Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Tuberculosis en Brasil: un panorama epidemiológico de 2018 a 2022
PDF (inglés)

Palabras clave

Tuberculosis
Epidemiología
Salud Pública

Cómo citar

Tuberculosis en Brasil: un panorama epidemiológico de 2018 a 2022. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(7), e16597. https://doi.org/10.25248/reas.e16597.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Este estudio tuvo como objetivo realizar una evaluación epidemiológica de los casos de tuberculosis notificados en Brasil entre 2018 y 2022. Métodos: Los datos fueron recolectados del Sistema de Información de Enfermedades de Declaración Obligatoria (SINAN), disponible en el sitio web del Departamento de Informática en Salud del Sistema Único de Salud (DATASUS). Se analizaron datos de tuberculosis de 2018 a 2022. Resultados: Entre 2018 y 2022, se notificaron 472.781 casos de tuberculosis en Brasil, lo que muestra una tendencia estable en las notificaciones de enfermedades en los últimos 5 años. La región Norte tuvo el mayor número de casos de tuberculosis por 100.000 habitantes (66,3 casos). Sólo al 15,63% de los pacientes se les realizaron pruebas de susceptibilidad antes de iniciar el tratamiento. Entre estos, el 12,85% (n = 60.759) eran sensibles y el 1,17% presentaban resistencia a los medicamentos. Positivamente, hubo una tasa de curación del 62,24% entre las personas con tuberculosis. El fracaso del tratamiento se produjo en el 14,02% de los casos por abandono del mismo. A pesar de los esfuerzos contra la tuberculosis, entre 2018 y 2022 se registraron 340 muertes. Conclusión: Con base en los datos presentados, se identificaron varias características que podrían informar el desarrollo de políticas públicas enfocadas en la tuberculosis.

PDF (inglés)

Referencias

ALLWOOD, BW., et al. post-tuberculosis lung disease: clinical review of an under-recognised global challenge. Respiration, 2021; 100(8): 751-763.

ANDRADE, SM., et al. Perfil epidemiológico dos casos de Esquistossomose no Brasil entre os anos de 2010 a 2017. Research, Society and Development, 2022; 11(11), e511111133834-e511111133834.

BASTOS, SH. et al. Perfil Sociodemográfico e de saúde da coinfecção tuberculose/HIV no Brasil: revisão sistemática. Revista Brasileira de Enfermagem, 2019; 72: 1389-1396.

BELO, MTCT. et al. Tuberculose e gênero em um município prioritário no estado do Rio de Janeiro. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2010; 36: 621-625.

CAMPOY, LT. et al. Qualidade e gestão da atenção à coinfecção tuberculose e HIV no Estado de São Paulo. Texto & Contexto-Enfermagem, 2019, 28.

CARDOSO, LSP. et al. Óbitos pela COVID-19 no Maranhão. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2023; 23(8): e13312 -e13312.

CORTEZ, AO. et al. Tuberculose no Brasil: um país, múltiplas realidades. Jornal Brasileiro de pneumologia, 2021; 47(1).

GINSBURG, AS. et al. Fluoroquinolones, tuberculosis, and resistance. The Lancet infectious diseases, 2003; 3(7): 432-442.

HOLANDA, EC. et al. Caracterização epidemiológica e prevalência de esquistossomose no Estado do Maranhão, Brasil. Research, Society and Development, 2020; 9(8): e735986622-e735986622.

KESHAVJEE S, FARMER PE. Tuberculosis, drug resistance, and the history of modern medicine. New England Journal of medicine, 2012; 367(10): 931-936.

KOCH, A; MIZRAHI, V. Mycobacterium tuberculosis. Trends in microbiology, 2018; 26(6): 555-556.

MARTINS VO, MIRANDA CV. Diagnóstico e tratamento medicamentoso em casos de tuberculose pulmonar: revisão de literatura. Revista Saúde Multidisciplinar, 2020; 7(1): 1-20.

MASSABNI AC; BONINI, EH. Tuberculose: história e evolução dos tratamentos da doença. Revista Brasileira Multidisciplinar, 2019; 22(2): 6-34.

MOREIRA, ASR et al. Determinantes sociais da saúde e custos catastróficos associados ao diagnóstico e tratamento da tuberculose. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2020; 46(1): 1-12.

NASCIMENTO, DD et al. Medicamento para Tuberculose em dose fixa combinada: um panorama dos fármacos rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol. Brazilian Journal of Health Review, 2023; 6(4): 15780-15802.

OLIVEIRA, ABM et al. Perfil de hemoglobinopatias em gestantes: distribuição espacial e análise temporal de 2013 a 2019 no Estado do Piauí, Brasil. Research, Society and Development, 2022; 11(5): e49511527119.

OLIVEIRA, MSR et al. Perfil epidemiológico dos casos de tuberculose no estado do Maranhão nos anos de 2012 a 2016. Revista Prevenção de Infecção e Saúde, 2018; 4(1).

RABAHI, MF et al. Tratamento da tuberculose. Jornal brasileiro de pneumologia, 2017; 43(1): 472-486.

RODRIGUES, IC et al. Recidiva da Tuberculose: fatores associados em um Grupo de Vigilância Epidemiológica de São Paulo. Revista Eletrônica de Enfermagem, 2017; 19(1).

RODRIGUES MW, MELLO AGNC. Tuberculose e escolaridade: Uma revisão da literatura. Revista Internacional de apoyo a la inclusión, logopedia, sociedad y multiculturalidad, 2018; 4(2).

ROLIM HM et al. Principais determinantes nas intoxicações por fármacos na Cidade de Teresina-PI, Brasil. Research, Society and Development, 2021; 10(10): e142101017138.

SANTOS DAS et al. Fatores associados ao abandono do tratamento da tuberculose pulmonar. Cogitare Enfermagem, 2021; 26(1).

SCHRAGER LK et al. The status of tuberculosis vaccine development. The Lancet Infectious Diseases, 2020; 20(3): e28-e37.

SILVA DR et al. Tuberculose e COVID-19, o novo dueto maldito: quais as diferenças entre Brasil e Europa? Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2021, 47(1).

SILVA PF et al. Fatores associados ao abandono do tratamento da tuberculose pulmonar no Maranhão, Brasil, no período de 2001 a 2010. Cadernos de Saúde Pública, 2014, 30: 1745-1754.

TAVARES CM et al. Tendência e caracterização epidemiológica da tuberculose em Alagoas, 2007-2016. Cadernos Saúde Coletiva, 2020, 28: 107-115.

YAMAMURA M et al. Tuberculose e iniquidade social em saúde: uma análise ecológica utilizando técnicas estatísticas multivariadas, São Paulo, Brasil. Revista Panamericana de Salud Pública, 2014; 35: 270-277.