Resumen
Objetivo: Describir el perfil y determinar la calidad del uso de antimicrobianos en las unidades de cuidados intensivos (UCI) de adultos. Métodos: Estudio transversal, descriptivo, realizado en las UCI de un hospital público de referencia regional. Se evaluaron pacientes ingresados en las UCI entre octubre y diciembre de 2020, que usaron antimicrobianos durante la hospitalización o hasta 24 horas antes del ingreso, con edad ≥18 años. Se utilizó un formulario estándar e indicadores de calidad adaptados de Van den Bosch CMA, et al. (2015). Las frecuencias (absolutas y relativas), las medias y la desviación estándar se calcularon con el software SPSS 21.0. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética en Investigación. Resultados: Se identificaron 426 antimicrobianos en uso por 171 pacientes, destacándose cefalosporinas de tercera generación (23,2%), penicilinas + inhibidores de betalactamasas (17,8%), carbapenémicos (12,9%) y macrólidos (12,2%). De los 67 microorganismos identificados en cultivos, el 64,1% correspondió a patógenos de prioridad crítica. Los indicadores de calidad de la terapia mostraron insuficiencia más frecuente en relación a la suspensión de la terapia empírica, cambiando el esquema a la terapia dirigida, seguida de solicitud de hemocultivo y recolección de sitios sospechosos dentro de las 24 horas del inicio de la terapia empírica. Conclusión: Predominó el uso de betalactámicos y carbapenémicos y un elevado número de patógenos críticos.
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