Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Características clínicas y diagnósticos de enfermería de las personas tratadas mediante Soporte Vital Avanzado
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Diagnóstico de enfermería
Emergencia
Servicios médicos de emergencia
Atención prehospitalaria
Enfermería de emergencia

Cómo citar

Características clínicas y diagnósticos de enfermería de las personas tratadas mediante Soporte Vital Avanzado. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e18248. https://doi.org/10.25248/reas.e18248.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir las características sociodemográficas, clínicas y Diagnósticos de Enfermería de personas atendidas por Soporte Vital Avanzado. Métodos: Estudio descriptivo, cuantitativo transversal y recolección de datos retrospectivos, realizado en el Servicio Móvil de Atención de Emergencia de un municipio de Rio Grande do Sul. La muestra está compuesta por 225 registros del servicio de Soporte Vital Avanzado del 01/10/2022 al 09/. 30/2023. Datos recopilados a través de un instrumento de evaluación sistemático, desde diciembre/2023 a enero/2024. Resultados: Predominio del sexo masculino (63,11%), edad entre 18 y 39 años, predominaron las lesiones por causas externas (9,33%), presencia de una o más comorbilidades (30,22%). El mayor número de ocurrencias se registró el lunes y miércoles, respectivamente (17,33%; 16,89%). Se identificó un predominio de personas atendidas en el domicilio (20,80%) en la atención clínica, mientras que en traumatología en la vía pública (7,56%). Los Diagnósticos de Enfermería más frecuentes fueron: Patrón respiratorio ineficaz, Riesgo de presión arterial inestable, Protección ineficaz y Dolor agudo. Conclusión: Los diagnósticos de enfermería, cuando se integran con el conocimiento científico y clínico con enfoques basados ​​en la evidencia, pueden facilitar la práctica del cuidado, contribuyendo a resultados positivos tanto para el paciente como para los servicios de salud.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BARBOSA KTF, et al. Profile of occurrence in the service to elderly people by the mobile pre-hospital care servisse. Revista de Pesquisa Cuidado é Fundamental Online, 2021; 13: 1053-1059.

BATTISTI GR, et al. Perfil de atendimento e satisfação dos usuários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Revista Gaúcha de Enfermagem, 2019, 40: 20180431.

BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). Decreto N 94.406/87. Regulamenta a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, que dispõe sobre o exercício da Enfermagem, e dá outras providências. 1986. Disponível em: https ://www.cofen.gov.br/decreto-n-9440687/. Acessado em: 30 de outubro de 2023.

BRASIL. Conselho Federal de enfermagem (COFEN). Resolução COFEN 713/2022. Atualiza a norma de atuação dos profissionais de enfermagem no APH móvel Terrestre e Aquaviário, quer seja na assistência direta, no gerenciamento e/ou na Central de Regulação das Urgências, em serviços públicos e privados, civis e militares. 2022. Disponível em: http ://www.cofen.gov.br/resolucao-cofen-no-713-2022_104087.html. Acessado em: 04 de novembro de 2023.

BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem (COFEN). RESOLUÇÃO COFEN 736/2024. Dispõe sobre a implementação do Processo de Enfermagem em todo contexto socioambiental onde ocorre o cuidado de enfermagem. 2024. Disponível em: https ://www.cofen.gov.br/resolucao- cofen-no-736-de-17-de-janeiro-de-2024/. Acesso em: 18 mar. 2024. Acesso em: 4 jul. 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Portaria N° 1600, de 07 de julho 2011. Reformula a Política Nacional de Atenção às Urgências e institui a Rede de Atenção às Urgências no Sistema Único de Saúde (SUS). 2011. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/ gm/2011/prt1600_07_07_2011.html. Acessado em: 22 de outubro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Portaria nº 1864, de 29 de setembro de 2003. Institui o componente pré-hospitalar móvel da Política Nacional de Atenção às Urgências, por intermédio da implantação de Serviços de Atendimento Móvel de Urgência em municípios e regiões de todo o território brasileiro: SAMU- 192. 2003.

Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2003/prt1864_29_09_2003.html. Acessado em: 02 de fevereiro de 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Portaria Nº 2048, de 05 de novembro de 2002. Estabelece os princípios e diretrizes dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, as normas e critérios de funcionamento, classificação e cadastramento de serviços. 2002. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2002/prt2048_05_11_2002.html. Acessado em: 22 de outubro de 2023.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Portaria nº 288, de 12 de março de 2018. Redefine a operacionalização do cadastramento de serviços de atendimento pré-hospitalar móvel de urgência e o elenco de profissionais que compõem as equipes do SAMU 192 no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. 2018. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sas/2018/prt0288_29_03_2018.html. Acessado em: 24 de outubro de 2023.

BRASIL. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192). 18 jul. 2022 [atualizado, 2023]. 2023. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/samu-192. Acessado em: 22 de outubro de 2023.

CAMARGOS MCS, et al. Disability-free life expectancy estimates for Brazil and Major Regions, 1998 and 2013. Ciência Saúde Coletiva, 2019; 24(3): 737-47.

CAVALHEIRO BE, et al. Perfil das Ocorrências Realizadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Município de Porto Velho/RO. Revista Ft Ciências da Saúde, 2023; 27(120): 1.

CUSCHIERI S. The STROBE guidelines. Saudi Journal of Anaesthesia, 2019; 13(1): 31–34.

CYRINO CMS, et al. Perfil, evolução e desfecho dos pacientes atendidos pelo serviço de atendimento móvel de urgência. Ciência, Cuidado e Saúde, 2021; 20(2): 58193.

D'AGOSTINO F. et al. Impact of an electronic nursing documentation system on the nursing process accuracy. Advances in Intelligent Systems and Computing, 2019; 804: 247–252.

DE CASTRO RF, et al. Caracterização das ocorrências do serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 2020; 7: 5625.

DORR MR, et al. Serviço de atendimento móvel de urgência do Rio Grande do Sul. Enfermagem em Foco, 2020; 11(2): 78-84.

HERDMAN TH, et al (Orgs.). Diagnósticos de Enfermagem da NANDA: definições e classificações 2021-2023. Porto Alegre: Artmed, 2021; 12.

HORBACH PR, et al. Percepções de enfermeiros acerca da atuação profissional no contexto do atendimento pré-hospitalar móvel. Enfermagem em Foco, 2021; 11(6): 6471.

HULLEY SB, et al. Delineando a Pesquisa Clínica. Porto Alegre: Grupo A, 2015.

LOPES LFD. Métodos quantitativos aplicados ao comportamento organizacional. Santa Maria: Voix, 2018.

MALVESTIO MAA e SOUSA RMC de. Desigualdade na atenção pré-hospitalar no Brasil: análise da eficiência e suficiência da cobertura do SAMU 192. Ciência & Saúde Coletiva, 2022, 27(7): 2921-34.

MANTOVANI VM, et al. NANDA‐I, NOC, and NIC Linkages for Nutritional Problems. International Journal of Nursing Knowledge, 2020; 31(4): 246–52.

MOREIRA LDH, et al. A importância do diagnóstico de enfermagem: visão do enfermeiro. Pesquisa, Sociedade e Desenvolvimento, 2021; 2: 24510212508.

OLIVEIRA-FIGUEIREDO DST, et al. Qual é a carga de multimorbidade e os fatores associados à sua ocorrência em pessoas idosas brasileiras? Revista Brasileira de Enfermagem, 2024; 77(1): 20220809.

PIZZOLATO AC, et al. Validação de instrumento para Registro do Processo de Enfermagem no atendimento pré-hospitalar móvel de urgência. Revista de Enfermagem da UFSM, 2023; 13: 11.

QUICK DOLL SC, et al. Qualidade dos componentes pré-hospitalares fixos da Rede de Urgência e Emergência no Brasil: um estudo a partir de dados do PMAQ-AB e PNASS. Cadernos de Saúde Pública, 2022; 38(8): 9922.

SCOLARI GAS, et al. Fatores relacionados ao acolhimento com classificação de risco a idosos em unidades de pronto atendimento. Revista Enfermagem UERJ, 2021; 29: 52999.

SHIBUKAWA BMC, et al. Serviço de Atendimento Móvel de Urgência: perfil dos atendimentos de crianças e adolescentes. Research, Society and Development, 2020; 9(7): 505974666.

SILVA JBC, et al. Perfil dos atendimentos pré-hospitalares em serviço de atendimento móvel de urgência no Nordeste do Brasil. Ciência, Cuidado e Saúde, 2022; 21: 56830.

TIBÃES HBB, et al. Service Profile of the Mobile Emergency Care Service in The North of Minas Gerais State. Revista de Pesquisa: Cuidado é Fundamental Online, 2018; 10(3): 675-82.

VIZENTAINER DFP, et al. Perfil dos atendimentos em um serviço móvel de urgência em Passo Fundo – RS. Revista Ciência & Humanização do Hospital de Clínicas de Passo Fundo, 2022; 2(2): 138–50.