Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Características epidemiológicas de la leptospirosis en una región del Nordeste de Brasil de 2010 a 2019
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Leptospirosis
Epidemiología
Salud pública
Enfermedades transmisibles

Cómo citar

Características epidemiológicas de la leptospirosis en una región del Nordeste de Brasil de 2010 a 2019. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19576. https://doi.org/10.25248/reas.e19576.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Describir las características sociodemográficas y la tasa de incidencia de leptospirosis en la Región Metropolitana de Recife (RMR) entre 2010 y 2019. Métodos: Se trata de un estudio ecológico, observacional descriptivo con un enfoque retrospectivo basado en datos poblacionales. El análisis utilizó la base de datos del Sistema de Información de Agravios de Notificación (SINAN), empleando la información de la Ficha de Investigación Epidemiológica (FIE) de leptospirosis de la RMR.Resultados: Los individuos de sexo masculino, de raza parda y con edades entre 20 y 39 años presentaron la mayor incidencia. El año 2011 destacó como el año con la mayor incidencia de leptospirosis, especialmente en las zonas urbanas de Recife, Olinda y Camaragibe, donde se concentró la mayoría de los casos. La incidencia de muertes siguió un patrón similar, observándose el mismo perfil epidemiológico en las zonas urbanas, aunque el municipio de Camaragibe fue reemplazado por Jaboatão dos Guararapes. Conclusión: Este estudio permitió realizar un diagnóstico situacional y epidemiológico de la leptospirosis en la RMR, apoyando así la planificación de políticas públicas para el monitoreo y control de la enfermedad.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BAHAROM M, et al. Environmental and Occupational Factors Associated with Leptospirosis: A Systematic Review. Heliyon. 2023; 10(1): 23473.

BAIA BR, et al. Possível correlação entre Leptospirose e a Pluviosidade no município de Belém - Pará entre os anos de 2010-2020. Revista Eletrônica Acervo Científico. 2023; 45: 13737.

BARACHO JM, et al. Incidência de casos de leptospirose humana em Pernambuco: uma análise dos dados epidemiológicos de 2015. Caderno de Graduação - Ciências Biológicas e da Saúde - UNIT - Pernambuco. 2017; 3.

BATISTA DA SILVA PH, et al. Perfil epidemiológico da leptospirose no Brasil de 2010 a 2019. Revista de Patologia do Tocantins. 2021; 7(4): 34–7.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Leptospirose. MS, 2024.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Leptospirose: diagnóstico e manejo clínico. Editora MS. Brasília; 2014; 1–44.

DIZ FA. Análise temporal e espacial da relação entre leptospirose humana e fatores de risco no município de São Paulo, Brasil, 2007 – 2016. Dissertação de Mestrado. São Paulo: Universidade de São Paulo; 2020.

GONÇALVES NV, et al. Distribuição espaço-temporal da leptospirose e fatores de risco em Belém, Pará, Brasil. Cien Saude Colet. 2016; 21(12): 3947–55.

GUEDES DP, et al. Diagnóstico e Tratamento de Pacientes com Leptospirose No Brasil: Revisão da Literatura. Revista de psicologia. 2020; 14(53): 706–17.

GUIRELLE YS, et al. Leptospirose humana: perfil epidemiológico no estado Pará entre 2010 e 2020.Revista Eletrônica Acervo Saúde. 2022; 15(10): 10949.

LACERDA FB, et al. Fatores determinantes na caracterização da leptospirose como doença negligenciada: revisão integrativa. Revista Eletrônica Acervo Científico. 2021; 19: 6256.

LARA JM, et al. Leptospirose no município de Campinas, São Paulo, Brasil: 2007 a 2014. Revista Brasileira de Epidemiologia. 2019; 22.

LIMA-COSTA MF, et al. Tipos de estudos epidemiológicos: conceitos básicos e aplicações na área do envelhecimento. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2003; 12(4).

MAIA DAB, et al. Avaliação da implantação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação em Pernambuco, 2014. Epidemiologia e Serviços de Saúde. 2019; 28(1).

MARTELI AN, et al. Análise espacial da leptospirose no Brasil. Saúde em Debate. 2020; 44(126): 805–17.

PAVANELLI GC, et al. Análise integrativa das principais zoonoses de ocorrência no Brasil. Revista Valore. 2019; 4.

PEREZ EC, et al. Learning from the past in moving to the future: Invest in communication and response to weather early warnings to reduce death and damage. Climate Risk Management. 2022; 100461.

RAMOS TMV, et al. Leptospirose: Características da enfermidade em humanos e principais técnicas de diagnóstico laboratorial. Revista Brasileira de Análises Clínicas. 2022; 53(3).

SACRAMENTO GA. Avaliação do padrão sazonal da infecção assintomática por leptospira spp. e das formas graves da leptospirose. Dissertação de Mestrado em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa. Salvador/BA: Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Gonçalo Moniz, 2016.

SILVA EC. Variabilidade espaço-temporal da pluviosidade da região metropolitana de Recife. Recife/PE: Universidade Federal de Pernambuco, 2018.

SILVA GA. Enfoque sobre a leptospirose na região nordeste do brasil entre os anos de 2000 a 2013. Acta Biomedica Brasiliensia. 2015; 6(1).