Resumen
Objetivo: Conocer la relación del uso de sustancias psicoactivas en la calidad de vida de los profesionales del equipo de enfermería. Métodos: Se trata de un estudio de revisión integrativa de literatura siendo que, para la ejecución fue utilizada la cuestión orientadora de la investigación: ¿Cuáles son las implicaciones de uso de sustancias psicoactivas en la calidad de vida de los profesionales del equipo de enfermería? La investigación bibliográfica fue realizada en los meses de julio de 2020 a octubre del año 2021, por medio de búsqueda en las bases de datos: Biblioteca Virtual de Salud (BVS) y Google Académico. Fueron enumerados los Descriptores en Ciencias de la Salud (DeCS): "Agentes Psicoactivos"; "Enfermería"; "Sustancias Psicoactivas"; "Calidad de Vida". Se utilizó el operador boleano “AND” para el cruce de las palabras claves. Resultados: 8 artículos que obedecieron a los criterios de exclusión, en el cual se verificó que la acogida y reconocimiento de la subjetividad del sujeto que hace uso de esas sustancias ayuda a construir una relación de respeto por sus decisiones y elecciones, favoreciendo el cuidado dirigido a todo su contexto social. Consideraciones finales: La problematización moral que existe para el uso de drogas necesita ser cuestionada para que se construya un nuevo campo de posibilidades clínicas, políticas y existenciales.
Referencias
ALMODÓVAR‐FERNANDEZ I, et al. The effectiveness of a brief motivational nursing intervention to reduce psychoactive substance consumption in entertainment‐sector workers: A transversal, observation, and semi‐experimental study. International Journal of Mental Mental Health Nursing, 2019; 28(5): 1093-1101.
ANDRADE GSP, et al. Uso de substâncias psicoativas por profissionais da saúde–enfermeiros. Revista Saúde em foco, 2019; 11: 588-598.
BASNET P et al. Factors Affecting Psychoactive Substances Use Among Bachelor Level Students of Nepalgunj SubMetropolitan City. Journal of Nepal Health Research Council, 2021; 19(2): 288-294.
BERTUSSI VC, et al. Substâncias psicoativas e saúde mental em profissionais de enfermagem da Estratégia Saúde da Família. Revista Eletrônica de Enfermagem, 2018; 20.
CAIXETA AC, et al. Uso abusivo de psicotrópicos por profissionais da saúde. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2021; 4(8): 188-200.
CARVALHO AA. Qualidade de vida no ambiente hospitalar dos profissionais de enfermagem. Amazônia: Science & Health, 2020, 8(1): 37-54.
DA SILVA CCR, et al. A educação em saúde para a qualidade de vida de usuários de substâncias psicoativas. Revista Baiana de Enfermagem, 2021; 35.
GUERRA MRSR e VANDENBERGHE L. Abordagem do comportamento de uso abusivo de substâncias psicoativas no Brasil: o estado da arte. Revista Pesquisas e Práticas Psicossociais, 2017; 12(3): 22.
JUNQUEIRA MAB, et al. Uso de álcool e comportamento de saúde entre profissionais da enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2017; 51.
LEANDRO BRC, et al. Ajuda terapêutica a indivíduos em uso e abuso de substâncias psicoativas. Rev Rene, 2017; 18(2): 242-249.
MINAS HO, et al. Uso de medicamentos psicoativos pelos profissionais de saúde da atenção básica. Revista de Saúde Pública do Paraná, 2019; 2: 38-46.
OLENIRA C e SIMÃO JC. Dependência química: O impacto biopsicossocial na vida do indivíduo. Revista Científica Eletrônica de Enfermagem da FAEF, 2019; 2(1).
OZANAM MAQ, et al. Satisfação e insatisfação no trabalho dos profissionais de enfermagem. Brazilian Journal of Development, 2019; 5(6): 6156-6178.
PEIXOTO YF e DE SOUZA AC. O uso de drogas entre universitários: uma revisão de literatura. Revista Rede de Cuidados em Saúde, 2018; 12: 2.
PEREIRA IF, et al. Depressão e uso de medicamentos em profissionais de enfermagem. Arquivos de Ciências da Saúde, 2017; 24(1): 70-74.
PEREIRA SS, et al. Harm reduction in the context of psychoactive substances: nursing discourses in primary health care. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2021; 55.
RIBEIRO IAP, et al. Prevalência e fatores associados ao consumo de substâncias psicoativas por trabalhadores de saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020; 73.
RIBEIRO IAP, et al. Substâncias psicoativas no contexto do trabalhador da saúde. Revista Enfermagem Atual In Derme, 2019; 90(28): 1-1.
SANTIAGO MECF. Qualidade de vida no trabalho: enfermeiros e seus principais dilemas no ambiente laboral. Ensaios e Ciência C Biológicas Agrárias e da Saúde, 2020; 24(1): 95-98.
SCHOLZE AR, et al. Ambiente ocupacional e o consumo de substâncias psicoativas entre enfermeiros. Acta Paulista de Enfermagem, 2017; 30: 404-411.
SCHOLZE AR, et al. Uso de substâncias psicoativas entre profissionais da enfermagem da atenção básica e instituição hospitalar. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, 2020; 10.
SILVA KR e GOMES FGC. Dependência química: resultantes do uso abusivo de substâncias psicoativas. REVISTA UNINGÁ, 2019; 56(1): 186-195.
SOUSA BOP, et al. Estudantes de enfermagem: uso de medicamentos, substâncias psicoativas e condições de saúde. Revista Brasileira de Enfermagem, 2020; 73.
SOUZA VS, et al. Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem atuantes em setores críticos. Revista Cuidarte, 2018; 9(2): 2177-2186.
URDAY-CONCHA F, et al. Percepción de riesgos y consumo de drogas en estudiantes universitarios de enfermería, Arequipa, Perú. Enfermería Actual de Costa Rica, 2019; 36: 19-35.
VIEIRA GCG, et al. Uso de psicotrópicos pelo enfermeiro: sua relação com o trabalho. Cinergis, 2016; 17(3).
