Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
La sexualidad en la planificación asistencial de los cuidados paliativos para pacientes en la oncología
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Sexualidad
Cuidados Paliativos
Grupo de Atención al Paciente
Neoplasias
Planificación de Atencíon al Paciente

Cómo citar

La sexualidad en la planificación asistencial de los cuidados paliativos para pacientes en la oncología. (2023). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 23(11), e14163. https://doi.org/10.25248/reas.e14163.2023

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Comprender cómo los equipos de salud oncológica consideran la sexualidad en la planificación del cuidado de los pacientes en cuidados paliativos. Métodos: Estudio cualitativo, exploratorio y descriptivo, realizado con profesionales de la salud. Los escenarios de recolección de datos fueron los servicios de oncología de un municipio del Recôncavo Baiano, a través de entrevistas semiestructuradas individuales y virtuales. Para la interpretación de los datos se utilizó el análisis de contenido de Bardin. Se respetaron los aspectos éticos. Resultados: Surgieron tres categorías: el concepto de sexualidad por parte de los profesionales de salud de los servicios de oncología; la importancia del abordaje de la sexualidad en el cuidado de pacientes oncológicos; desafíos en la planificación del cuidado de la sexualidad de los pacientes oncológicos. Conclusión: Los equipos de salud oncológica mostraron falta de abordaje del tema y una visión limitada y evasiva. La sexualidad debe ser abordada sistemáticamente en las consultas con los equipos de salud oncológica, valorando los aspectos afectivos que moldean la vivencia de la sexualidad de los pacientes. La enfermería contribuye integrando la sexualidade como premissa para um cuidado humano e inclusivo.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ASSUNÇÃO MRS, et al. A sexualidade feminina na consulta de enfermagem: potencialidades e limites. Revista de Enfermagem da UFSM. 2020; 10(e68): 1-18.

BARBOSA AN, et al. A importância da assistência humanizada prestada pelo enfermeiro nos cuidados paliativos ao paciente oncológico terminal. Revista Brasileira Interdisciplinar em Saúde. 2019; 1(4): 92-6.

BARDIN L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70. 2016; 1: 288 p.

BELTRAMMI DGM, REIS AAC. A fragmentação dos sistemas universais de saúde e os hospitais como seus agentes e produtos. Saúde em Debate. 2019; 43(5): 94-103.

BENOOT C, et al. The Sexual Adjustment Process of Cancer Patients and Their Partners: A Qualitative Evidence Synthesis. Archives of Sexual Behavior. 2017; 46(7): 2059-83.

BRASIL. Ofício Circular Nº 2, de 24 de fevereiro de 2021. Dispõe sobre as orientações para procedimento em pesquisa com qualquer etapa em ambiente virtual. Comissão Nacional de Ética em Pesquisa – CONEP, Brasil, 2021. Disponível em: http://conselho.saude.gov.br/images/Oficio_Circular_2_24fev2021.pdf. Acesso em: 30 mar. 2021.

CHEMIN BF. Manual da Univates para trabalhos acadêmicos: planejamento, elaboração e apresentação. Lajeado: Univates. 2015; 3.

CRUZ M, et al. Disfunção sexual nos doentes oncológicos: a importância de uma abordagem especializada. Revista Internacional de Andrología. 2021; 19(1): 1-8.

EQUATOR N. Your one-stop-shop for writing and publishing high-impact health research. 2017; 17872937.

FIGUEIROA FN, et al. A formação relacionada com a sexualidade humana na percepção de estudantes de enfermagem. Revista de Enfermagem Referência. 2017; 4(15): 21-30.

GOMES FCR. A força de trabalho das mulheres no atual cenário da reestruturação produtiva. Políticas Públicas Universitária da UFMA. 2019; 9: 12.

JANECKI M, et al. Um estudo piloto sobre a qualidade da vida sexual de pacientes que recebem cuidados paliativos domiciliares na Polônia. Sexos. 2021; 2(2): 174-82.

JUNQUEIRA LCU, SANTOS MA. Atravessando a tormenta: imagem corporal e sexualidade da mulher após o câncer de mama. Revista Família, Ciclos de Vida e Saúde no Contexto Social. 2020; 8(1): 562-74.

KELEMEN A, et al. Assessing the Impact of Serious Illness on Patient Intimacy and Sexuality in Palliative Care. Journal of Pain Symptom Management. 2019; 58(2): 282-8.

MAIRINK APAR, et al. A prática sexual de mulheres jovens em tratamento para o câncer de mama. Escola Anna Nery. 2020; 24(3): e20190360.

MINAYO MC de S. Amostragem e saturação em pesquisa qualitativa: consensos e controvérsias. Revista Pesquisa Qualitativa. 2017; 5(7): 1-12.

MINAYO MCS. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Editora Hucitec. 2014; 14: 416 p.

MOTA CP, et al. Percepção de homens adultos sobre o câncer de próstata e sua implicação para a sexualidade masculina. Research, Society and Development. 2022; 11(5): e4711527691.

PEREIRA ALVMH. A sexualidade e a intimidade na doença avançada a perspectiva dos doentes oncológicos. Dissertação. (Mestrado em Cuidados Paliativos) Faculdade de Medicina. Universidade de Lisboa – Lisboa. 2019; 39726.

PROETTI S. As pesquisas qualitativa e quantitativa como métodos de investigação científica: um estudo comparativo e objetivo. Revista Lumen. 2017; 2(4): 1-23.

Rodrigues FS de S, et al. Reflexões sobre feminilidade, sexualidade e socialização da mulher em processo de envelhecimento no contexto do câncer de mama. Revista Humanidades e Inovação. 2021; 8(58): 230-40.

SANTOS DP. Aparelho psíquico, memória e a noção de tempo nos primeiros textos de Freud: sobre as vicissitudes da linguagem. Cadernos de Psicanálise. 2019; 41(41): 21-37.

SARDINHA AHL, et al. Avaliação da satisfação da autonomia profissional de enfermeiros no cuidado oncológico. Revista Nursing. 2023; 26(298): 9458-62.

SAURA APNS, et al. Fatores associados ao burnout em equipe multidisciplinar de um hospital oncológico. Revista da Escola de Enfermagem da USP. 2022; 56(spe): e20210448.

SILVA CKS, et al. Sexualidade e tratamento oncológico: uma revisão de literatura sobre a comunicação equipe de saúde-paciente. Brazilian Journal of Development. 2022; 8(4): 26281-93.

SILVA SM, et al. How prepared are we to address sexuality in Palliative Care? Acta Medica Portuguesa. 2019; 32(10): 625-7.

SILVA TRF, et al. Representações dos estudantes de enfermagem sobre sexualidade: entre estereótipos e tabus. Trabalho, Educação e Saúde. 2019; 77(2): e0020233.

SINGH-CARLSON S, et al. Evaluation of the delivery of survivorship care plans for South Asian female breast cancer survivors residing in Canada. Current Oncology. 2018; 25(4): e265-e74.

SOUZA IB, et al. Sexualidade para o homem em tratamento oncológico. Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2019; 11(4): e275.

TIGRE DB de S, et al. A sexualidade da mulher com câncer de mama após a mastectomia total. Revista Ibero- Americana de Humanidades, Ciências e Educação. 2022; 8(11): 1382-99.

VASSÃO FV, et al. Abordagem da sexualidade no cuidado ao paciente oncológico: barreiras e estratégias. Acta Paulista de Enfermagem. 2018; 31(5): 564-71.

WALLACE A, et al. Provision of survivorship care for patients with haematological malignancy at completion of treatment: a cancer nursing practice survey study. European Journal of Oncology Nursing. 2015; 19(5): 516-22.

WORLDWIDE PALLIATIVE CARE ALLIANCE. Global Atlas of Palliative Care. WPCA. 2020; 2.