Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil epidemiológico de la leishmaniasis tegumentaria americana en el Estado de Pará, con énfasis en la baja Amazonía
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Leishmaniasis
Enfermedade desatendida
Estrategias de salud

Cómo citar

Perfil epidemiológico de la leishmaniasis tegumentaria americana en el Estado de Pará, con énfasis en la baja Amazonía. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(11), e16818. https://doi.org/10.25248/reas.e16818.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar el perfil clínico y epidemiológico de la Leishmaniasis Tegumentaria Americana en la región del Bajo Amazonas, en el estado de Pará. Métodos: Se trata de un estudio cuantitativo descriptivo a través del análisis de datos clínicos y epidemiológicos del Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN) puestos a disposición por la Secretaría de Estado de Salud de Pará (SESPA) a través de un término de consentimiento. Los casos de LCA en la Baja Amazonía, reportados entre enero de 2012 y diciembre de 2022, fueron seleccionados y analizados mediante el programa Excel (Microsoft para Windows – 2016). Resultados: 6824 casos fueron notificados durante el período analizado. Los datos mostraron una pequeña fluctuación de frecuencia a lo largo de los años. El mes de mayor incidencia de casos fue noviembre. Al analizar las variables sociodemográficas, el sexo masculino (82%), la raza parda (82%) y el grupo de edad mayor de 30 años (40%) fueron los grupos más prevalentes. El criterio de confirmación fue el clínico-laboratorio (6507 casos) y la forma prevalente fue la cutánea (6721 casos). Conclusión: Se identificó la pertinencia del número de casos en la región en el período, evidenciando la necesidad de control y prevención de la enfermedad en la región de la Baja Amazonía.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ABRAÃO LSO, et al. Perfil epidemiológico dos casos de leishmaniose tegumentar americana no estado do Pará, Brasil, entre 2008 e 2017. Revista Pan-Amazônica de Saúde, 2020; 11: 202000612.

AGUIAR EMC, et al. Doenças tropicais negligenciadas no baixo amazonas. Brazilian Journal of Health Review, 2021; 27957.

ALVAR J, et al. Leishmaniasis worldwide and global estimates of its incidence. PLoS One, 2012; 7(5): 35671.

AMARO RR e COSTA WA. Transformações socioespaciais no estado do Rio de Janeiro enquanto determinante social da saúde: No contexto das leishmanioses. Hygeia: Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 2017; 13(26): 198.

BERNARDES HC, et al. Análise epidemiológica dos casos de Leishmaniose Tegumentar Americana em um município do Triângulo Mineiro. Revista Família, Ciclo de Vida e Saúde no Contexto Social, 2020; 8(1): 67-77.

BRASIL. Impacto do desmatamento sobre a incidência de doenças na Amazônia, 2015.

BRASIL. Ministério da Saúde, Guia de Vigilância em Saúde, 2019.

BRASIL. Ministério da Saúde, Distribuição da Leishmaniose Tegumentar, 2022.

BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de vigilância da leishmaniose tegumentar, 2017.

BRITO DMS. Ecoepidemiologia e vigilância da Leishmaniose Tegumentar Americana no município de Prainha, estado do Pará. Dissertação (Mestrado em Saúde, Sociedade e Endemias da Amazonia). Universidade Federal do Pará/Universidade Federal do Amazonas. 2012; 48.

CABRAL ENB, et al. Levantamento Epidemiológico de Leishmaniose tegumentar e visceral no Município do Vale do Paraiso, estado de Rondônia, RO. NATIVA-Revista de Ciências, Tecnologia e Inovação, 2021; 1(1): 42-52.

CHAVES EP, et al. Desmatamento induzido pela mineração: análise espacial no município de Oriximiná (PA). Revista Brasileira de Sensoriamento Remoto, 2021; 2(1).

COELHO AS, et al. Dinâmicas socioambientais na faixa da fronteira do estado do Pará: o caso do município de Almerim. Revista GeoPantanal, 2017; 307-326.

ESTUMANO JC, et al. Leishmaniose tegumentar americana: Análise epidemiológica de uma década no interior da Amazônia, Brasil. Brazilian journal of development, 2020; 6(6): 36311-36325.

GUIMARÃES AF, et al. Acesso a serviços de saúde por ribeirinhos de um município no interior do estado do Amazonas, Brasil. Revista Pan-Amazônica de Saúde, 2020; 11.

IBGE. 2012. População residente, segundo a situação do domicílio e condição de indígena – Brasil 1991/2010.

IBGE. 2022. Panorama.

LEÃO RFC e OLIVEIRA JMGC. O plano diretor e a cidade de fato: o caso de Santarém-Pa. Revista Geográfica de América Central, 2011; 2: 1-15.

MPPA. SIIS - Sistema de Informações de Indicadores Sociais do Estado do Pará, 2010.

MURBACK NDN, et al. Leishmaniose Tegumentar Americana: estudo clínico, epidemiológico e laboratorial realizado no Hospital Universitário de Campo.

OLIVEIRA RS, et al. Ocorrência da coinfecção leishmaniose tegumentar americana/HIV no Estado do Maranhão. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2019; 11(11): e 487Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Anais Brasileiros de Dermatologia, 2011; 86(1): 55-63.

RADAR DE INDICADORES DAS REGIÕES DE INTEGRAÇÃO. 2022. In: Fundação amazônica de amparo a estudo e pesquisas.

RIBEIRO DH, et al. Fatores de risco, controle e profilaxia da leishmaniose tegumentar americana no município de Nobres – Mato Grosso. Brazilian Journal of Health Review, 2018; 1(1): 81–95.

ROCHA TJM, et al. Epidemiological aspects of confirmed human cases of cutaneous leishmaniasis in Alagoas State, Brazil. Rev Pan-Amaz Saúde, 2015; 6(4): 49-54.

SILVA JCC, et al. Perfil sociodemográfico e clínico dos casos de Leishmaniose Tegumentar Americana (LTA) no estado do Pará entre os anos de 2010 a 2019. Research, Society and Development, 2022; 11(13): 282111329504.

SOARES LS, et al. Fatores de risco de leishmaniose cutânea em duas populações humanas da Amazônia Central. Dissertação (Mestrado em Ecologia) – Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, 2010; 12.

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA. Centro de Ciências da Saúde. Núcleo Telessaúde Santa Catarina. Abordagem e tratamento da leishmaniose tegumentar americana. Florianópolis: UFSC; 2017; 65.

VASCONCELOS JM, et al. Leishmaniose tegumentar americana: perfil epidemiológico, diagnóstico e tratamento. Revista Brasileira de Análises Clínicas, 2018; 50(3): 221-7.

VIANA RL, et al. Saúde ambiental e desenvolvimento na Amazônia legal: indicadores socioeconômicos, ambientais e sanitários, desafios e perspectivas. Saúde e Sociedade, 2016; 25: 233-246.