Resumen
Objetivo: Discutir la soberanía sanitaria en la investigación y desarrollo de fármacos para la leishmaniasis visceral. Métodos: Se trata de un estudio cualitativo exploratorio mediante entrevistas, realizado con 16 individuos de ambos sexos, que tengan vivencias o experiencia profesional/académica con enfermedades desatendidas. Resultados: La soberanía sanitaria implica la capacidad de un país para controlar y gestionar de manera autónoma su salud pública. Para lograrlo, es crucial invertir en infraestructura de investigación y desarrollo, capacitar a profesionales capacitados y crear laboratorios equipados. Además, la cooperación regional e internacional puede fortalecer el intercambio de conocimientos y recursos, permitiendo avances más rápidos y efectivos. Las políticas gubernamentales que fomentan la producción local de medicamentos e insumos sanitarios, junto con una financiación adecuada, son esenciales para reducir la dependencia externa y garantizar que las soluciones terapéuticas sean accesibles y adecuadas a las necesidades locales. Conclusión: La soberanía en salud es esencial para enfrentar los desafíos de salud pública, a través de inversiones en infraestructura local, capacitación de profesionales y producción de insumos, complementados con alianzas internacionales, que promuevan un sistema de salud robusto y equitativo.
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