Resumen
Objetivo: Relatar la experiencia de una estudiante de enfermería en el uso de las Escalas de Morse y Braden durante una experiencia extracurricular en una Unidad de Clínica Quirúrgica. Relato de experiencia: Se trata de un estudio descriptivo, del tipo relato de experiencia, derivado de la participación en una experiencia extracurricular que tuvo lugar de febrero a marzo de 2023 en un hospital universitario del sur de Brasil, que incluye pacientes internados en condiciones pre y postoperatorias. Durante este período, se realizaron procedimientos de enfermería y actividades privadas de las enfermeras, como la aplicación de las escalas de Morse y Braden, respaldadas por la Ley de Práctica Profesional nº 7.498/86 y Resolución del Consejo Federal de Enfermería nº 358/2009, que prevé la Sistematización de la Atención de Enfermería y del Proceso de Enfermería. Consideraciones finales: La aplicación de estos instrumentos de evaluación en el momento del ingreso del paciente permite identificar características individuales y también evaluar el riesgo de caídas y el desarrollo de IP. Asimismo, dicha experiencia extracurricular, durante la formación académica, permite el desarrollo de habilidades y competencias como una visión ampliada para brindar una atención integral, priorizando el mantenimiento de las metas del Programa Nacional de Seguridad del Paciente.
Referencias
AGUIAR JR, et al. Fatores de risco associados à queda em pacientes internados na clínica médica-cirúrgica. Acta Paulista de Enfermagem, 2019; 32(6).
BARBOSA P, et al. Escala de Quedas de Morse: Manual de utilização. Escola Superior de Enfermagem do Porto, 2015; ISBN: 978-989-98443-8-4.
BARROS, ALBL. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 2022; 91p.
BOTELHO LS, et al. Nurses’ performance in the care of the prevention and treatment of pressure injuries. Research, Society and Development, 2020; 9(7): e775974644.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n. 529/2013. Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP); 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2013/prt0529_01_04_2013.html. Acessado em: 27 de junho de 2023.
CALDINI LN, et al. Intervenções e resultados de enfermagem para risco de lesão por pressão em pacientes críticos. Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste, 2017; 18(5).
CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM. Resolução COFEN-358/2009. 2009. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-3582009_4384.html. Acessado em: 28 de maio de 2023.
DA ROSA, PH, et al. Avaliação do risco de quedas de pacientes em serviço de emergência. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2019, 9.
DE SOUZA LF, et al. Factors associated with risk, perception and knowledge of falls in elderly people. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2022; 43: e20200335.
DORNELLES C, et al. Avaliação e características da permanência do paciente durante a internação Enfermería (Montevideo), 2021; 10(2).
FALCÃO RMM, et al. Risco de quedas em pessoas idosas hospitalizadas. Revista Gaúcha de Enfermagem, 2019; Esp. 40: e20180266.
FALLEIROS IFI, et al. Influência de medicamentos no risco de queda em idosos. Revista Eletrônica Acervo Científico, 2021; 23: e7055.
JANSEN R.CS, et al. Braden Scale in pressure ulcer risk assessment. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020; 73: e20190413.
LACERDA GEG, et al. Conhecimento dos profissionais de enfermagem na prevenção de lesão de pressão: revisão integrativa de literatura. Repositório Universitário da Ânima, 2022.
MENDONÇA PK, et al. Prevenção de lesão por pressão: ações prescritas por enfermeiros de centros de terapia intensiva. Texto & Contexto - Enfermagem, 2018; 27(4): e4610017.
PAULINO YNA e ARAUJO GNM. Atividades extracurriculares em urgência e emergência: contribuições da liga acadêmica para formação dos estudantes de enfermagem. Revista de Enfermagem da UFJF, 2021; 6(1).
PEREIRA AA, et al. Prevenção de lesão por pressão e o uso do colchão pneumático versus colchão piramidal em unidade de terapia intensiva. Enfermagem Brasil, 2019; 18(2).
PEREIRA ES, et al. Intervenções de enfermagem ao idoso hospitalizado com risco de queda. Revista Nursing, 2020; 23(265).
REBOUÇAS RO, et al. Qualidade da assistência em uma unidade de terapia intensiva para prevenção de lesão por pressão. Revista Estima Brazilian Journal of Enterostomal Therapy, 2020; 18: e3420.
SANT’ANA PRP e NASCIMENTO MA. Contribuição dos dados contidos nos prontuários de pacientes visando a construção de indicadores de previsão de desfechos da internação hospitalar dos pacientes. Revista Científica Faculdade Unimed, 2021; 3(2).
SIMÃO CMF, et al. Concordância entre enfermeiros quanto ao risco dos pacientes para úlcera por pressão. Acta Paulista de Enfermagem, 2013; 26(1).
SOARES LCB, et al. Desenvolvimento de lesão por pressão e complexidade assistencial em pacientes de um serviço de emergência. Cogitare Enfermagem, 2022; 27: e82550.
URBANETTO JS. et al. Morse Fall Scale: tradução e adaptação transcultural para a língua portuguesa. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2013; 47(3).
