134032.

JULI MR, et al. Violence Against Women: An Ever-Increasing Emergency. Path of Escape from Violence. Psychiatria Danubina. 2022; 34(8): 129-34.

MACHADO DF, et al. Violência contra a mulher: o que acontece quando a Delegacia de Defesa da Mulher está fechada?. Ciênc & Saúde Colet. 2020; 25(2): 483-94.

MENEZES AHN, et al. Metodologia científica: teoria e aplicação na educação a distância. Petrolina: UNIVASF. 2019; 83p.

PLASSA BO, et al. Fluxograma descritor no atendimento à pessoa idosa vítima de violência: uma perspectiva interdisciplinar. Esc Anna Nery Rev Enferm. 2018; 22(4): e20180021.

ROSA NF e NASCIMENTO CRR. El CREAS PAEFI en la perspectiva de las mujeres víctimas de la violencia y los profesionales: un análisis desde la teoría bioecológica de desarrollo humano. Psicol em Revista. 2018; 24(3): 661-85.

SANTO JDLB e SANTOS CVM. Considerações sobre a Rede de Enfrentamento à Violência Contra as Mulheres. Rev Contexto & Saúde. 2020; 20(40): 139-48.

SERAFIM VVD, et al. Violência contra a mulher e enfrentamento na percepção dos profissionais de saúde da atenção básica. Salud & Sociedad. 2019; 10(2): 130-44.

GUIMARÃES E SILVA J, et al. Direitos sexuais e reprodutivos de mulheres em situação de violência sexual: o que dizem gestores, profissionais e usuárias dos serviços de referência?. Saúde e Sociedade. 2019; 28(2): 187-200.

SOARES ACM e FONTES MB. Serviço de atendimento à violência contra as mulheres: perspectivas e desafios na visão dos profissionais. Brazilian Journal of Development. 2020; 6(12): 94696-709.

SOUZA EG, et al. Atitudes e opiniões de profissionais envolvidos na atenção à mulher em situação de violência em 10 municípios brasileiros. Saúde em Debate. 2018; 42(4): 13-29.

SOUZA MCG e SOUZA TMC. Psicologia e políticas públicas de enfrentamento à violência contra mulheres: experiências de universitárias. Psicologia Revista. 2019; 28(1): 125-49.

TRENTIN D, et al. Mulheres em situação de violência sexual: potencialidades e fragilidades da rede intersetorial. Rev bras enferm. 2020; 73(4): 1-8.