Resumen
Objetivo: Identificar la violencia vivida por las mujeres durante el trabajo de parto. Métodos: Estudio de campo exploratorio, transversal y cuantitativo realizado con 40 parturientas residentes en el Estado de Río de Janeiro. A las participantes se les aplicó un cuestionario para identificar la violencia obstétrica y un formulario con datos socioeconómicos y antecedentes obstétricos. Los datos fueron tabulados en una hoja de cálculo de Excel. Se realizó un análisis de las variables, describiéndolas por frecuencia absoluta simple (N) y frecuencia relativa simple (%). Resultados: Los resultados de este estudio mostraron varios tipos de violencia obstétrica sufrida por las mujeres durante el parto, sin embargo, la mayoría de las veces, estas mujeres son incapaces de reconocer la violencia obstétrica sufrida por factores asociados a este fenómeno, reflejando un débil empoderamiento frente a los procesos que involucran sus propios cuerpos. Conclusión: Es sumamente importante que estas mujeres sean guiadas durante todo el proceso de embarazo por profesionales de salud que las acompañen, especialmente la enfermera, como facilitadora de conocimientos, con prácticas humanizadas y únicas, para la construcción y empoderamiento de sus propios cuerpos.
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