Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Salud mental y el contexto laboral de los enfermeros de la red pública
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Enfermería,
Enfermedad psíquica
Atención básica de salud

Cómo citar

Salud mental y el contexto laboral de los enfermeros de la red pública. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e18326. https://doi.org/10.25248/reas.e18326.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Investigar la relación entre el trabajo y la salud mental del enfermero de la atención básica de salud. Métodos: Se trata de un enfoque cuantitativo, con procedimientos de investigación de campo y desarrollado de manera transversal. La investigación se realizó con 43 enfermeros que trabajan en las unidades básicas de salud, a quienes se les aplicó un cuestionario sociodemográfico y las Escalas de Evaluación del contexto de trabajo (EACT) y de Costo Humano del Trabajo (ECHT). Los datos fueron analizados a través de técnicas de estadísticas descriptivas. Resultados: Se constató que el trabajo del enfermero de atención básica de salud ofrece factores de riesgo para la salud mental, ya que la organización y las condiciones de trabajo, las relaciones socioprofesionales, el costo afectivo, cognitivo y físico fueron clasificados por los profesionales con riesgo “crítico” y “grave” para el padecimiento psíquico. De este modo, el enfermero vive una gran contradicción, operacionalizando su propio sufrimiento mientras alivia el sufrimiento del otro. Conclusión: A partir de los resultados, se proponen acciones de promoción y prevención en salud mental, así como la implementación de políticas públicas que favorezcan mejores condiciones de trabajo para los enfermeros que trabajan en este segmento, ya que están en la primera línea y en la puerta de entrada del cuidado en salud.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ANDRADE MCS e CAPOCCI P. As emoções do profissional de enfermagem ao lidar com clientes com HIV/Aids. Revista de Enfermagem da UNISA, 2004; 5(1): 15-19.

ANTLOGA CS, et al. Contexto de trabalho e custo humano no trabalho em um órgão do Poder Judiciário brasileiro. Cien Saude Colet. 2014; 19(12):4787-4796.

ARAGONÉS, E. et al. The effect of economic crisis and austerity on mental health in Spain: a literature review. European Journal of Public Health, 2018; 28(5): 716-720.

ARAÚJO W. Atualidades: A precarização do trabalho no Brasil. Disponível em: https ://www.google.com/search?client=safari&rls=en&q=ARA%C3%9AJO+W.+Atualidades%3A+A+precariza%C3%A7%C3%A3o+do+trabalho

+no+Brasil.+Not%C3%ADcias+Concursos&ie=UTF-8&oe=UTF-8 Acessado em: 24 de maio de 2023.

BARROS J. O conceito de alienação no jovem Marx. Tempo Social, São Paulo, 2011; 23(2): 109-132.

BITENCOURT BM, et al. Sentidos do trabalho para jovens de um empreendimento solidário e para trainees. Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 2014; 7(2): 142-155.

BRASIL, 2012. Conselho Nacional de Saúde. Resolução n° 466, de 12 de dezembro de 2012. Aprova diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Diário Oficial da União, 13 jun. 2013, Seção 1, p. 59-62.

BRASIL, 2023. Ministério da Saúde divulga segunda edição da cartilha do Piso Nacional da Enfermagem. Disponível em: https ://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2023/outubro/ministerio-da-saude-divulga-segunda-edicao-da-cartilha-do-piso-nacional-da-enfermagem. Acesso em: 27 de out. 2023.

COMPARATO, F. Capitalismo: civilização e poder. Estudos Avançados, São Paulo, 2011; 25(71): 125-140.

CUNHA LS. As Adaptações e improvisações no trabalho hospitalar e suas implicações na saúde do trabalhador de enfermagem. Rio de Janeiro. Dissertação [Mestrado em Enfermagem] – Universidade do Estado do Rio de Janeiro, 2010.

DEJOURS C. Addendum da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho. In: F. Soudant; S. Lan- cman; L. I. Sznelwar (Org.). Christophe Dejours: da psicopatologia à psicodinâmica do trabalho. Tradução Frank Soudant. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2004; 47-104.

DUARTE MLC, et al. A saúde do trabalhador na estratégia de saúde da família: percepções da equipe de enfermagem. Cogitare Enfermagem, 2013; 18(2): 323-30.

GALVAN MR. Automedicação entre profissionais da saúde. Trabalho de Conclusão de curso para Faculdade de Enfermagem – Universidade do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2014.

GALVÃO CM, et al. Liderança situacional: estrutura de referência para o trabalho do enfermeiro-líder no contexto hospitalar. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 1998; 6(1): 81-90.

GARCÉS M e STECHER A. Trabalho em tempos de lean management uma revisão sobre seus efeitos adversos nas experiencias de trabalho. Inovar, 2021; 31(79): 71-88.

GIL AC. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo: Atlas, 2008; 6.

INSTITUTO QUALISA DE GESTÃO, 2023. Estudo sobre a saúde mental de enfermagem em congresso internacional. Disponível em: https ://iqg.com.br/imprensa/instituto-qualisa-de-gestao-apresenta-estudo-sobre-a-saude-mental-da-enfermagem-em-congresso-internacional/ Acesso em: 27 de out. 2023.

JESUS IF. A precarização do trabalho da enfermagem: uma reflexão do cenário atual. Trabalho de conclusão de curso. Faculdade de enfermagem da Faculdade de Salvador, Bahia, 2019.

LUZ RS. Trabalho alienado em Marx: a base do capitalismo. Dissertação (Mestrado em Filosofia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2008.

MAGNAGO, TSBS et. al. Distúrbios músculo-esqueléticos em trabalhadores de enfermagem: associação com condições de trabalho. Revista Brasileira de Enfermagem. Brasília, 2007; 60(6): 701-705.

MAIOR JLS. Um conceito marxista acerca do salário. Germinal: Marxismo e Educação em Debate, Salvador, 2014; 6(2): 95-109.

MENDES AM. Psicodinâmica do Trabalho: teoria, método e pesquisa. São Paulo, Casa do Psicólogo, 2007.

MERLO ARC, et al. O trabalho entre prazer, sofrimento e adoecimento: a realidade dos portadores de lesões por esforços repetitivos. Psicologia & Sociedade, 2003; 15(1): 117-136.

MUROFUSE NT, et al. Reflexões sobre estresse e Burnout e a relação com a enfermagem. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2005; 13: 255-261.

NASCIMENTO LCN, et al. Theoretical saturation in qualitative research: an experience report in interview with school children. Revista Brasileira de Enfermagem, 2018; 71(1): 6.

OLIVEIRA APS, et. al. O esgotamento físico dos enfermeiros no setor de urgência e emergência: revisão integrativa. Nursing (São Paulo), 2019; 22(251): 2839–2843.

OLIVEIRA EB, et. al. Estresse ocupacional e burnout em enfermeiros de um serviço de emergência: a organização do trabalho. Revista Enfermagem UERJ, 2017; 25: 28842.

PIRES RCC, et al. Atuação do enfermeiro na atenção primária à saúde (APS): Uma revisão integrativa da literatura. Revista Cientifica de enfermagem, 2022, 12(37): 107-114.

PUC-PR (n.d.). Modelo biopsicossocial. Blog da PUCPR. Disponível em: https ://posdigital.pucpr.br/blog/modelobiopsicossocial#:~:text=O%20modelo%20biopsicossocial%20%C3%A9%

uma%20abordagem%20multidisciplinar%20que,e%20interrelacionais%29%20podem%20afetar%20a%20sa

%C3%BAde%20do%20paciente. Acesso em: 08 de maio de 2023.

RODRIGUES RRJ, et al. Um espaço para o desenvolvimento interpessoal no trabalho. Psicologia em Estudo, 2001; 6: 123-127.

SCHWARTZ Y. Conceituando o trabalho o visível e o invisível. Tempo Social, 2011; 23(1): 59-76.

SILVA GL, et al. A estrutura de um serviço de urgência público, na ótica dos trabalhadores: perspectivas da qualidade. Texto & Contexto-Enfermagem, 2012; 21: 320-328.

SILVA MAS e TULESKI SC. Patopsicologia Experimental: Abordagem histórico-cultural para o entendimento do sofrimento mental. Estudos de Psicologia, 2015; 20(4): 207-216.

SOARES CB, et al. Atribuições do enfermeiro na unidade básica de saúde: percepções e expectativas dos auxiliares de enfermagem. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2013; 47(4): 915-21.