Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Evaluación farmacéutica como estrategia para reducir el riesgo de tromboembolismo venoso en pacientes clínicos hospitalizados
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Profilaxis
Servicio de farmacia clínica
Tromboembolismo venoso

Cómo citar

Evaluación farmacéutica como estrategia para reducir el riesgo de tromboembolismo venoso en pacientes clínicos hospitalizados. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19574. https://doi.org/10.25248/reas.e19574.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Caracterizar el riesgo de tromboembolismo venoso (TEV) y evaluar el uso de profilaxis farmacológica en pacientes clínicos hospitalizados. Métodos: Estudio descriptivo, transversal y retrospectivo realizado entre mayo y julio de 2023 con 140 pacientes adultos en la unidad de medicina interna de un hospital universitario. Se utilizó el Escore de Pádua para evaluar el riesgo de TEV y el escore IMPROVE para el riesgo de sangrado. Los datos se recolectaron de los registros médicos y el análisis estadístico se realizó con Microsoft Excel. El estudio fue aprobado por el Comité de Ética (número 79263324.8.0000.5086). Resultados: El 80% de los pacientes presentó al menos un factor de riesgo para TEV, siendo la insuficiencia cardíaca/respiratoria el factor más común (22%). Sin embargo, la estratificación del riesgo de TEV no se realizó en el 98% de los casos, comprometiendo la prevención. Además, el análisis de las prescripciones de tromboprofilaxis mostró una alta tasa de no cumplimiento (80%), especialmente en la indicación de la terapia. Conclusión: La falta de estratificación del riesgo de TEV y la profilaxis inadecuada indican la necesidad urgente de implementar protocolos estandarizados para pacientes clínicos. Además, se resalta la importancia del farmacéutico clínico en el uso racional de anticoagulantes.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

AMARAL C, et al. Recomendações pericirúrgicas para profilaxia do tromboembolismo venoso no doente adulto. Consenso Nacional Multidisciplinar 2014. Revista da Sociedade Portuguesa de Anestesiologia, 2014; 23(3): 62–75.

BARBAR S, et al. A risk assessment model for the identification of hospitalized medical patients at risk for venous thromboembolism: the Padua Prediction Score. Journal of Thrombosis and Haemostasis, 2010; 8(11): 2450-7.

BARKOUDAH E, et al. Extended venous thromboembolism prophylaxis in medically ill patients: an NATF anticoagulation action initiative. The American Journal of Medicine, 2020; 133(1): 1-27.

BARTHOLOMEW M, et al. Dosing of low-molecular-weight heparin in obese patients. Journal of Thrombosis and Haemostasis, 2010; 8(9): 1954-1961.

BASTOS M, et al. Tromboprofilaxia: recomendações médicas e programas hospitalares. Revista da Associação Médica Brasileira, 2011; 57(1): 88–99.

CAVALCANTE MG, et al. A importância da integração do farmacêutico clínico em uma unidade de terapia intensiva (UTI): uma revisão integrativa. Revista Expressão Católica Saúde, 2022; 7(1): 37-46.

CHINDAMO MC e MARQUES MA. Avaliação do risco de sangramento na profilaxia do tromboembolismovenoso. Jornal Vascular Brasileiro, 2021; 20: 20200109.

CHINDAMO MC, et al. Desafios da profilaxia estendida do tromboembolismo venoso em pacientes clínicos e cirúrgicos. Jornal Vascular Brasileiro, 2022; 21.

CLAGETT GE, et al. Prevention of venous thromboembolism in surgical patients. Chest, 1999; 116(4): 193-200.

CURTARELLI A, et al. Profilaxia de tromboembolismo venoso, podemos fazer melhor? Perfil de risco e profilaxia de tromboembolismo venoso em Hospital Universitário do interior do Estado de São Paulo. Jornal Vascular Brasileiro, 2019; 18: 20180040.

DECOUSUS H, et al. Factors at admission associated with bleeding risk in medical patients: findings from the IMPROVE investigators. Chest, 2011; 139(1): 69-79.

EUROPEAN BURNS ASSOCIATION. European practice guidelines for burn care. Minimum level of burn care provision in Europe. 2017. Disponível em: https ://www.euroburn.org/wp-content/uploads/EBA-Guidelines-Version-4-2017.pdf. Acessado em: 12 de dezembro de 2024.

FARHAT FCLG, et al. Avaliação da profilaxia da trombose venosa profunda em um hospital geral. Jornal Vascular Brasileiro, 2018; 17(3): 184-192.

FORGO G, et al. An update on the global use of risk assessment models and thromboprophylaxis in hospitalized patients with medical illnesses from the World Thrombosis Day steering committee: Systematic review and meta-analysis. Journal of Thrombosis and Haemostasis, 2022; 20(2): 409-421.

FRANÇA A, et al. Venous thromboembolism’s risk assessment: rationale, objectives, and methodology the ARTE study. Acta Médica Portuguesa, 2011; 24(2): 575-82.

GEERTS WH, et al. Prevenção de tromboembolismo venoso. American College of Chest Physicians Diretrizes de Prática Clínica Baseadas em Evidências (8ª edição) Chest, 2008; 133(6): 381–453.

GEERTS WH, et al. The prevention of venous thromboembolism in hospitalized patients. Journal of Thrombosis and Haemostasis, 2008; 6(8): 1474-1482.

GOMES JS, et al. A avaliação do Farmacêutico Clínico na profilaxia do tromboembolismo venoso em um hospital universitário. Revista Brasileira de Farmácia Hospitalar e Serviços de Saúde, 2021; 12(1): 564.

GUYATT GH, et al. ACCP evidence-based clinical practice guidelines (8th edition): antithrombotic therapy and prevention of thrombosis. Chest, 2012; 141(2): 5-51.

KAKKAR AK, et al. Efficacy and safety of low-molecular-weight heparin in patients undergoing major abdominal surgery. Lancet, 2012; 359(9305): 1881-1885.

LEAL LF, et al. Implementação de protocolo para profilaxia de tromboembolismo venoso: um estudo antes e depois em pacientes clínicos e cirúrgicos. Jornal Brasileiro de Pneumologia, 2020; 46(4): 20180325.

LEITE AKSS. Contribuição do farmacêutico clínico na adesão à profilaxia de tromboembolismo venoso intra-hospitalar. Dissertação (Mestrado em Farmacologia) - Escola Paulista de Medicina. Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2021; 66.

MAYNARD G. Preventing hospital-associated venous thromboembolism: a guide for effective quality improvement, 2nd ed. Rockville, MD: Agency for Healthcare Research and Quality, 2016; 16-1.

RAMALLI JUNIOR EL, et al. Adequação da estratificação de risco e da profilaxia do tromboembolismo venoso em hospital universitário terciário. Jornal Vascular Brasileiro. 2023; 22: 20230007.

RIBEIRO MA, et al. Desafios na profilaxia do tromboembolismo venoso: abordagem do paciente crítico. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, 2006; 18(3): 316-9.

ROCHA AT, et al. Atualização em tromboembolismo venoso: profilaxia em pacientes clínicos-Parte I. Revista da Associação Médica Brasileira, 2009; 55: 249-250.

ROCHA ATC, et al. Impacto de um programa para profilaxia de tromboembolismo venoso em pacientes clínicos em quatro hospitais de salvador. Revista da Associação Médica Brasileira, 2010; 56(2): 197-203.

TRAMUJAS L, et al. Avaliação do manejo diagnóstico de trombose venosa profunda no departamento de emergência de um hospital terciário em Santa Catarina: um estudo transversal. Jornal Vascular Brasileiro, 2022; 21: 20200217.