Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Laceraciones de parto: complicaciones y manejo
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Parto normal
Laceraciones
Complicaciones del Trabajo de Parto

Cómo citar

Laceraciones de parto: complicaciones y manejo. (2024). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 24(11), e18768. https://doi.org/10.25248/reas.e18768.2024

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Analizar las complicaciones de las laceraciones perineales posparto y los desafíos asociados a su manejo. Métodos: La revisión integradora se llevó a cabo siguiendo las guías PRISMA e incluyó estudios publicados entre 2019 y 2024, como observacionales, ensayos clínicos y revisiones sistemáticas que exploraron las complicaciones de las laceraciones perineales derivadas del parto vaginal. Resultados: Los estudios seleccionados destacan que las laceraciones perineales pueden provocar dolor intenso, infecciones locales y hemorragia posparto. A largo plazo, complicaciones como el prolapso de órganos pélvicos, la depresión posparto, la dispareunia y la incontinencia urinaria y fecal pueden afectar significativamente la calidad de vida de las mujeres. Reflexiones finales: Para mejorar los resultados maternos, es crucial implementar intervenciones inmediatas y preventivas en el tratamiento de las laceraciones perineales. Por lo tanto, invertir en formación profesional, fomentar la investigación científica sobre el tema y adoptar enfoques personalizados son medidas esenciales para promover una experiencia de parto más positiva y segura.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

AMERICAN COLLEGE OF OBSTETRICIANS AND GYNECOLOGISTS (ACOG). Practice Bulletin No. 198: Prevention and Management of Obstetric Lacerations at Vaginal Delivery. Obstet Gynecol. 2018; 132(5):e87-e102.

ARAÚJO NM, OLIVEIRA SMJV de. Uso de vaselina líquida na prevenção de laceração perineal durante o parto. Revista Latino-Americana de Enfermagem, 2008; 16: 375-381.

CHEN Q, et al. Effect of Prenatal Perineal Massage on Postpartum Perineal Injury and Postpartum Complications: A Meta-Analysis. Computational and Mathematical Methods in Medicine, 2022; 2022: 3315638.

COSTA ASC da, et al. Localização das lacerações perineais no parto normal em mulheres primíparas. Revista Enfermagem UERJ, 2014; 22(3): 402-408.

MOREIRA M da C, et al. Lacerações e desfechos perineais imediatos de partos assistidos na banqueta de parto e posição semi-sentada. Brazilian Journal of Health Review, 2021; 4(1): 1736-1747.

TAVARES NV da S, et al. Fatores que influenciam a ocorrência de laceração perineal no parto. Research, Society and Development, 2022; 11(4): e33111425245.

SOUSA JL de, et al. Lacerações perineais no parto normal: uma revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2018; Sup. 13: S1503-S1508.

SANTOS TAV dos, et al. Estratégias utilizadas para prevenção de lacerações perineais após parto vaginal: um enfoque no período expulsivo. Brazilian Journal of Surgery & Clinical Research, 2019; 26 (1).

GOMMESEN D, et al. Obstetric perineal tears, sexual function and dyspareunia among primiparous women 12 months postpartum: a prospective cohort study. BMJ Open, 2019; 9 (12), e032368.

LOPES GA, et al. Cuidados perineais e resultados em um centro de parto normal. Texto & contexto enfermagem, 2019; 9 (12): e20190168.

RIESCO MLG, et al. Episiotomia, laceração e integridade perineal em partos normais: análise de fatores associados. Revista Enfermagem UERJ, 2011; 19 (1): 77-83.

ROYAL COLLEGE OF OBSTETRICIANS AND GYNECOLOGISTS (RCOG). Management of Third- and Fourth-Degree Perineal Tears. Green-top Guideline No. 29, 2015.

SAAD J, PAINTER C. Management of postpartum perineal wound complications. Current Opinion in Obstetrics & Gynecology, 2023; 35 (6): 505-509.

SCHNITTKA EM, et al. Postpartum dyspareunia following continuous versus interrupted perineal repair: a systematic review and meta-analysis. Cureus, 2022; 14 (9): e29070.

WILSON CA, HOWARD LM. Increased risk of postpartum depression following severe obstetric lacerations in women with low resilience. BJOG: An International Journal of Obstetrics and Gynaecology, 2020; 127 (11): 1391.

ZHENG F, et al. Incidence of postpartum hemorrhage based on the improved combined method in evaluating blood loss: A retrospective cohort study. PloS One, 2023: 18 (7): e0289271.

GOMES LM. Fatores de risco associados à laceração perineal: uma análise baseada nos dados do inquérito nascer no brasil. Dissertação (Mestrado Acadêmico em Saúde da Criança e da Mulher) – Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira. Fiocruz, Rio de Janeiro, 2022; 143 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Diretriz Nacional de Assistência ao Parto Normal. 2022. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/pcdt/arquivos/2017/assistencia-ao-parto-normal-diretriz-nacional.pdf/view. Acessado em: 22 de março de 2024.

DESSANTI GA, et al. Inquérito em pacientes submetidas a episiotomia ou com lacerações perineais. Revista da Faculdade de Medicina de Teresópolis, 2020; 4 (1): 4-13.

SOUZA MRT de, et al. Fatores relacionados ao desfecho perineal após parto vaginal em primíparas: estudo transversal. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 2020; 54: e03549.

COSTA JM de A, et al. Uso da episiotomia durante o trabalho de parto: uma revisão integrativa. Revista Saúde e Meio ambiente, 2023; 15(1): 99-116.