Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Funcionalidad, riesgo de caídas, y riesgo nutricional em pacientes traumatizados em urgências
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Trauma
Funcionalidad
Riesgo nutricional

Cómo citar

Funcionalidad, riesgo de caídas, y riesgo nutricional em pacientes traumatizados em urgências. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(12), e15923. https://doi.org/10.25248/reas.e15923.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Caracterizar el perfil funcional, riesgo de caídas y riesgo nutricional en pacientes que han sufrido traumatismos en las primeras 24 horas ingresados ​​en un servicio de urgencias. Métodos: La investigación descriptiva transversal tuvo los siguientes criterios de inclusión: período de hasta 24 horas desde el ingreso a urgencias, víctimas de traumatismos con edad ≥ 18 años y capacidad cognitiva preservada, criterios de exclusión: mujeres embarazadas, pacientes ventilados mecánicamente, nivel de conciencia disminuido. (Glasgow ≤12) y causas clínicas de hospitalización, la recolección fue de agosto de 2022 a junio de 2023, mediante la aplicación de instrumentos de evaluación. Resultados: El estudio contó con 39 participantes, con dos exclusiones, quedando n= 37. La incidencia de ingreso fue por caídas (32,43%). Hubo predominio de fracturas en miembros inferiores (40,54%). Se aplicó ATLS (48,72%) de la muestra, el 51,35% refirió tener comorbilidad y la HSA (13,81%) fue más frecuente. No tenían necesidades nutricionales (83,78%), el IMC fue de 25,69, el grupo etario fue de 43,93 ± 16,77 años y en el ECG el promedio fue de 15,61, los hombres constituyeron el 67,7% de la muestra y no hubo reporte de el uso de DVA o sedación. Conclusión: Este estudio demostró que los pacientes ingresados ​​en urgencias en las primeras 24 horas tienen una reducción significativa de la funcionalidad, además de un alto riesgo de caídas. Si bien estos pacientes no presentan riesgo nutricional inmediato, no están exentos de desarrollar complicaciones nutricionales durante el período de hospitalización, lo que resalta la importancia del seguimiento continuo y de las intervenciones adecuadas.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALVAREZ BD, et al. Avaliação do Escore de Trauma Revisado (RTS) em 200 vítimas de trauma com mecanismos diferentes. Revista Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2016; 43(5): 334-340.

BARBOSA AAO, et al. Comparação dos critérios da NRS-2002 com o risco nutricional em pacientes hospitalizados. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24: 3325-3334.

BAVARESCO AC, et al. Perfil e intervenção fisioterapêutica dos pacientes vítimas de trauma admitidos na unidade de urgência e emergência em um Hospital Universitário do Oeste do Paraná. Research, Society and Development, 2022; 11(2): e46811225929.

BELÉM RC e NOGUEIRA NBR. Trauma grave: do hospital do distrito federal. Biblioteca do IGESDF – Hospital de base, 2019; 1: 1-217.

BYUN CS, et al. Epidemiology of trauma patients and analysis of 268 mortality cases: trends of a single center in Korea. Yonsei Medical Journal, 2015; 56(1): 220-226.

CARGNIN MS, et al. Aplicação das Escalas de Morse e Braden por estudante de enfermagem na vivência prática: contribuições à formação acadêmica. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(11): e14303.

COMIN TFB, et al. Características clínicas e funcionais de adultos neurocríticos internados em UTI. ASSOBRAFIR Ciência, 2022; 13: 0-0.

CONNOLLY BA, et al. Clinical predictive value of manual muscle strength testing during critical illness: an observational cohort study. Critical Care, 2013; 17: R229.

COVINSKY KE, et al. Loss of independence in activities of daily living in older adults hospitalized with medical illnesses: increased vulnerability with age. Journal of the American Geriatrics Society, 2003; 51(4): 451-458.

CUSCHIERI S. The STROBE guidelines. Saudi Journal of Anaesthesia, 2019; 13(Suppl 1): S31.

DA SILVA FR, et al. Triagem nutricional de pacientes internados no serviço de emergência. 2017.

DE PAULO GML, et al. Trauma: característica sociodemográficas das vítimas e aspectos clínicos-assistenciais de sua ocorrência em hospital de urgência. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(10): e8683.

DOS SANTOS PS e MUSSOI TD, Estado nutricional de pacientes internados em uma unidade de pronto atendimento e uma enfermaria de um hospital de médio porte de Santa Maria/RS. Disciplinarum Scientia| Saúde, 2021; 22(1): 443-456.

DO NASCIMENTO CALLES AC, et al. O impacto da hospitalização na funcionalidade e na força muscular após internamento em uma unidade de terapia intensiva. Interfaces Científicas-Saúde e Ambiente, 2017; 5(3): 67-76.

FIELD A. Discovering Statistics Using SPSS. 4th ed. London: SAGE Publications Ltd, 2009; 896p.

JAIN M, et al. Clinic epidemiological profile of trauma patients admitting to the emergency department of a tertiary care hospital in eastern India. Journal of Family Medicine and Primary Care, 2020; 9(9): 4974.

LATRONICO N e GOSSELINK R. Abordagem dirigida para o diagnóstico de fraqueza muscular grave na unidade de terapia intensiva. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2015; 27: 199-201.

LENTSCK MH, et al. Trauma Panorama epidemiológico de dezoito anos de internações por trauma no Brasil. Revista de Saúde Pública, 2019; 53-83.

LOURENÇO MA, et al. Correlação entre instrumentos de avaliação da funcionalidade e equilíbrio em pacientes com artrite reumatoide. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, 2015; 29: 345-353.

MARINHO GS, et al. Risco de quedas em pacientes hospitalizados. Revista Pesquisa em Fisioterapia, 2017; 7(1): 55-60.

MARTINS GS, et al. Abordagem fisioterapêutica e perfil dos pacientes atendidos na unidade cirúrgica de pronto-socorro de um hospital terciário do Distrito Federal. Fisioterapia em Movimento, 2022;35.

MARTINS GS. Análise do perfil clínico e funcional de pacientes críticos na unidade de terapia intensiva de um hospital público do Distrito Federal: Estudo de coorte prospectivo. 2018.

NAKAJIMA H, et al. Clinical frailty scale score before ICU admission is associated with mobility disability in septic patients receiving early rehabilitation. Critical care explorations, 2019; 1: 12.

NOLASCO TR. Capacidade funcional de vítimas de acidentes de trânsito em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. 2016.

PARENTE LM. Avaliação da capacidade funcional dos pacientes em terapia intensiva. 2015.

ROBERSON AR, et al. Influence of muscle strength on early mobility in critically ill adult patients: systematic literature review. Heart & Lung, 2018; 47(1): 1-9.

SEIDELL JC e HALBERSTADT J, The global burden of obesity and the challenges of prevention. Annals of Nutrition and Metabolism, 2015; 66(Suppl. 2): 7-12.

PARRY SM, et al. Functional outcomes in ICU–what should we be using?-an observational study. Critical Care, 2015; 19(1): 1-9.

ŞIMŞEK T, et al. Resposta ao trauma e alterações metabólicas: metabolismo pós-traumático. Jornal Turco de Cirurgia/Ulusal cerrahi dergisi, 2014; 3: 153.

TIPPING CJ e YOUNG PJ, et al. A systematic review of measurements of physical function in critically ill adults. Crit Care Resusc 2012; 14: 302–311.