Resumen
Objetivo: Analizar el impacto de la pandemia de COVID-19 en la salud mental de los profesionales de la atención primaria. Métodos: Revisión integrativa de la literatura realizada en las bases de datos de Periódicos SciELO, BVS, Medline, LILACS y Periódicos CAPES. Resultados: Se seleccionaron 17 (diecisiete) estudios de 11 (once) países distintos, siendo 02 (dos) de ellos brasileños. Se observó una alta prevalencia de resultados adversos en la salud mental de los trabajadores de la Atención Primaria de Salud (APS), destacando la ansiedad, la depresión, el estrés y el burnout como los más estudiados. Estos profesionales fueron sometidos a altas cargas de trabajo, escasez de equipos de protección individual (EPIs) y devaluación profesional. Ser mujer, tener poca experiencia laboral y antecedentes de trastornos mentales fueron factores de riesgo para el deterioro psíquico. La resiliencia profesional, la autopercepción de eficacia profesional, la experiencia en situaciones de epidemia y la confianza en la organización fueron factores protectores. Las evidencias demuestran que, en comparación con los trabajadores de la atención terciaria, los profesionales de la APS corren un riesgo más elevado de padecer de enfermedades mentales. Consideraciones finales: Aún se necesitan más investigaciones sobre el contexto laboral de los trabajadores de la APS, específicamente en este período de combate a la pandemia, lo que resultó en el empeoramiento de las condiciones de salud mental de estos trabajadores.
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