Resumen
Objetivo: Analizar la iniciación sexual de adolescentes escolares en Brasil. Métodos: Se realizó un estudio transversal con datos de la Encuesta Nacional de Salud Escolar del Adolescente 2019. Se evaluaron variables sociodemográficas y comportamentales, orientación recibida en la escuela y preguntas relacionadas con los servicios de salud. Se utilizó la regresión de Poisson para calcular la razón de prevalencia ajustada (aPR) y los intervalos de confianza del 95% (IC95%). Resultados: La prevalencia de iniciación sexual fue del 31,1%. La edad media de iniciación fue de 13,76 años (varones: 13,42 años; mujeres: 14,29 años). Hubo una mayor prevalencia de iniciación sexual entre los varones (PRadj=1,66; 1,59;1,73), entre 16 y 17 años de edad (PRadj=1,13; 1,11;1,14), estudiantes de escuelas públicas (PRadj=1,04; 95%CI 1,03;1,05), habitantes de la región norte (PRadj=1,04; 1,03; 1,06), que consumían alcohol (PRadj=1,10; 1,08;1,11), cigarrillos (PRadj=1,12; 1,11;1,14) y drogas ilícitas (PRadj=1,18; IC 95%: 1,16;1,20), que habían participado en peleas en los últimos 30 días (PRadj=1,06; 1,04;1,08) y que ya habían sufrido violencia sexual (PRadj=1,33; 1,31;1,36). Conclusión: Alrededor de 1/3 de los adolescentes declararon haber iniciado ya las relaciones sexuales, con una edad média de inicio inferior entre los chicos. Factores sociodemográficos, comportamentales y familiares se asociaron a la iniciación sexual.
Referencias
BELLIS MA, et al. Sexual uses of alcohol and drugs and the associated health risks: a cross-sectional study of young people in nine European cities. BMC Public Health, 2008; 8(1): 1-11.
BIELENKI CRZ, et al. Sexualidade na adolescência em tempos de AIDS: um estudo com escolares. Aletheia, 2019; 52(2): 135-146.
BORGES ALV, et al. ERICA: início da vida sexual e contracepção em adolescentes brasileiros. Revista de Saúde Pública, 2016; 50(1): 15.
BRASIL. 2022. In: Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico de HIV/Aids. Disponível em: https ://www.gov.br/aids/ptbr/centraldeconteudo/boletinsepidemiologicos/2022/hivaids/boletim_hiv_aids_-2022_internet_31-01-23.pdf/view. Secretaria de Vigilância em Saúde. Brasília, DF. Acesso em: 21 mar. 2023.
BRAVERMAN PKD. Sexually transmitted diseases in adolescents. Medical Clinics of North America, 2000; 84: 869-889.
BRILHANTE AVM, CATRIB AMF. Sexualidade na adolescência. Femina, 2011; 39(10): 504-509.
CASTRO LC, et al. Prevalência e fatores associados à iniciação sexual em adolescentes escolares do Piauí, 2015. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2023; 32(1): 2022612.
COSTA SF et al. Vulnerabilidades sociais e iniciação sexual entre 10 e 14 anos em estudantes do município do Rio de Janeiro, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2022; 27: 2763-2776.
CRUZ MS, et al. Perfil socioeconômico, demográfico, cultural, regional e comportamental da gravidez na adolescência no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, 2016; 46: 243-266.
CUSTÓDIO AV, LIMA RP. O contexto da violência sexual contra crianças e adolescentes. Revista Direitos Sociais e Políticas Públicas, 2023; 11(2): 48-72.
DITTUS PJ, et al. Parental monitoring and its associations with adolescent sexual risk behavior: a meta-analysis. Pediatrics, 2015; 136(6): 1587-1599.
DOMINGUES CSB, et al. Protocolo brasileiro para infecções sexualmente transmissíveis 2020: vigilância epidemiológica. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2021; 30: 2020549.
FELISBINO-MENDES MS, et al. Análise dos indicadores de saúde sexual e reprodutiva de adolescentes brasileiros, 2009, 2012 e 2015. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2018; 21(1): 180013.
FURLANETTO MF, et al. Educação sexual em escolas brasileiras: revisão sistemática da literatura. Cadernos de Pesquisa, 2018; 48: 550-571.
GONÇALVES H, et al. Início da vida sexual entre adolescentes (10 a 14 anos) e comportamentos em saúde. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2015; 18(1): 25-41.
KANN L, et al. Youth risk behavior surveillance - United States, 2015. MMWR Surveillance Summaries, 2018; 65(6): 1-174.
KEBEDE N, et al. Prevalence and associated factors of early initiation of sexual intercourse among youth in Ethiopia: systematic review and meta-analysis. BMC Public Health, 2023; 23(1): 2072.
KUSHAL SA, et al. Regional and sex differences in the prevalence and correlates of early sexual initiation among adolescents aged 12–15 years in 50 countries. Journal of Adolescent Health, 2022; 70(4): 607-616.
LINS LS, et al. Análise do comportamento sexual de adolescentes. Revista Brasileira em Promoção da Saúde, 2017; 30(1): 47-56.
MALTA DC, et al. Prevalência de exposição às situações de violência vividas por estudantes adolescentes brasileiros. Revista Mineira de Enfermagem, 2022; 26: 1458.
MOREIRA GBC, et al. Adolescentes e infecções sexualmente transmissíveis: comportamentos de risco e fatores contextuais que contribuem para o aumento da incidência no Brasil. Revista Interdisciplinar Ciências Médicas, 2021; 5: 59-66.
OLIVEIRA NP, et al. Sexualidade na adolescência: um estudo com escolares da cidade de Manaus/AM. Aletheia, 2014; 43: 129-146.
OLIVEIRA-CAMPOS M, et al. Comportamento sexual em adolescentes brasileiros, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE 2012). Revista Brasileira de Epidemiologia, 2014; 17: 116-130.
PEREIRA D e FERREIRA E. Uso do preservativo masculino por adolescentes no início da vida sexual. Adolescência e Saúde, 2012; 9: 37-44.
REIS GB, et al. Supervisão dos pais e comportamento sexual entre adolescentes brasileiros. Revista Brasileira de Epidemiologia, 2023; 26: 230013.
REIS LF, et al. Factors associated with early sexual initiation and unsafe sex in adolescents: substance use and parenting style. Journal of Adolescence, 2020; 79: 128-135.
SANTOS FM e PAZELLO ET. O impacto da gravidez precoce sobre os resultados econômicos e sociais das adolescentes brasileiras. Encontro Nacional De Economia, 2012; 40: 1-20.
SANTOS MJ, et al. Prevalência de violência sexual e fatores associados entre estudantes do ensino fundamental–Brasil, 2015. Ciência & Saúde Coletiva, 2019; 24: 535-544.
SASAKI RSA, et al. Prevalência de relação sexual e fatores associados em adolescentes escolares de Goiânia, Goiás, Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, 2015; 20(1): 95-104.
SZUCS LE, et al. Condom and contraceptive use among sexually active high school students — Youth Risk Behavior Survey, United States, 2019. MMWR Supplements, 2020; 69(1): 11.
VIEIRA KJ, et al. Início da atividade sexual e sexo protegido em adolescentes. Escola Anna Nery, 2021; 25(3): 20200066.
WHO. WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2020. In: Global status report on preventing violence against children 2020: executive summary. Disponível em: https ://iris.who.int/bitstream/handle/10665/332395/9789240006379eng.pdf?sequene=1. Acesso em: 30 jan. 2024.
WHO. WORLD HEALTH ORGANIZATION. 2022. In: Adolescent health. Disponível em: https ://www.who.int/health-topics/adolescent-health#tab=tab_1. Acesso em: 10 fev. 2023.
