Google Académico | Citações: 16429 | índice h: 32 | índice i10: 482
Perfil de morbimortalidad hospitalaria de enfermedades infecciosas y parasitarias en Pará en el período pre y post pandemia de la COVID-19
PDF (portugués (Brasil))

Palabras clave

Enfermedades transmisibles
Enfermedades parasitarias
Indicadores de morbimortalidad
COVID-19

Cómo citar

Perfil de morbimortalidad hospitalaria de enfermedades infecciosas y parasitarias en Pará en el período pre y post pandemia de la COVID-19. (2025). Revista Eletrônica Acervo Saúde, 25, e19618. https://doi.org/10.25248/reas.e19618.2025

Copyright © | Todos los derechos reservados.

La revista posee los derechos de autor exclusivos para la publicación de este artículo en los términos de la ley brasileña 9610/98.

Reproducción parcial
El uso de partes de los textos, figuras y cuestionario del artículo es libre, siendo obligatoria la citación de los autores y revista.

Reproducción total
Está expresamente prohibido y debe ser autorizado por la revista.

Resumen

Objetivo: Mapear la morbilidad y mortalidad hospitalaria por enfermedades infecciosas y parasitarias (EIPs) en las Regiones de Salud (CIR) de Pará, analizando los períodos de 2018 a 2023. Métodos: Utilizando una metodología cuantitativa y observacional, se analizaron datos de hospitalizaciones por EIPs entre 2018 y 2023, basados en DATASUS, que abarcan 13 CIR. Resultados: La región Metropolitana I presentó el mayor número de hospitalizaciones (88,345), seguida por las regiones Metropolitana III (37,662) y Tocantins (33,563). El período de la pandemia (2020-2021) registró el pico de hospitalizaciones, con 140,266 casos, superando el período prepandémico (115,561). En el período pospandemia (2022-2023), hubo una reducción a 97,674 hospitalizaciones, lo que sugiere mejoras en las condiciones de salud y la efectividad de las intervenciones. Conclusión: Se concluye que la elevada frecuencia de hospitalizaciones en la región de Tocantins requiere investigaciones adicionales para identificar las causas específicas, los tipos más prevalentes de EIPs y los factores socioeconómicos que contribuyen a esta incidencia. Además, el fortalecimiento de la atención primaria de salud, con más equipos de salud de la familia, puede garantizar intervenciones tempranas y educación preventiva.

PDF (portugués (Brasil))

Referencias

BISPO JÚNIOR JP e SANTOS DB. COVID-19 como sindemia: modelo teórico e fundamentos para a abordagem abrangente em saúde. Cadernos de Saúde Pública, 2021; 37: 119021.

BRASIL. Ministério da Saúde. Brasil Livre da Tuberculose: evolução dos cenários epidemiológicos e operacionais da doença. 2021; 50(9).

CHAVES ECR, et al. Análise dos indicadores de saúde, saneamento e índices pluviométricos associados aos casos de dengue no Estado do Pará, entre 2016 e 2021. Peer Review, 2023; 5(8): 320-334.

COSTA WA, et al. Lacunas e retrocessos em programas de provimento médico na Amazônia: desafios para os gestores federais. Trabalho, Educação e Saúde, 2023; 21: 1976216.

GAMA KM, et al. Estratégias de controle e prevenção de doenças infecciosas emergentes: lições aprendidas e futuras direções. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 2024; 10(3): 38-44.

GIACOMET CL, et al. Tendência temporal da incidência de tuberculose e sua distribuição espacial em Macapá-AP. Revista de Saúde Pública, 2021; 55: 96.

HOCHMAN B, et al. Desenhos de pesquisa. Acta Cirúrgica Brasileira, 2005; 20: 2-9.

MARQUES SCC. Meu prazer agora é um risco de vida?”: algumas considerações sobre a política de prevenção e tratamento de HIV/AIDS no Brasil. AIDS no Brasil, 2021.

MIRANDA VPB, et al. Doenças notificáveis segundo a forma de transmissão em um hospital de referência na Amazônia oriental brasileira. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2021; 13(11): 8931.

NASCIMENTO AJC, et al. Estado da arte das tecnologias sociais de esgotamento sanitário: conceitos e principais alternativas aplicadas na Amazônia. Cadernos UniFOA, 2022; 17(50): 1-11.

NEVES DC, et al. Tendência das taxas de detecção da hanseníase em um estado da Região Norte do Brasil. Revista Pan-Amazônica de Saúde, 2023; 14.

NUNES PC, et al. Promoção de saúde em educação em doenças tropicais e parasitárias em Belém, Pará. Brazilian Journal of Health Review, 2021; 4(1): 720-728.

OPAS/OMS. Informe de Leishmanioses nº 8. Informe epidemiológico das Américas. 2019.

OPAS/OMS. Informe de Leishmanioses nº 9. Informe epidemiológico das Américas. 2020.

OMS. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Good manufacturing practices for sterile pharmaceutical products: main principles and guidance for their implementation. Genebra: OMS, 2022; 1044: 127.

PEREIRA AAC, et al. Reorganização do processo de trabalho da Atenção Primária à Saúde durante o enfrentamento da pandemia da COVID-19: relato de experiência. JMPHC | Journal of Management & Primary Health Care, 2021; 13: 24.

PEREIRA D, et al. Coinfecção Tuberculose/HIV: perfil clínico e epidemiológico no município de Porto Velho e Rondônia no período de 2010 a 2020. Revista Eletrônica Acervo Enfermagem, 2022; 18: 10437.

PRADO NMBL, et al. Ações de vigilância à saúde integradas à Atenção Primária à Saúde diante da pandemia da COVID-19: contribuições para o debate. Ciência & Saúde Coletiva, 2021; 26: 2843-2857.

RIBEIRO WO e BORGES RHM. Rede urbana, precariedade e desigualdades urbano-regionais na Amazônia paraense: os serviços de saúde e a pandemia da COVID-19. Revista de Direito da Cidade, 2022; 14: 62-90.

SANTOS DR, et al. Doença de Chagas: uma revisão integrativa. Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2022; 5(10): 1-15.

SANTOS PPGV. Globalização, desigualdades e COVID-19: uma análise do sistema de saúde brasileiro no enfrentamento da pandemia. Dissertação (Mestrado em Saúde Pública) – Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca, Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, 2021; 83.

SILVA AR, et al. Dinâmica de evolução pandêmica no contexto amazônico: configuração epidemiológica do vírus COVID-19 nos estados do Pará e Amazonas. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2020; 46: 3863.

SILVA CC, et al. Monitoria acadêmica em enfermagem em doenças infecciosas e parasitárias: um relato de experiência. Revista Eletrônica Acervo Saúde, 2019; 11(11): 579.

SOUSA JF, et al. Mortalidade infantil por doenças infecciosas e parasitárias no estado do Pará: vigilância de óbitos entre 2008 a 2017. Pará Research Medical Journal, 2019; 3(3-4): 1-8.

SOUZA HP, et al. Doenças infecciosas e parasitárias no Brasil de 2010 a 2017: aspectos para vigilância em saúde. Revista Panamericana de Salud Publica, 2020; 44: 10.

ZEZZO LV, et al. Doenças infecciosas no contexto das mudanças climáticas e da vulnerabilidade socioambiental. Revista Brasileira de Climatologia, 2021; 28.