Resumen
Objetivo: Analizar las percepciones de los enfermeros sobre la clasificación de riesgo en pediatría, sus conocimientos sobre el uso de los protocolos de triaje y sus dificultades en la Evaluación con Acogida y Clasificación de Riesgo (AACR). Métodos: Estudio exploratorio y descriptivo con enfoque cualitativo, realizado con 10 enfermeros que trabajan en unidades de atención urgente de un municipio de la región centro-oeste del estado de Paraná, Brasil. La investigación fue aprobada por el Comité de Ética en Investigación y se llevó a cabo mediante un cuestionario semiestructurado elaborado por los autores. Las entrevistas fueron grabadas, transcritas y compiladas en un corpus textual que fue sometido al análisis de contenido propuesto por Bardin. Resultados: Los resultados se dividieron en dos categorías: “El rol del enfermero en la AACR y la adhesión al protocolo de triaje” y “Las debilidades en la AACR del niño en Atención Urgente.” Conclusión: Se identificaron fallas en la adhesión al protocolo de triaje, evidenciadas por la falta de estandarización y las diferencias en las prácticas, así como deficiencias en la evaluación de los signos vitales de los niños. Además, se destacaron cuestiones como el exceso de demandas y la comunicación con los padres como obstáculos. Se subrayó la falta de capacitación de estos profesionales, siendo un punto clave para una práctica adecuada y basada en evidencias científicas.
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