Resumen
Objetivo: Identificar el nivel de estrés ocupacional enfrentado por los profesionales que trabajan en Unidades de Cuidados Intensivos y clasificar los factores estresantes organizacionales, relacionándolos con su gravedad. Método: Estudio observacional transversal con enfoque cualicuantitativo realizado en Unidades de Cuidados Intensivos de un hospital en Paraná con el equipo multiprofesional. Se aplicó la Escala de Estrés Laboral versión reducida (EEL) y un cuestionario semiestructurado. El análisis cuantitativo se realizó con datos recopilados en Excel y analizados mediante SPSS, mientras que el análisis cualitativo se basó en el método de Bardin para identificar factores estresantes. Resultados: Contrariamente a la literatura, la mayoría de los profesionales presentaron bajos niveles de estrés. También se identificó que los profesionales con múltiples contratos laborales tienden a tener un nivel de estrés más alto. Factores como la comunicación y las relaciones interpersonales fueron relevantes como desencadenantes de estrés en este ambiente. Conclusión: El estudio destaca la complejidad del estrés ocupacional y la necesidad de investigaciones sobre el tema, ya que impacta directamente en el empleado y también en la empresa empleadora.
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