Resumen
Objetivo: Comprender la metodología activa como herramienta educativa en la enseñanza de medicina en Brasil. Revisión bibliográfica: La metodología activa en la enseñanza médica ha evolucionado con el tiempo, incorporando recursos como estudios de casos, simulaciones, debates y aprendizaje basado en problemas. Los estudiantes desempeñan un papel activo en la construcción del conocimiento, mientras que los profesores actúan como mediadores. Los beneficios incluyen un mayor compromiso de los estudiantes, desarrollo de habilidades prácticas y pensamiento crítico. Desafíos como la resistencia institucional y la necesidad de infraestructura adecuada persisten. La transición al aprendizaje remoto durante la pandemia resaltó la flexibilidad de las metodologías activas. En Brasil, los cambios en las Directrices Curriculares Nacionales incentivaron este enfoque, requiriendo formación docente. Las tecnologías digitales también juegan un papel creciente en la enseñanza médica, especialmente durante la pandemia, con ventajas y desafíos a considerar. Consideraciones finales: La metodología activa en la enseñanza de medicina mejora el aprendizaje al incorporar situaciones reales. Sin embargo, la responsabilidad social y el aprendizaje pueden generar estrés en los estudiantes. Para su éxito, es necesario invertir masivamente en estructuración, formación docente y preparar a los estudiantes para la transición del método tradicional a las metodologías activas.
Referencias
ALEGRANCI P, et al. Metodologia ativa na graduação médica: A visão dos discentes da saúde segundo a literatura. Revista da Faculdade de Educação, 2019; 28(2): 99-112.
ALMEIDA CS, et al. Capacitação do Docente em Reconhecer o Sofrimento Psíquico dos Estudantes de Medicina: Um Relato de Experiência. Revista Brasileira de Educação Médica, 2018; 45(03).
ALVES CRL, et al. Repercussões do programa de educação pelo trabalho para a saúde (PET-Saúde) na reforma curricular de escolas médicas participantes do programa de incentivos às mudanças curriculares dos cursos de medicina (promed). Revista Brasileira de Educação Médica, 2015; 39: 527-536.
AZEVEDO FDE, et al. Manifestos dos pioneiros da educação nova (1932) e dos educadores 1959. Editora Massangana. Recife, 2010.
BALDASSIN S. Atendimento psicológico aos estudantes de medicina: técnica e ética. In: Atendimento psicológico aos estudantes de Medicina: técnica e ética, 2015: 16.
BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Câmara de Educação Superior. Resolução CNE/CES nº 04 de 07 de novembro de 2001. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Medicina. Diário Oficial da União.
CARRENHO IKA, et al. A formação pedagógica do preceptor em saúde: o caso do município do Jaboatão dos Guararapes-PE. Tese de Doutorado, 2020.
CHAGAS NB et al. Qualidade de Vida de Estudantes de Medicina em um Curso que Adota Metodologias Ativas de Ensino-Aprendizagem. Revista brasileira de educação médica, 2018; 42: 96-102.
DAMJANOV I, et al. Curricular reform may improve students' performance on externally administered comprehensive examinations. Croatian medical journal, 2005; 46(3).
DE MELO EAS, et al. Concepção de discentes acerca das metodologias de ensino adotadas pelas escolas médicas. Revista de Educação da Universidade Federal do Vale do São Francisco, 2018; 8(15).
DIAS EP e FERREIRA MA. Desenvolvimento docente pós-COVID-19: mudanças ou troca de cenário?. Revista Brasileira de Educação Médica, 021; 45.
ESCOLAS MÉDICAS DO BRASIL. Metodologia de Ensino. 2022. Disponível em: https://escolasmedicas.com.br/metodologia.php.
FRANÇA JRR e MAKNAMARA M. A literatura sobre metodologias ativas em educação médica no Brasil: notas para uma reflexão crítica. Trabalho, educação e saúde, 2019;17.
FREIRE P. Pedagogia da Autonomia. Saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e terra, 2015;51.
GUIMARÃES UA, et al. Formação de professores: metodologias ativas envolvendo teoria e prática. Revista Científica Multidisciplinar, 2023;4(4):e443043-e443043.
GUSSO HL et al. Ensino superior em tempos de pandemia: diretrizes à gestão universitária. Educação & Sociedade, 2020;41:e238957.
JONES RW. Problem-based learning: description, advantages, disadvantages, scenarios and facilitation. Anaesthesia and intensive care. 2006;34(4):485-488.
JUNIOR ASM, et al. Educação médica e as diretrizes curriculares nacionais: realidade ou utopia–revisão sistemática literária. Brazilian Journal of Development. 2021;7(5):50464-50477.
KOIFMAN L. A teoria de currículo e a discussão do currículo médico. Revista Brasileira de Educação Médica, 2020;22:37-47.
LOPES JM, et al. Self-Efficacy of Medical Students in Two Schools with Different Education Methodologies (Problem-Based Learning versus Traditional). Revista Brasileira de Educação Médica, 2020; 44(2): e047.
MAGALHÃES AJA, et al. O Ensino da Anamnese Assistido por Tecnologias Digitais durante a Pandemia da Covid-19 no Brasil. Revista Brasileira de Educação Médica, 2020;44:e163.
MASOCATTO NO, et al. Percepção de Alunos de Curso de Graduação em Medicina sobre o Team-Based Learning (TBL). Revista Brasileira de Educação Médica, 2019;43(3):111–114.
MEIRELES MAC, et al. Novas Diretrizes Curriculares Nacionais e a formação médica: expectativas dos discentes do primeiro ano do curso de medicina de uma instituição de ensino superior. Revista Brasileira de Educação Médica, 2019; 43: 67-78.
MONTELLO MB. Definição dos objetivos instrucionais da taxonomia de Bloom revisada no contexto da anatomia humana. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2023.
OHI AKR, et al. Simulação realística e educação médica: uma ferramenta de ensino para os estudantes de medicina: Realistic simulation and medical education: a teaching tool for medical students. Brazilian Journal of Development, 2022; 8(9): 63795-63810.
OLIVEIRA SBSD. Metodologias ativas no ensino superior: perfil e percepções dos estudantes do curso de Medicina, 2020.
PEREIRA DVR, et al. Mapping of medical schools: the distribution of undergraduate courses and annual vacancies in Brazilian cities in 2020. Revista Brasileira de Educação Médica, 2021; 45(1): e005.
REIS V, et al. O Impacto da Metodologia Ativa de Ensino na Evolução dos Sintomas de Ansiedade Social dentre os Acadêmicos de Medicina. Revista Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, 2013; 17(3): 31-47.
RIBEIRO JT, et al. Potencialidades e desafios da metodologia ativa na perspectiva dos graduandos de Medicina. Revista docência do ensino superior, 2020; 10: 1-19.
RICHARTZ T. Metodologia ativa: a importância da pesquisa na formação de professores. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, 2015; 13(1): 296-304.
RODRIGUES MCC, et al. Objective Structured Clinical Examination (OSCE): níveis de estresse, ansiedade e percepções de estudantes de medicina relacionados ao desempenho–um estudo de métodos mistos, 2021.
SANTIAGO RC, et al. Percepção dos Estudantes de Medicina sobre o Uso da Metodologia da Problematização durante a Graduação. Revista Brasileira de Educação Médica, 2020; 44.
SEPARAVICH MA e COUTO MT. Programa Mais Médicos: revisão crítica da implementação sob a perspectiva do acesso e universalização da atenção à saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26: 3435–3446.
SILVA AF, et al. Simulação clínica e educação médica: relato de experiência sobre construção de um cenário de alta fidelidade, 2020.
SILVA DSM, et al. Metodologias ativas e tecnologias digitais na educação médica: novos desafios em tempos de pandemia. Revista Brasileira de Educação Médica, 2022; 46(2): e058.
SOUZA MPDC. Formação continuada de instrutores da polícia militar do Rio Grande do Norte segundo o aporte da aprendizagem baseada em problemas. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2022.
TENÓRIO LP, et al. Saúde mental de estudantes de escolas médicas com diferentes modelos de ensino. Revista Brasileira de Educação Médica, 2016; 40: 574-582.
TORRES PL e IRALA EA. Aprendizagem colaborativa: teoria e prática. Complexidade: redes e conexões na produção do conhecimento. Curitiba: Senar, 2014; 61-93.
WAGNER KJP e MARTINS FLJ. Metodologias ativas de ensino-aprendizagem: uso, dificuldades e capacitação entre docentes de curso de Medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, 2022; 46(1): e028.
