Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
La percepción de las enfermeras obstétricas sobre la estratificación del riesgo de hemorragia posparto en una maternidad municipal del norte de Brasil
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Hemorragia posparto
Enfermeras obstétricas
Muerte materna

Cómo citar

La percepción de las enfermeras obstétricas sobre la estratificación del riesgo de hemorragia posparto en una maternidad municipal del norte de Brasil. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(10), e15948. https://doi.org/10.25248/reas.e15948.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Identificar la percepción de enfermeras obstétricas sobre la estratificación del riesgo de Hemorragia Posparto (HPP). Métodos: El estudio tiene un carácter descriptivo y exploratorio bajo un enfoque cualitativo. La investigación se realizó en una maternidad de riesgo habitual, abierta las 24 horas del día y con un equipo multidisciplinario. Resultados: En cuanto al conocimiento de los participantes sobre la estratificación del riesgo de HPP, se observaron errores sobre el tema y dificultades en cuanto al conocimiento sobre la estratificación del riesgo de HPP, que no se conoce como debería. Aún existe cierta inseguridad y dificultad de comprensión, ya que los profesionales no cuentan con cursos ni orientación sobre el tema. Conclusión: Ante esto, queda claro que el buen desempeño ante una condición de HPP depende de un equipo/profesional competente y capacitado que sepa detectar con anticipación los signos sugestivos de intercurrencias obstétricas. Además, un factor a considerar es que las unidades implementen instrumentos como manuales y protocolos con el fin de ayudar a los profesionales a adoptar acciones efectivas, buscando ofrecer una atención humanizada, segura y que garantice la calidad del servicio brindado.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALVES ÁLL, et al. Hemorragia pós-parto: prevenção, diagnóstico e manejo não respiratórios. Femina, 2020; 48(11): 671-679.

ALVES ÁLL, et al. Hemorragia pós-parto: prevenção, diagnóstico e manejo não cirúrgicos. Febrasgo Position Statement, 2020; 5: 671-9.

ALVARES CDS e RAMOS EMFC. Hemorragia pós-parto primária: contribuições dos cuidados de enfermagem. Trabalho de Conclusão de Curso. Ariquemes: Faculdade de Educação e Meio Ambiente, 2019.

BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo, SP: Edições, 2011; 70: 279.

BRASIL. Manual dos Comitês de Morte Materna. Série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília: Ministério da Saúde, 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. Manual dos comitês de mortalidade materna / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas. – 3. ed. – Brasília: Editora do Ministério da Saúde, 2007.

DIAS S, et al. Hemorragia pós-parto imediato: atuação da equipe de enfermagem. Temas em Saúde, 2019; 64-77.

FREITAS SM, et al. Hemorragia pós-parto: Características, tratamento e prevenção. Brazilian Journal of Surgery & Clinical Research, 2021; 37(3): 1-6.

FORMIGA JMM, et al. Perfil do enfermeiro/aluno do curso de especialização PROFAE/RN. 2005.

FLASOG. FEDERAÇÃO LATINO-AMERICANA DE ASSOCIAÇÕES DE SOCIEDADES DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA. Hemorragia Pós- parto imediato: Onde estamos e para onde vamos? Rio de Janeiro: FLASOG, 2018.

FUMERO SR, et al. Hemorragia pós-parto primária: Diagnóstico e manejo oportuno. Revista médica sinergia, 2020; 5(6): 512-512.

LIU CN, et al. Prevalence and risk factors of severe postpartum hemorrhage: a retrospective cohort study. Pregnancy Childbirth, 2021; 21:332.

MARINHO JPM, et al. O uso de ocitócicos na profilaxia da hemorragia pós-parto primária. Cadernos da Medicina, 2020; 2(3).

MARTINS HEL, et al. Observação em enfermagem: tecnologia para prevenção e controle da hemorragia pós-parto. Tese. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, 2014.

MENDES LMC et al. Condições potencialmente ameaçadoras à vida no ciclo gravídico-puerperal. Ciênc. cuid. saúde, 2022; 21: 57258-57258.

MONTEIRO MAS. A Assistência de Enfermagem Obstétrica no Trabalho de Parto. Rev Paul Enferm. 2022; 33: 1-12.

O’BRIEN KL, et al. Transfusion Management of Obstetric Hemorrhage.Transfusion Medicine Reviews, 2018; 32(4): 249–255.

OLIVEIRA RDC e DAVIM RMB. Prevenção e tratamento da hemorragia pós-parto. Revista de Enfermagem da UFPE, 2019; 13(1): 236–48.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE. Avaliação da Qualidade do Cuidado nas Complicações Graves da Gestação: A Abordagem do Near Miss da OMS para a Saúde Materna. Uruguai. OMS; 2011.

OPAS. ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE.Recomendações assistenciais para prevenção, diagnóstico e tratamento da hemorragia obstétrica. OPAS, 2018.

PINHEIRO DDLFL. Desfecho gestacional e fatores associados às síndromes hipertensivas e hemorragicas associadas à morbidade materna grave e near miss. Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2018: 87.

RANGEL RCT, et al. Tecnologias de cuidado para prevenção e controle da hemorragia no terceiro estágio do parto: revisão sistemática. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2019; 27.

SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE. Análise Epidemiológica e Vigilância de Doenças não Transmissíveis: Painel de Monitoramento da Mortalidade Materna. [Internet] Secretaria de Vigilância em Saúde, 2022. Disponível em: https ://svs.aids.gov.br/daent/centrais-de-conteudos/paineis-de-monitoramento/mo.

SILVA DD, et al. Principais dificuldades vivenciadas por primíparas no cuidado ao recém-nascido. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(2): 5498.

VIEIRA S e HOSSNE WS. Metodologia científica para a área de saúde. Focus. 2003.