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Mortalidad materna en una maternidad para embarazos de alto riesgo en una ciudad del estado de Bahía
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Palabras clave

Mortalidad materna
Perfil epidemiológico
Embarazo de alto riesgo

Cómo citar

Mortalidad materna en una maternidad para embarazos de alto riesgo en una ciudad del estado de Bahía. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(7), e17016. https://doi.org/10.25248/reas.e17016.2024

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Resumen

Objetivo: Describir las muertes maternas en maternidad de alto riesgo en una ciudad del estado de Bahía. Métodos: Estudio observacional descriptivo que analizó los archivos de investigación hospitalaria de muerte materna entre 2015-2021. Se incluyeron mujeres en el ciclo gestacional-puerperal que no murieron por causas externas y ocurrió después de 24 horas de hospitalización. Se evaluaron las características sociodemográficas y gestacionales, el diagnóstico a la hospitalización, el estado gestacional en el momento de la muerte y sus causas. Para el análisis se utilizaron estadísticas descriptivas. Aprobado por Comité Ético de Investigación. Resultados: Se incluyeron 131 muertes maternas y 40.5% ocurrieron entre las 24 y 48 horas. Mujeres tenían media de 30 años, morenas y negras (89.3%) y solteras (52.7%). Al ingreso, 60.3% embarazadas, 33.6% recién tuvieran parto y 4.6% abortaran; la mayoría no presentaba enfermedad gestacional, pero tenía cardiopatías (13%), hipertensión arterial sistémica (12.2%) y anemia falciforme (11.5%) como principales enfermedades preexistentes. Principales motivos de hospitalización: infecciones (30.5%), trastornos hipertensivos (24.4%) y hemorragias (14.5%); y principales causas de muerte fueron infecciones (38.9%), hemorragias (20.6%) y trastornos hipertensivos (18.4%). Conclusión: Este estudio identificó a las mujeres que corresponden al principal grupo de riesgo de muerte materna evitable y señala deficiencias en acceso a salud materna cualificados.

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