Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Aspectos sociodemográficos y clínico-epidemiológico relacionados con el abandono del tratamiento de la lepra en el Estado de Pará entre los años de 2018 a 2022
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Lepra
Epidemiología
Mycobacterium leprae

Cómo citar

Aspectos sociodemográficos y clínico-epidemiológico relacionados con el abandono del tratamiento de la lepra en el Estado de Pará entre los años de 2018 a 2022. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19066. https://doi.org/10.25248/reas.e19066.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Evaluar los aspectos sociodemográficos y clínico-epidemiológicos relacionados con el abandono del tratamiento de la lepra en Pará, en el período de 2018 a 2022. Métodos: Se trata de un estudio descriptivo epidemiológico de tipo ecológico. Los parámetros utilizados son de individuos de ambos os sexos, de todas las edades y casos registrados en el Sistema de Información de Enfermedades de Notificación (SINAN) presentes en el sitio web del Departamento de Informática del Sistema Único de Salud (DATASUS). Resultados: Entre 2018 y 2022 se notificaron 9.941 casos de lepra en el Estado de Pará, y 1.180 casos de abandono del tratamiento de la lepra, cuyo agente etiológico es Mycobacterium leprae. Dicho esto, el año 2019 fue el más relevante, con 2.575 casos notificados y 396 casos de abandono. Entre los 10 municipios destacados en el estudio, la ciudad de Marituba se destaca con el mayor número de casos notificados y abandono del tratamiento, siendo respectivamente, 975 y 114. El sexo masculino, de más de 15 años, se destaca con el mayor índice de casos de abandono en el Estado. Conclusión: Se concluye que los factores sociodemográficos, escolares y los estigmas están intrínsecamente vinculados al abandono del tratamiento de la lepra en el Estado de Pará.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

ALMEIDA R, et al. Classificação operacional dos casos de hanseníase: atualizações e implicações para o tratamento. Journal of Dermatology, 2023; 45(1): 75-82.

ALVES APF, et al. Epidemiological profile of Leprosy in Brazil between 2017 to 2022. Brazilian Journal of Development, 2023; 9(5): 15743-15753.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Guia de Tratamento da Hanseníase. 2020. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_hanseniase.pdf. Acessado em: 22 de março de 2024.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde. 2023. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilanciasaudev2___6ed.pdf. Acessado em: 20 de setembro de 2024.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Guia prático sobre a hanseníase. 2017. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_pratico_hanseniase.pdf. Acessado em: 22 de março 2024.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Hanseníase e direitos humanos: direitos e deveres dos usuários do SUS. 2008. Disponível em: https ://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/08_0317_M.pdf. Acessado em: 18 de março de 2024.

BRASIL. Manual do Ministério da Saúde. Hanseníase: Boletim Epidemiológico. 2018. Disponível em: http ://www.saude.ba.gov.br/wp-content/uploads/2017/11/Boletim_epidemiologico_hanseniase_2018.pdf. Acessado em: 22 de março de 2024.

COSTA AK, et al. Aspectos clínicos e epidemiológicos da hanseníase. Revista de Enfermagem UFPE, 2019; 13(2): 353-362.

COSTA JSM, et al. Perfil sociodemográfico dos pacientes diagnosticados com hanseníase no Estado do Pará no período de 2012 a 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(6): 15449.

CRUZ DLV. Doenças negligenciadas: Hanseníase. PE: Omnis Scientia, 2021; 104.

DA PAZ WS, et al. Impacto da pandemia de COVID-19 no diagnóstico da hanseníase no Brasil: um estudo ecológico e de base populacional. 2022.

DAKKAK N, et al. Teoria da adesão à medicação: implicações para o tratamento da hanseníase. Journal of Tropical Medicine, 2012; 80(4): 321-330.

DAMASCENO PR, et al. Perfil clínico-epidemiológico de pessoas com hanseníase no Estado do Pará entre os anos de 2017-2021. Revista Enfermagem Contemporânea, 2023; 12: 4905.

FACURE CG, et al. Análise epidemiológica da hanseníase em Goiânia de 2016 a 2020: estratégia de intervenção através de revisão sistemática. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2024; 10(7): 2902–2916.

FRANCO C e WHITE A. Reações hansênicas: uma revisão abrangente. Dermatology Review, 2015; 23(4): 213-220.

GOMES MD, et al. Leprosy: epidemiological profile and possible causes of treatment abandonment. Brazilian Journal of Development, 2020; 6(9): 73667–73683.

GOUVÊA AR, et al. Interrupção e abandono no tratamento da hanseníase / Interruption and abandonment in the treatment of leprosy. Brazilian Journal of Health Review, 2020; 3(4): 10591-10603.

IBGE. Pesquisa nacional por amostra de domicílios contínua. 2022. Disponível em: https ://cidades.ibge.gov.br/brasil/pa/pesquisa/10070/64506. Acesso em: 20 de agosto de 2024.

LEAL JFS, et al. A baixa adesão dos homens aos serviços da estratégia de saúde da família. Revista Interdisciplinar em Saúde, 2023; 10: 85-100.

LOPES JS, et al. Impacto dos efeitos colaterais no abandono do tratamento de hanseníase: uma análise focada no estigma social. Revista Brasileira de Dermatologia, 2021; 4: 420-432.

MARQUETTI CP, et al. Epidemiological profile of people affected by leprosy in three states in the northeast region of Brazil. Research, Society and Development, 2022; 11(1): 38811124872.

NARDI SM, et al. O papel da capacitação em saúde nos resultados da baciloscopia para Hanseníase. Revista Brasileira de Ciências da Saúde. 2020; 24(4): 505-516.

PALÁCIOS YYP. Detecção e variabilidade genética de Mycobacterium leprae numa região altamente endêmica para hanseníase e avaliação de fatores associados à transmissão recente. Instituto Oswaldo Cruz, 2022.

PALMEIRA IP, et al. Percepção de pacientes com hanseníase sobre suas necessidades humanas básicas alteradas: indícios para o autocuidado. Rev. Pesq. Univ. Fed. Estado Rio J, 2020; 324-329.

PIRES CA, et al. Pacientes com hanseníase assistidos em um centro de referência na Amazônia: efeitos adversos causados pelo tratamento específico. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2024; 24(8).

PLOEMACHER T, et al. Reservoirs and transmission routes of leprosy: a systematic review. PLoS Neglected Tropical Diseases. 2020; 14(4): 8276.

PRUDÊNCIO JA. Análise dos desafios de adesão ao tratamento da hanseníase no contexto de políticas públicas de saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2023; 1: 234521.

RAMOS DP, et al. Prevalência da forma clínica de hanseníase notificadas no município de Porto Nacional - TO. Revista Cienífica do Tocantins ITPAC Porto Nacional, 2022; 2(2): 1-13.

SARAIVA ER, et al. Aspectos relacionados ao diagnóstico e tratamento da hanseníase: uma revisão sistemática. Revista Eletrônica Acervo Saúde, Piauí, 2020; 12(12): 10.

SINAN. Casos de Hanseníase, 2001-2023. DATASUS, 2023. Disponível em: https ://datasus.saude.gov.br/acesso-a-informacao/casos-de-hanseniase-desde-2001-sinan/.Acesso em: 20 de março de 2024.

SOARES EP, et al. Investigação sociodemográfica e epidemiológica relacionada ao risco do abandono do tratamento da malária no Estado do Pará entre 2012 e 2022. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2014; 24(6): 15483.

SOARES MLM, et al. Aspectos sociodemográficos e clínico-epidemiológicos do abandono do tratamento de tuberculose em Pernambuco, Brasil, 2001-2014. Epidemiologia e Serviços de Saúde, 2017; 26(2): 369–378.

SOUZA HP, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. Revista Panamericana de Salud Pública, 2020; 44: 10.

VIEIRA MCA, et al. Repercussões no cotidiano de crianças e adolescentes que viveram com hanseníase. Saúde Debate, Rio de Janeiro, 2022; 46(6): 124-134.

WHO. Towards zero leprosy global Leprosy (Hansen’s disease) strategy 2021-2030. Word Health Organization, 2021; 1–30.

YONEMOTO ACF, et al. Pathophysiology of leprosy: immunological response related to clinical forms. Research, Society and Development, 2022; 11(9): 12.