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Análisis epidemiológico de la enfermedad de Chagas aguda en las 13 regiones sanitaris del Estado de Pará entre 2017 y 2021
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Palabras clave

Epidemiología
Enfermedad de Chagas aguda
Salud pública

Cómo citar

Análisis epidemiológico de la enfermedad de Chagas aguda en las 13 regiones sanitaris del Estado de Pará entre 2017 y 2021. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(12), e18364. https://doi.org/10.25248/reas.e18364.2024

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Resumen

Objetivo: Analizar los indicadores epidemiológicos, incidencia, mortalidad y letalidad de la Enfermedad de Chagas Aguda en las 13 Regiones Sanitarias de Pará entre 2017 y 2021. Métodos: Estudio ecológico, descriptivo, retrospectivo, transversal y cuantitativo con estadística inferencial. Resultados: Se observaron 1.225 casos en 11 regiones sanitarias de Pará durante el período analizado, siendo las regiones prevalentes Tocantins y Metropolitana I. Hubo asociación significativa entre las regiones sanitarias y las variables epidemiológicas propuestas, con excepción del sexo. La forma oral de la infección fue la más prevalente, notificándose más en el segundo semestre del año y alcanzando su máximo en septiembre. El año de mayor notificación fue 2017, y las regiones con mayor prevalencia fueron Marajó I y II. En 2019 hubo la mayor letalidad (2,34) y mortalidad (0,08), así como correlación entre estos indicadores y los asentamientos subnormales. Conclusión: La alta notificación en el segundo semestre del año, con mayor expresividad en Tocantins y Metropolitana I, se asoció al período de cosecha del açaí. Las principales variables asociadas fueron el grupo etario, la etnia y el modo probable de infección. Cabe destacar que el estudio fue limitado por el hecho de analizar regiones sanitarias, tiendo un sesgo de información.

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